domingo, 30 de março de 2014

epigenetica voce sabe o que é?

Químicos e físicos, geômetras e matemáticos, erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem, sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes assegurava as especulações negativistas.
... O futuro pertence ao Espírito!

Emmanuel - (Nos Domínios da Mediunidade)  [28a - página 10 ]


O citoplasma, que é, no fundo, o elemento intersticial de vinculação das forças
 fisiopsicossomáticas, obriga as células ao trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das tarefas que a vida lhes assinala.
André Luiz  (Uberaba-MG, 29 de Janeiro de 1958) [56 - página 45]

        A ciência humana, porém, caminha na direção do porvir.
  • A nós, os Espíritos desencarnados, interessa, no plano_extrafísico, mais ampla sublimação, para que façamos ajustamento de determinados princípios mentais, com respeito à execução de tarefas específicas.
  • E aos encarnados interessa a existência em plano moral mais alto para que definam, com exatidão e propriedade, asubstância_ectoplasmática, analisando-lhe os componentes e protegendo-lhe as manifestações, de modo a oferecerem às Inteligências Superiores mais seguros cabedais de trabalho, equacionando-se, com os homens e para os homens, a prova inconteste da imortalidade.
[29 - página 126] - André Luiz - 1959
        Evidências científicas mostram que os genes não controlam os seres vivos e apresenta as fantásticas descobertas da epigenética, um novo campo da biologia que desvenda os mistérios de como o ambiente (natureza) pode influenciar o comportamento das células sem modificar o código_genético. É uma nova face da ciência, que revela mais detalhes sobre o complexo sistema e estrutura das doenças, incluindo o câncer e a esquizofrenia.
[98 - página 35] - Bruce Lipton


Na verdade, a epigenética, que é o estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética, é hoje uma das áreas mais atuantes da pesquisa científica em geral.
[98 - página 31] - Bruce Lipton

        Best-seller nos Estados Unidos, A biologia da crença – lançamento da Butterfly Editora –, de Bruce Lipton, renomado cientista norte-americano, em linguagem simples e direta, ao alcance de todos, traz surpreendentes descobertas científicas que comprovam o poder do pensamento sobre a matéria e esclarecem a reencarnação.
        Seus estudos foram precursores da epigenética – estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética.
        Sua vasta pesquisa comprova que o DNA é controlado pela energia que emana dos pensamentos, o que simplesmente significa que nossas projeções mentais influenciam diretamente em nossa saúde.
Comprovação científica
        Finalmente, o poder do pensamento é evidenciado à luz da ciência: trata-se de um salto quântico, o qual deu origem àquela que está sendo denominada a “nova biologia”. Desde que o The Wall Street Science Journal, no primeiro semestre de 2004, anunciou A biologia da crença, cientistas, pesquisadores, médicos e biologistas do mundo inteiro foram “sacudidos” pelas conclusões de Lipton.
        Um deles foi Gregg Braden, autor de The God code [O código de Deus] e The Isaiah effect [O efeito Isaías]: “O doutor Bruce Lipton nos oferece o tão procurado elo perdido entre a vida e a consciência. Responde a velhas questões e esclarece os mistérios mais profundos de nosso passado. Não tenho a menor dúvida de que este livro acabará se tornando uma base para a ciência do novo milênio”.
        Lipton recorda suas primeiras conclusões que o levaram a adiantar as pesquisas que desenvolveu: “Se direcionarmos melhor o que estamos pensando, poderemos mudar o estado do nosso corpo”.
        No seu livro, o cientista simplesmente expõe suas conclusões e destaca o benefício que delas é possível extrair. Professor universitário de grandes recursos recorre a exemplos e ilustrações que facilitam o entendimento do que poderia, à primeira vista, parecer complexo. Prova de sua capacidade de exposição é o fato de que milhares de pessoas mudaram seu modo de pensar depois de ler A biologia da crença.
        A razão disso é muito simples: o conceito de que a força do pensamento pode mudar nossa vida – muito explorado nos livros de auto-ajuda, a maioria deles atrelada à filosofia, à religião ou à psicologia – finalmente ganhou comprovação científica pelas mãos de Bruce Lipton!
        Lançamento da Butterfly Editora, A biologia da crença é um livro revolucionário que aproxima a ciência da filosofia e da religião, leitura agradável e produtiva que certamente vai mudar a vida de seus leitores.

        Ao escrever este livro, sinto-me como se estivesse desenhando uma linha na areia, que divide a história da humanidade. 
  • De um lado está o neodarwinismo, que dispõe a vida como uma eterna batalha entre robôs bioquímicos, 
  • e do outro está a “nova biologia”, que a considera uma jornada de cooperação entre indivíduos de vontade própria que podem se programar para criar uma existência cheia de felicidade. 
        Ao cruzar essa linha, passamos a entender claramente os conceitos da nova biologia, encerrando definitivamente a polêmica sobre ... 
  • aquilo que é natural em nós 
  • ou que herdamos de nossos pais. 
        Percebemos que a mente consciente está muito além da mera programação genética. Creio que neste momento vivenciamos uma mudança profunda e pragmática em nosso modo de ver a vida, algo semelhante ao que aconteceu quando o conceito de que a Terra era redonda substituiu todas as crenças da época.
[98 - página 35] - Bruce Lipton

        No Epílogo, explico como a nova biologia me fez perceber a importância da integração espírito-ciência e como isso modificou radicalmente a visão agnóstica e científica que eu tinha a respeito do mundo.
  • Você está pronto para usar sua mente consciente e ter mais saúde, felicidade e amor sem a necessidade de recursos da engenharia genética ou de medicamentos?
  • Está pronto para abrir sua mente a uma realidade diferente daquela que foi criada pelos modelos médicos, considerando o corpo humano uma simples máquina bioquímica? 
        Não se preocupe. Não estou apresentando um produto novo ou uma nova religião. É apenas um convite para que você deixe de lado por alguns instantes todas as crenças impostas pela mídia e pela ciência tradicional para vislumbrar o universo que se abre à sua frente com as descobertas da nova ciência.
[98 - página 36] - Bruce Lipton

        Não acreditava em Deus, embora deva confessar que quando imaginava a possibilidade de sua existência a figura que surgia em minha mente era sempre a de um grande e perverso controlador com senso de humor deturpado. Eu era, afinal, um biólogo tradicional, para quem a existência de Deus era uma questão totalmente irrisória. Considerava a vida mera conseqüência do acaso, como a sorte no jogo. As probabilidades dos resultados genéticos são as mesmas de um dado rolando sobre uma mesa. O lema de nossa profissão desde a época de Charles Darwin era: “Deus? Não precisamos de um Deus”.
        Não que Darwin negasse a Sua existência. Ele simplesmente afirmava que o acaso, e não a intervenção divina, é o verdadeiro responsável pela vida na Terra. Em seu livro A origem das espécies, publicado em 1859, Darwin afirma que as características individuais são passadas dos pais para os filhos e que estas são “fatores hereditários” que controlam a vida de todos nós. Essa afirmação levou os cientistas a uma busca frenética para dissecar todas as partes que compõem as moléculas em uma tentativa de decifrar os mecanismos hereditários responsáveis pela vida.
        A pesquisa chegou ao fim 50 anos atrás, quando James Watson e Francis Crick descreveram a estrutura e a função da espiral dupla doDNA, o material do qual os genes são feitos. Os cientistas finalmente entendiam os “fatores hereditários” que Darwin mencionou em seus manuscritos no século 19. Os jornais anunciavam a nova engenharia genética, a promessa de bebês com características programadas e os medicamentos milagrosos. Até hoje me lembro das manchetes daquele dia memorável em 1953: “Descoberto o segredo da vida”.
        Os genes passaram então a ser a explicação para tudo e os mecanismos pelos quais o DNA controla a vida biológica se tornaram o dogma central da biologia molecular, descrito com detalhes em todos os livros e pesquisas. A longa discussão sobre as características que herdamos ou que adquirimos durante a vida acabou. Os cientistas estavam certos de que tudo é herdado de nossos pais. No início, pensavam que o DNA fosse responsável apenas por nossas características físicas. Com o tempo passaram a acreditar que nossos genes também controlavam nossas emoções e comportamento. Portanto, se alguém nascesse com um gene de felicidade defeituoso só poderia esperar ter uma vida infeliz.
        Eu me considerava uma dessas pessoas; uma vítima da fatalidade de ter um gene de felicidade mutante ou mesmo ausente.
        ... Mas a fase final de minha vida acadêmica foi na Escola de Medicina da Universidade de Stanford, agora defendendo e propagando abertamente a “nova” biologia. Questionava não apenas Darwin e sua versão canibal da evolução, mas também o dogma central da biologia, segundo o qual os genes controlam a vida. Este dogma tem uma séria falha: os genes não ligam-desligam sozinhos. Ou, em termos mais técnicos, não são aquilo que chamamos de “auto-emergentes. É preciso que fatores externos do ambiente os influenciem para que entrem em atividade. Os biólogos já sabiam disto havia muito tempo, mas o fato de seguirem cegamente os dogmas da ciência os fazia ignorar esse conhecimento. Por isso, cada vez que eu me manifestava era duramente criticado por todos. Tornei-me um candidato à excomunhão; um bruxo para ser queimado na fogueira!
[98 - página 25] - Bruce Lipton

         A epigenética nos permite resgatar o controle sobre nossa vida: Os teóricos que defendem a tese de que os genes comandam nossodestino parecem ignorar as experiências sobre as células anucleadas realizadas há mais de 100 anos. Mas não podem ignorar as novas pesquisas, que também mostram que eles estão enganados. Enquanto o projeto Genoma Humano figurava em todas as manchetes, um grupo de cientistas iniciava um novo e revolucionário campo da biologia chamado epigenética. A ciência da epigenética, que significa literalmente “controle sobre a genética”, modificou completamente os conceitos científicos sobre a vida. Na última década, as pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! Influências ambientais como... 
  • estresse 
  • e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura. 
        Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é passado pela dupla espiral.
        Não há dúvida de que as descobertas epigenéticas deixaram para trás as descobertas genéticas. Desde a década de 1940, os biólogos vêm isolando o DNA do núcleo das células para estudar os mecanismos genéticos. Nesse processo de abrir a membrana do núcleo retirado e remover os cromossomos, compostos metade de DNA e metade de proteínas reguladoras, em sua ânsia de estudar o DNA, jogavam fora as proteínas. Na verdade, estavam jogando fora o bebê junto com a placenta. Hoje esse bebê está sendo resgatado com o estudo das proteínas doscromossomos, que desempenham um papel tão crucial na hereditariedade quanto o DNA.
[98 - página 81] - Bruce Lipton
        A história do controle epigenético é a história de como os sinais ambientais controlam a atividade dos genes.
  • Agora fica claro que o quadro de primazia do DNA tem falhas. 
  • O esquema revisado do fluxo de informações hoje pode ser chamado de “primazia do ambiente”. 
        Este novo e mais sofisticado fluxo de informações da biologia começa com um sinal do ambiente que age sobre as proteínas reguladoras, depois sobre o DNA, o RNA e finalmente sobre o resultado final, a proteína.
        A ciência da epigenética também deixa claro que há dois mecanismos pelos quais os organismos transmitem suas informações hereditárias. Ambos permitem aos cientistas estudar tanto as contribuições da natureza (genes) quanto as do aprendizado (mecanismos epigenéticos) sobre o comportamento humano. Se focarmos nossa atenção apenas nos padrões, como os cientistas vêm fazendo há décadas, jamais vamos entender a influência do ambiente.
        Vamos usar uma analogia para tornar mais clara essa relação entre a epigenética e os mecanismos genéticos. Você se lembra da época em que a programação da televisão acabava à meia-noite? Quando os canais saiam do ar, um “padrão de teste” era exibido na tela.
        Imagine que o padrão da tela é o padrão codificado por um determinado gene, como o de olhos castanhos, por exemplo. Os botões e oscontroles da TV permitem que você modifique a aparência horizontal e vertical da tela, ligue ou desligue o aparelho e altere características como cor, tonalidade, contraste e brilho. Ao fazer essas modificações você pode alterar a aparência da tela, mas não modificar padrão original da imagem. Esse é o papel das proteínas reguladoras. Estudos de síntese de proteínas revelam que os controles epigenéticos podem criar mais de duas mil variações de proteínas a partir de um mesmo padrão genético.
        O controle da epigenética modifica a leitura do gene sem modificam a código de DNA.
[98 - página 84] - Bruce Lipton

        Outros estudos mostram que os mecanismos epigefléticos são um fator importante em diversas doenças, entre elas... 
  • o câncer, 
  • os problemas cardiovasculares 
  • e a diabetes. 
        Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir suas doenças a fatores hereditários. A mídia alardeou a descoberta do gene do câncer de mama, mas deixou de mencionar que 90 por cento dos casos desse tipo de câncer não está associado a genes herdados. A maioria ocorre por alterações induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos.
[98 - página 87] - Bruce Lipton
Epigenética:
  • É transmitida para a geração subseqüente através da mitose e meiose
  • São Reversíveis
  • Mudanças Epigenéticas são mais freqüentes que as Genéticas
  • Ocorrem em resposta a sinais ... 
    • ambientais, 
    • comportamentais, 
    • fisiológicos e 
    • patológicos
        Temos de ver o gene apenas como uma possibilidade; ele tem a informação mas só a mostra quando lhe é pedido. Tudo o que consegue “abrir” o genoma e forçá-lo a dar uma resposta é que chamamos epigenético. O núcleo do zigoto inicia a sua divisão em duas células porque no citoplasma do óvulo há uma substância química que atua sobre o núcleo como se lhe perguntasse: não achas que é a altura de te dividires em dois para fazeres duas células? E o núcleo responde ativando o processo de duplicação do ADN para que cada uma das duas células tenha uma parte igual da informação. Quando já há duas células, cada uma é epigênese para a outra, o mesmo quando são quatro, oito, dezesseis e por aí fora. Tudo o que é epigenético condiciona, estimula ou inibe a expressão da informação gênica. Assim, como Ortega y Gasset, disse, no plano social, eu sou eu e a minha circunstância, também nós hoje, podemos dizer que, no plano biológico, o gene é ele e a suaepigênese.
Daniel Serrão
Epigenética: além da seqüência do DNA.
Artigo de Eloi S. Garcia (pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e membro da Academia Brasileira de Ciência)

        O hábito de fumar, o uso de esteróides e certas drogas também influenciam as funções genéticas por interagir química ou fisicamente com oDNA
        Recentes investigações genéticas têm demonstrado que gêmeos idênticos (possuidores do mesmo genoma) apresentam diferenças em seu comportamento e fisiologia.
        Por exemplo, eles podem diferir na susceptibilidade a doenças degenerativas e infecciosas.
  • Por que isto? Quais são as razões? O genótipo ou o genoma de gêmeos idênticos não é o mesmo?
  • Já o fenótipo – a fisiologia e a função orgânica - é reconhecidamente distinto e diferente.
        Somos mais que nossos genes. Os genes não são responsáveis por tudo. Uma nova área, a epigenética, está sendo desenvolvida para explicar estas diferenças.
        O termo epigenética existe há mais de cem anos, mas somente C. H. Waddington em 1942 deu uma definição mais precisa a ele.
        Epigenética é um campo da biologia que estuda as interações causais entre genes e seus produtos que são responsáveis pela produção dofenótipo.
        Pesquisas recentes realizadas sobre genomas e proteomas revelam que esta definição está correta...

        A epífise preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo_etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento_da_alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades_criadoras de que a criatura se acha investida.
        As glândulas genitais são demasiadamente mecânicas, para guardarem os princípios sutis e quase imponderáveis da geração. Acham-se absolutamente controladas pelo potencial magnético de que a epífise é a fonte fundamental. As glândulas genitais segregam oshormônios_do_sexo, mas a glândula pineal, se me posso exprimir assim, segrega "hormônios psíquicos” ou “unidades-força” que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras. Os cromossomos da bolsa seminal não lhe escapam à influenciação absoluta e determinada.
        No entanto, não estamos examinando problemas de embriologia. Analisemos a epífise como glândula da vida espiritual do homem. 
  • Segregando delicadas energias psíquicas, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endócrino.
  • Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo_vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda asforças_subconscientes sob a determinação direta da vontade. 
  • As redes_nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos. 
  • Manancial criador dos mais importantes, suas atribuições são extensas e fundamentais. 
  • Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta.
        De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o num ímã relaxado, entre as sensações_inferiores de natureza animal. 
  • Quantas existências temos despendido na canalização de nossas possibilidades espirituais para os campos mais baixos do prazermaterialista? 
  • Lamentavelmente divorciados da lei do uso, abraçamos os desregramentos emocionais, e daí, meu caro amigo, a nossa multimilenária viciação das energias geradoras, carregados de compromissos morais, com todos aqueles a quem ferimos com os nossos desvarios e irreflexões. 
  • Do lastimável menosprezo a esse potencial sagrado, decorrem os dolorosos fenômenos da hereditariedade_fisiológica, que deveria constituir, invariavelmente, um quadro de aquisições abençoadas e puras.
  • A perversão do nosso plano mental consciente, em qualquer sentido da evolução, determina a perversão de nosso psiquismo inconsciente, encarregado da execução dos desejos e ordenações mais íntimas, na esfera das operações automáticas. 
  • A vontade desequilibrada desregula o foco de nossas possibilidades criadoras. 
        Daí procede a necessidade de regras morais para quem, de fato, se interesse pelas aquisições eternas nos domínios do Espírito. 
  • Renúncia,  
  • e disciplina emotiva não representam meros preceitos de feição religiosa. 
    • São providências de teor científico, para enriquecimento eletivo da personalidade. 
    • Nunca fugiremos à lei, cujos artigos e parágrafos do Supremo Legislador abrangem o Universo. 
    • Ninguém enganará a Natureza. Centros vitais desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de desequilíbrio. 
    • Não adianta alcançar a morte física, exibindo gestos e palavras convencionais, se o homem não cogitou do burilamento próprio. 
    • A Justiça que rege a Vida Eterna jamais se inclinou. 
    • É certo que os sentimentos profundos do extremo instante do Espírito encarnado cooperam decisivamente nas atividades de regeneração além do túmulo, mas não representam a realização precisa.
[ 16a -  página 18 ] - André Luiz - 1943
Controle magnético das céLuLas
        Para “perceberem” o ambiente ao redor, as células dependem de proteínas_receptoras_presentes_em_sua_superfície. Esses receptores engatam em moléculas específicas, desencadeando uma cascata de eventos bioquímicos que levam a certos comportamentos das células, como a secreção de hormônios ou a destruição de patógenos. Mas, antes que os receptores possam entrar em ação, eles geralmente precisam chocar-se. Donal Ingber, da Harvard Medical School, e seus colegas demonstraram que poderiam controlar essa ativação usando partículas de óxido de ferro presas a moléculas de dinitrofenol (DNP), que se prendem aos receptores em mastócitos produtores de histamina. Magnetizadas, as gotas de 30 nanometros de largura atrairiam umas às outras, forçando os receptores a se aglomerar e ficar ativos. Os pesquisadores detectaram aumento nos níveis de cálcio dentro das células, o que é o primeiro passo na secreção de histamina. A técnica poderia resultar em biossensores mais leves e econômicos em termos de energia para detectar patógenos ou encontrar novas formas de distribuir medicamentos. J. R. Minkel 
SIENTIFIC AMERICAM Brasil - Abril 2008 - página 20
   O estudo do papel dos genes na personalidade e no comportamento leva em conta as influências_afetivas, sociais e ambientais que, por sua vez, parecem exercer efeitos também na regulação da expressão gênica.
        Os genes determinam nosso metabolismo, nossa aparência e, em certa medida, nosso repertório de comportamentos. Mas a ideia de onipotência genética, que vigora há pelo menos 20 anos, está com os dias contados. O que a ciência vem mostrando, com evidências cada vez mais convincentes, é que a expressão gênica não só é muito flexível, como também pode ser modificada pela experiência — ideia que pareceria absurda alguns anos atrás.
        O velho antagonismo entre genética e ambiente está sendo finalmente superado. Um número cada vez maior de estudos mostra que experiências afetivas e traumas repercutem na expressão de genes que controlam funções importantes do organismo, como a reação ao stress.
        O avanço da biotecnologia nos últimos anos permitiu entender melhor como a expressão genética é modulada por fatores externos, o que deu origem a uma nova área de estudo conhecida como epigenética. Embora a definição do termo seja ampla, a epigenética se ocupa principalmente das modificações do DNA que são estáveis ao longo de sucessivas divisões celulares.
        O fato de influências ambientais atuarem na predisposição genética não espanta. Trata-se de um princípio geral da biologia evolutiva segundo o qual os seres vivos precisam se adaptar às condições externas para sobreviver. Assim, cada um de nossos cerca de 30 mil genes é formado não apenas pela região codificadora (de proteínas), mas também por segmentos que não codificam proteína alguma e são chamadospromotores.
        Os promotores normalmente aparecem antes da região codificadora são compostos pelos mesmos nucleotídeos que formam todo o DNA e servem como pontos de ancoragem para fatores de transcrição, que são proteínas que estimulam ou impedem a transcrição dos genes. Esse processo de acoplamento depende de sinais bioquímicos que vêm de fora da célula e ativam esses fatores de transcrição.
        Como demonstraram diversos estudos recentes, ambientes ricos em estímulos acionam a transcrição de muitos genes, principalmente dos que codificam os fatores de crescimento neuronal. Um bom exemplo é o efeito do stress.
        Influências ambientais como: 
  • exposição a substâncias tóxicas 
  • e fatores psíquicos (dedicação materna e paterna na primeIra infância) podem levar ao acoplamento ou à remoção de grupos metil emregiões promotoras do genoma.
Revista MENTE / CÉREBRO - SCIENTIFIC AMERICAN - ANO XV - Nº 181 - páginas 38, 42, 44 e 45.
        Avancemos 3 mil anos, até a Grécia antiga. Filósofos faziam grandes perguntas como: 
  • “Por que estamos aqui?” ou 
  • “O que devemos fazer de nossas vidas?”. 
        Eles desenvolveram a teoria do átomo, estudaram os movimentos celestes e buscaram princípios universais para o comportamento ético. Durante milhares de anos, o único estudo do céu foi a astrologia. Da astrologia surgiu a astronomia moderna, que deu origem à matemática e à física. A alquimia, a busca da transmutação e da imortalidade, gerou a química, de onde mais tarde surgiram como especializações a física das partículas e a biologia molecular. Hoje, a busca da imortalidade é conduzida pelos bioquímicos que estudam o DNA.

terça-feira, 25 de março de 2014

estamos nos países.

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Os animais visão espirita.

OS ANIMAIS SÃO NOSSOS IRMÃOS?


Diante do conhecimento atual, é ridículo acreditar que o mundo, os animais e o homem foram criados diretamente por Deus em apenas uma semana. E que somos descendentes de Adão e Eva. Sabemos hoje que a vida apareceu há mais ou menos 3,5 bilhões de anos, um bilhão de anos após a formação da Terra. Afirma-se que ela tenha surgido na água sob forma de seres minúsculos extremamente simples. Depois foram originando as células, depois as plantas e aos animais invertebrados que habitam o mar. Do mar a vida fixou sobre a terra firme e depois no ar (os pássaros). Os primeiros seres humanos surgiram sobre a Terra há aproximadamente 3 milhões de anos. Ao longo dos anos, os seres sofreram transformações sucessivas, dando origem a várias espécies. Portanto, a espécie humana descende, por evolução, daqueles primeiros seres vivos microscópios. Nós somos espíritos em crescimento, por enquanto; somente alcançamos a maioridade ao atingir o estado de Espíritos puros. Nascemos em mundos inferioríssimos e, através de milênios, adquirimos o instinto. Por milênios e milênios de evolução experimentamos graus inferiores até conquistar a inteligência. Um cachorro, por exemplo, quando der sinal de inteligência, não continuará mais aqui na Terra., que não lhe oferecerá condições; mas irá para mundos em começo de evolução, para onde o Espírito dele será transferido. Após cachorro, reencarnará no corpo de um primata aprendendo a andar de pé, a usar as mãos e morando em cavernas. Portanto, nós espíritas nos fundamentamos na Ciência, seguimos a tradição do conceito darwiniano da evolução, a teoria da origem das espécies, da seleção natural e do próprio progresso. Só que Darwin se deteve em determinados ângulos, como o do “elo perdido”, um dos maiores desafios científicos, ou seja, eles não conseguem explicar e provar o ponto onde o animal torna-se homem, quando ele "desceu da árvore" (deixou de ser macaco): é que a transição ocorre no plano espiritual É nesse ponto que o Espiritismo, ilumina de forma incomparável tão escuros labirintos, nos quais as Ciências se debatem há muito tempo. Os animais que se destacam realizam estágios intermediários de vida material em planetas inferiores à Terra, além do que, principalmente, quando ali desencarnam, os prepostos do Cristo, modificam seus revestimentos espirituais (perispírito), para adequá-los à fala e à vida racional; considerando que o perispírito é o molde do corpo físico, aí reside a semelhança física do homem com alguns animais.
PODEMOS REENCARNAR NUM CORPO ANIMAL? O Espiritismo não aceita a teoria da Metempsicose, ou seja, o espírito de um Homem não reencarna em reino inferior. A cada reencarnação o Espírito está em melhores condições do que na anterior - tal é a Lei Divina do Progresso (evolução).
E A REENCARNAÇÃO DOS ANIMAIS? 
A reencarnação para os animais é quase seqüencial à morte. Eles não escolhem em que espécie reencarnar, pela inexistência de livre-arbítrio. 
A ALMA DOS ANIMAIS É DIFERENTE DA ALMA HUMANA? 
Sim, é diferente. Não possuindo inteligência, os animais não possuem igualmente consciência, livre-arbítrio, senso moral, nem responsabilidade. Ao desencarnarem, são orientados e mantidos por Espíritos da Natureza, em grupos específicos a cada raça. 
OS ANIMAIS POSSUEM INTELIGÊNCIA OU INSTINTO? 
A inteligência é uma faculdade própria do ser humano que, impulsionada pelo nosso pensamento, faz-nos agir segundo a nossa vontade, quer na parte moral, quer na parte intelectual, quer na parte espiritual. Por exemplo: não devo roubar, não devo viciar-me, porque são ações imorais; quero ler este livro, é ação intelectual; vou orar, é uma ação espiritual. Isso tudo é comandado pela inteligência, porque a inteligência é humana. A inteligência é o livre-arbítrio, que é um poder, a faculdade de decidir, de determinar, dependente apenas da vontade. E o instinto é o movimento que domina os homens e os animais em seu procedimento. Pelo instinto, o homem pertence ao reino animal e, pela inteligência, pertence à Humanidade. Todas as necessidades de nosso corpo carnal são provindas pelo instinto, desde as mais rudimentares às mais altas: são exigências do nosso corpo, que devem ser atendidas, pois são a parte animal da nossa vida. Exemplo: um bebê que acaba de nascer, tão logo é envolto em suas roupinhas, começa a agitar os lábios pedindo alimento; e com sofreguidão suga com sua boca o bico do seio de sua mãe; ninguém lhe ensinou isso, pois ele mal acaba de nascer, no entanto, o instinto já agiu para conservar-lhe a vida. 
E A EUTANÁSIA NOS ANIMAIS?
 Morte piedosa do animal, talvez, só quando o veterinário atestar que traumas ou doenças sejam irreversíveis, além de acompanhadas de dores insuportáveis. Apesar do animal possuir uma alma, esta é diferente da humana, por não possuir livre-arbítrio, não tem carma à resgatar. Dever cristão é que impõe ao dono ampará-lo até o último sopro de vida, para morrer em paz e para com gratidão do ser humano ao chegar à regiões espirituais que Deus lhe concede. 
POR QUE OS ANIMAIS SOFREM TANTO SE ELES NÃO TEM DÉBITOS A RESGATAR? 
No caso deles, a dor age como impulso evolutivo. Exemplo: quando feridos, os próprios animais, eventualmente seus companheiros, lambem os machucados numa rudimentar ação de assepsia, na busca da cura ou alívio; isso representa os primórdios da fraternidade. 
O QUE DEVEMOS FAZER AO VER UM ANIMAL SENDO AGREDIDO? Se uma pessoa estiver maltratando um animal devemos interferir, jamais nos omitir. Mas que a intervenção seja por altruísmo, com educação e amor à Natureza. Como? Com brandura e educação, não piorando o ânimo do agressor, o qual, já exaltado, poderá se tornar mais rude ainda com o animal. Os animais não falam, não raciocinam, sentem dor, sede e fome. O sentimento de piedade demonstra elevação espiritual, principalmente quando seguido da respectiva ajuda para a cessação da causa do sofrimento. A piedade é a ante-sala do Amor, assim como a crueldade o é da violência. 
QUE DIZER DAQUELES QUE ABANDONAM SEUS ANIMAIS? 
O abandono de animais é condenação certa. O autor desses dolorosos quadros que o cotidiano nos mostra, agindo irresponsavelmente, cedo ou tarde terá que prestar contas à sua consciência. 
E
 OS ANIMAIS QUE SÃO TREINADOS PARA TORNAREM-SE AGRESSIVOS? No caso de animais treinados para ataque, agressividade, destruição, representam vertentes da ignorância e crueldade humanas; mas a ignorância desaparecerá à medida que o homem evolver, em mundos compatíveis ao seu estágio moral.
A crueldade, porém, significa contração de pesadas dívidas ante o tribunal da consciência de quem a pratica; esses, despertos pelo arrependimento desses sonhos trevosos a que voluntariamente se entregaram, terão a Dor por corregedoria; seus sofrimentos serão proporcionalmente iguais aos que infligiram. Provavelmente, esta seja uma das causas de tantas doenças, tantas anomalias congênitas, tantos desastres mutiladores.
Por tudo isso, concluímos que todos somos irmãos: homens e animais. Ontem éramos animais, quais os que hoje nos servem. E, amanhã, esse mesmo animal ingressará no reino hominal.

Encerremos com a sábia frase de Charles Darwin: "Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e nesse dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade."



gêmeos ótica espirita!

GÊMEOS SOB A ÓTICA ESPÍRITA



211. De onde deriva a semelhança de caráter que muitas vezes (não é regra geral) existe entre dois irmãos, geralmente gêmeos?
“São Espíritos simpáticos que se aproximam por analogia (pontos de semelhança) de sentimentos e se sentem felizes por estar juntos.”
Observação: A pergunta fala sobre semelhança física e semelhança do caráter. Então, quando os gêmeos se dão bem é porque são espíritos simpáticos, e é lógico que se sentirão felizes por conviverem com quem se afinizam.

212. Há duas almas, nas crianças cujos corpos nascem ligados, tendo comuns alguns órgãos?
“Sim, mas a semelhança entre elas é tal que faz vos pareçam, em muitos casos, uma só alma.”
Observação: Aqui é citado o caso dos siameses, onde os corpos nascem ligados e alguns órgãos sustentam os dois corpos, mas são duas almas.

213. Se nos gêmeos os Espíritos encarnam por simpatia, donde provém a aversão que às vezes se nota entre eles?
“Não é de regra que sejam simpáticos os Espíritos dos gêmeos. Acontece também que Espíritos maus entendam de lutar juntos no palco da vida.”
Observação: A pergunta e resposta 211 quer saber sobre a semelhança de caráter que existe “muitas vezes” (não é sempre) entre os gêmeos. Então, assim como acontece de encontrarmos gêmeos que sejam simpáticos, poderemos encontrar gêmeos inimigos, antipáticos, que estão juntos para aprenderem a perdoar, a se amarem, a se respeitarem. Quando não se esforçam, virão grudados, siameses.

segunda-feira, 24 de março de 2014

AERÓBUS plano espiritual !


nota ,

os últimos textos :
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."

SUICÍDIO - Para onde vai o suicida?

SUICÍDIO - Para onde vai o suicida?


PARA ONDE VAI UM SUICIDA?
Cada espírito é uma história.
Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações. Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra, afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc.
QUANTO TEMPO OS SUICIDAS FICAM PRESOS AO CORPO FÍSICO?
Não há previsão para o tempo que os suicidas ficam presos ao corpo vendo sua decomposição, vagando nas regiões umbralinas, prisioneiros de obsessores, etc. Isso varia de espírito para espírito. É o tempo que levam para harmonizar sua mente e entenderem o apoio que está sendo dado a ele. Pois, há grupos de socorro para os Espíritos que sofrem. No Vale dos Suicidas, por exemplo, o grupo de trabalhadores é chamado de: Legião dos Servos de Maria, pois o Vale é chefiado pelo grande Espírito de Maria de Nazaré.
TODO SUICIDA VAI PARA O VALE DOS SUICIDAS?
A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Entretanto, há notícias de outros suicidas que não foram para o referido Vale. O próprio Camilo (personagem principal do livro) diz que não sabe como acontece os trabalhos de correção para suicidas nos demais núcleos ou colônias espirituais.
COMO REENCARNA UM SUICIDA?
Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado. E o resgate também não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.
É ERRADO MATAR-SE PARA ENCONTRAR COM O ENTE QUERIDO?
Além de ser errado adiará ainda mais o reencontro com este ente querido. No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanha-lo. Mas não aconteceu o esperado.
É ERRADO MATAR-SE PARA SALVAR UMA VIDA?
Sacrificar sua vida para salvar outra, só sem intenção de morrer. Exemplo: bombeiro. Suicídio, nunca! Portanto, deixemos claro que, só Deus tem o direito de retirar a vida. Deus não castiga o suicida, é o próprio suicida quem se castiga, através de sua consciência pesada. O tribunal do suicida (e de todos nós) é a sua própria consciência. Se o ato do suicida é covarde ou corajoso, não podemos precisar, porque há casos de loucura, onde o suicida, por estar em estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. No caso de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, diz Emmanuel, que ele não foi considerado como suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Como vemos, cada caso é um caso. Por isso, aprendamos a não julgar pela aparência. Pois, não sabemos se já fomos ou estamos sendo suicidas indiretos, ou seja, aquele que se mata devagarzinho, todos os dias através de vícios, excesso alimentar, sexo desregrado, etc. Nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS. Para nós cabe a caridade da prece à esses irmãos.
KARDEC COMETEU SUICIDO?
Devemos esclarecer aos que desconhecem sua biografia ou conhecem e tentam denegrir sua imagem que, Kardec não cometeu suicídio, ele desencarnou aos 64 anos, entre 11 e 12 horas no dia 31 de março 1869, devido ao rompimento de um aneurisma, cumprindo, e muito bem, sua missão.

Infelizmente, recebemos notícias, quase que diariamente, sobre pessoas que cometeram suicídio. Porque o suicídio para o materialista, é visto como uma porta de saída para os problemas. Mas, para o espiritualista, ou seja, para quem acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições.
Portanto, lembremos que Deus não nos dá um fardo cujo peso não aguentaremos.
Tenhamos fé e esperança no futuro.

NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.

Leia o livro Memoria de um suicida de Yvone pereira. 




O PASSE ESPÍRITA CURA?

O PASSE ESPÍRITA CURA?


Sim. Quando ministrado e recebido com fé, o passe é capaz de produzir verdadeiros prodígios. Ele têm como objetivo o reequilíbrio do corpo físico e espiritual. Mas é preciso esclarecer que a cura não acontece em todos os casos. Ás vezes, o bem do doente está em continuar sofrendo. Por isso devemos explicar, segundo a visão espírita, porque ficamos doentes, porque uns conseguem curar-se e outros não, etc. Para que os que não alcançarem a cura, não saiam decepcionados achando que o Espiritismo é uma religião de charlatães. Os Centros Espíritas precisam, ao lado do passe, propiciar os meios para que frequentadores conheçam a doutrina e se exercitem num trabalho íntimo de evangelização, para a conquista da saúde definitiva. No Cap. 21, do livro "Entre a Terra e o Céu" diz: "Um dia, o homem ensinará ao homem, consoante as instruções do Divino Médico, que a cura de todos os males reside nele próprio. A percentagem quase total das enfermidades humanas guarda origem no psiquismo. Orgulho, vaidade, tirania, egoísmo, preguiça e crueldade são vícios da mente, gerando perturbações e doenças em seus instrumentos de expressão." 
Porque com a cura física, muitas pessoas se atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha, quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal. Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos, porém, que o Espiritismo “cura sobretudo as moléstias morais”. Não queiramos dar maior importância à cura de corpos do que ao fim principal do Espiritismo, que é “tornar melhores aqueles que o compreendem.”
CADA CENTRO ESPÍRITA TEM UM MÉTODO DE APLICAR O PASSE?Alguns sim, mas o movimento espírita, como todo movimento é conduzido por humanos, cada qual num grau de evolução, conseqüentemente, a interpretação será conforme seu entendimento. Mas, José Herculano Pires no livro “Obsessão, O Passe e a Doutrinação” explica que: “o passe espírita não comporta as encenações e gesticulações que hoje envolvem alguns teóricos improvisados, geralmente ligados a antigas correntes espiritualistas de origem mágica ou feiticista. Os espíritos realmente elevados não aprovam nem ensinam essas coisas, mas à prece e a imposição das mãos.”
MAS, ANDRÉ LUIZ NARRA EM VÁRIOS LIVROS, COMO POR EXEMPLO “NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE” CAP. 17, A APLICAÇÃO DE PASSES LONGITUDINAIS. POR QUE NÃO FAZER O MESMO?Precisamos compreender que o ângulo de observação de André Luiz é do plano espiritual. Quando ele se refere a outro tipo de passe, os “passistas” são sempre espíritos desencarnados, que podem ver o funcionamento de nossos órgãos, o que para nós, encarnados, não é possível. Além do mais, como disse J. Herculano Pires:“a técnica do passe não pertence a nós, mas exclusivamente aos Espíritos Superiores. Só eles conhecem a situação real do paciente, as possibilidades de ajudá-lo em face de seus compromissos nas provas, a natureza dos fluidos de que o paciente necessita e assim por diante.” Por exemplo: quando tomamos um comprimido para dor de cabeça, este não precisa ir para a cabeça para agir. Assim é o PASSE, que é aplicado no alto da cabeça (coronário), e os espíritos se encarregam em levar os fluidos ao local do corpo necessitado.
O PASSE ESPÍRITA UTILIZA MACA? Não. Este método é utilizado na terapia holística chamada Reiki. Os adeptos desta terapia acham as filas de espera do passe espírita muito impessoal. Por isso, utilizam maca, onde o paciente recebe energia com hora marcada, música relaxante e essências aromáticas.
O PASSE REIKI TAMBÉM CURA? Sim, também faz os doentes saírem física e mentalmente recuperados. Deus não beneficia só os espíritas ou os freqüentadores da casa espírita. Cabe a nós, espíritas, respeitarmos as mais diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento alheio.
SE É BOM, POR QUE O ESPIRITISMO NÃO ADOTA TAL MÉTODO?Porque o passe espírita também é bom e para ser bom aprendemos que não precisa de recursos materiais. Os espíritas precisam ajudar a renovação das idéias religiosas e não conseguirão isso, se ocultar o que já conhecem e se cederem sempre aos atuais costumes ou novidades. Além do que, o espírita tem o dever de não ficar preso às fórmulas religiosas que nada mais lhe significam como: maca, lâmpadas coloridas, etc., que fazem função de amuletos. Divaldo numa entrevista dada ao Correio Espírita disse: “deve-se evitar, quanto possível, a exposição de lâmpadas coloridas, no pressuposto de realizar-se ação cromoterapêutica.” Vejamos o que disse José Herculano Pires, no mesmo livro acima citado: “Todas essas tolices decorrem essencialmente do apego humano às formas de atividades materiais. O passista consciente, conhecedor da doutrina e suficientemente humilde compreende que ele pouco sabe a respeito dos fluidos espirituais, e o que pensa saber é simples pretensão orgulhosa, limite-se à função mediúnica de intermediário. Muitas vezes os Espíritos recomendam que não façam movimentos com as mãos e os braços para não atrapalhar os passes.”
No livro Opinião Espírita, cap. 25, André Luiz diz: "Muitos, companheiros, sob a alegação de que todas as religiões são boas e respeitáveis, julgam que as tarefas espíritas nada perdem por aceitar a enxertia da práticas estranhas à simplicidade que lhes vige na base, lisonjeando indebitamente situações e personalidades humanas, supostas capazes de beneficiar as construções doutrinárias do Espiritismo."
Ultimamente estamos encontrando muitas novidades no meio espírita. Há, por exemplo, quem acredite que a desobsessão e o passe espírita pararam no tempo, conseqüentemente, precisam de ajuda. Perguntemos: ALLAN KARDEC ESTÁ ULTRAPASSADO? J. Herculano Pires responde: “O Kardec superado, dos espíritas pretensiosos dos nossos dias está sempre na dianteira das conquistas atuais. O Espiritismo é a Ciência e acima de tudo a Ciência que antecipou e deu nascimento a todas as Ciências do Paranormal, desde as mais esquecidas tentativas científicas do passado até a Metapsíquica de Richet e a Parapsicologia atual de Rhine e McDougal. Qualquer descoberta nova e válida dessas Ciências tem as suas raízes no O Livro dos Espíritos. Todos os acessórios ligados à prática tradicional do passe devem ser banidos dos Centros Espíritas sérios. O que nos cabe fazer nessa hora de transição da Civilização Terrena não é inventar novidades doutrinárias, mas penetrar no conhecimento real da doutrina, com o devido respeito ao homem (Kardec) de ciências e cientista eminente que a elaborou, na mais perfeita sintonia com o pensamento dos Espíritos Superiores.”).
Então, queremos esclarecer, que não somos contra métodos, técnicas, rituais, etc., adotados por outras seitas, religiões, terapias holísticas ou alternativas. A Doutrina nunca diz ser “contra” alguma coisa, no máximo “não é favorável”. Ela nunca diz “não pode”, no máximo diz “não deve”. Pregamos o livre arbítrio, portanto, temos obrigação de exercê-lo. Mas, não é por respeitarmos que as adotaremos. Não queremos impor aquilo que acreditamos a ninguém, mas não queremos que nos imponham o que não aceitamos. Não gostaríamos de ver implantado na Casa Espírita o que não pertence a ela. Mas aquele que acredita ser certo o que pratica, não deve se melindrar com opinião contrária, “a cada um segundo sua consciência”. Portanto, gostaríamos que todos compreendessem que não escrevemos para criticar, ofender, brigar, até porque este não é o intuito da Doutrina Espírita. Escrever textos espíritas e omitir o que o “Espiritismo” prega para não desagradar este ou aquele, seria covardia da nossa parte e falta de caridade com o Espiritismo. Apenas utilizamos este meio de comunicação para tirarmos dúvidas e divulgarmos a Doutrina dos Espíritos como ela é aos espíritas, não-espíritas, simpatizantes e até não-simpatizantes. “A maior caridade que podemos fazer ao Espiritismo é sua divulgação”, disse Emmanuel. Portanto, a pratiquemos com respeito e responsabilidade.