segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Auto cospia interna espiritualismo..

Por: Waldo Vieira.
12.1.1 - Sinônimo e definição: Aparecer para si mesmo, autovisão, deuteroscopia, ver seu próprio corpo. Observar a si mesmo projetado.
12.1.2 - Tipos de Autoscopia: Interna, externa, semelhante, diferente, recorrente, onírica, parcial, total, projetiva.
12.1.3 - Sensações: Pode ser positiva ou negativa, em graus diversos, e variedades diferentes do fenômeno que é obscuro e controvertido para explicar e entender entre todos os fenômenos projeciológicos.
12.1.4 – Narcisismo: – Vários psicanalistas atribuem as experiências autoscópicas, como um distúrbio narcisista. Hipótese totalmente rejeitada pela Projeciologia.
12.1.5 – Natureza: Geralmente passageira e acidental, as experiências autoscópicas são explicadas por hipóteses, pois em muitos casos, existe diálogos, embora na grande maioria o duplo apareça mudo. É explicado como uma auto-sugestão, uma forma pensamento. Por outro lado uma outra explicação surge como sendo a exteriorização do duplo etérico. 
12.1.6 – Hipótese: Tal aparição não constitui ou contém centro da consciência. <>
12.2 – AUTOSCOPIA INTERNA
12.2.1 – Sinônimo: - Aloscopia, introvisão, visão raio X de si mesmo.  
12.2.2 – Definição: - Ver o próprio interior, visão orgânica de si mesmo, ver dentro do cérebro, dos pulmões, o coração bombeando o sangue, os pulmões trabalhando,. Essa visão pode ser vista de duas formas: Penetrando dentro da carcaça física ou o órgão específico sai para fora do corpo numa aparente deslocação.
12.2.3 – Fenômeno: Apesar dos estudos, existem hipóteses sobre a ocorrência, já que ela acontece dentro do próprio corpo físico (alvo).
-Fora:Quando a consciência sai do corpo junto com o psicossoma, neste caso a visão percorre o cordão astral para mergulhar no corpo, neste caso ela é projetiva.
-Dentro:Quando ocorre da consciência estar dentro do corpo, ela só ocorrer em duas situações, na clarividência viajora ou numa projeção parcial, em que a cabeça do psicossoma fica presa dentro do corpo físico.
12.2.4 - Diagnóstico: Ela não é patológica, pelo contrário, torna-se um ferramenta extraordinária para um autodiagnóstico projetivo preciso e perfeito. <>
12.3 – AUTOSCOPIA EXTERNA:  <>
12.3.1 – Sinônimo: - Aparição para si mesmo, autofania, desdobramento homólogo.
12.3.2 – Definição: – Ato de alguém se ver diante de si mesmo. Reflexão fantasmagórica de si mesmo, alucinação autoscópica, duplo quimérico.
12.3.3 – Ocorrência: Do ponto de vista psiquiátrico e médico, existem certas zonas cerebrais que quando estimuladas provocam as visões autoscópicas. Considerada alucinatórias. Existe um tipo de autoscopia especular em que o indivíduo se vê diante de si e este imita seus gestos como se fosse um espelho. 
Outro fenômeno é a autobilocação do indivíduo estar dentro do corpo físico e ver o seu duplo agir, caminhar, fazer coisas, como pode ocorrer o inverso, do indivíduo ver o seu corpo físico deitado, quando está projetado.
12.3.4 – Hipóteses: – Existem explicações variadas de acordo com diversos projetistas e ocultistas como Blackmore, Bozzano, Bret, Coleman, Fodor, Owen, Muldoon, Monroe, Richet e Waldo Vieira. 
Vamos as principais: No caso poderá existir a clarividência viajora, que é expansão da consciência, neste caso pode-se ver tanto de um lado como de outro, ou ver os dois corpos ao mesmo tempo, existe o caso de ver o próprio duplo etérico. Monroe afirmava que sua visão percorria o cordão astral e podia ver os dois corpos. Por fim as criações ideoplásticas, no caso as formas-pensamento, essas podem ser mais profundas e criar um duplo que fale, que converse consigo mesmo.<>
12.4 – AUTOBILOCAÇÃO CONSCIENCIAL:  <>
12.4.1 - Sinônimos: autobicorporeidade, autoconfrontação, visão de dois corpos, visão de dois corpos, epiprojeção.
12.4.2 – Tipos: Autobilocação consciencial apresenta dois tipos:
- Imóvel: Ocorre quando corpo humano está imóvel, incapacitado, estendido no leito, cataléptico. 
- Móvel: – Ocorre quando o corpo humano está em movimento, caminhando ou correndo, a consciência projetada observa o corpo de cima (epiprojeção) ou mesmo por trás (retroprojeção). 
12.4.3 – Outros: Casos mediúnicos em que o encarnado deixa o corpo físico numa projeção consciente e uma entidade desencarnada incorpora, para usar o aparelho vocal, para transmitir uma mensagem, ou mesmo tentar tomar o corpo para si, no caso se sabe que isso é totalmente impossível. Casos de se ver em cenas do futuro ou passado fazendo alguma tarefa.
Corpo Mental: Um fato que deve ser considerado é a projeção do corpo mental, deixando os dois corpos a vista, sendo que a consciência estará no corpo mental observando os dois corpos inanimados.<>
12.5 – BILOCAÇÃO FÍSICA:  <>
12.5.1 – Sinônimos: Automaterialização, aparição sólida, bipresença, desdobramento físico, duplicação do físico.
12.5.2 – Explicação: No caso específico caracteriza-se o aparecimento físico do corpo em dois lugares ao mesmo tempo. No caso a tese dos ocultistas é que um dos corpos estará em transe, o outro se fará presente noutro lugar. No caso o corpo que estará ativo será sempre o psicossoma projetado com densidade astral ao ponto de se tornar visível. Casos de trilocação, é efeito de velocidade de aparecimento com a velocidade supra normal, dando aparência do corpo aparecer em mais de um lugar ao mesmo tempo. 
Não confundir a bilocação com a clarividência mediúnica no qual somente o médium percebe a presença de uma entidade projetada.
Casos de aparição de um morimbundo para um ente querido, registra-se como bilocação porém mais vaporosa, menos densa, que uma bilocação física natural.
A bilocação pode ser consciente (controlada pelo projetor) ou inconsciente (não controlada).<>
Saiba mais sobre Bilocação Física: 
12.6 – VISÃO DUPLA EXTRAFÍSICA:  
12.6.1 – Definição: Visão por quatro olhos, ver dois lugares ao mesmo tempo. Muito comum em casos projetivos dentro da faixa de atividade do cordão astral, Ver pelos olhos físicos e pelos olhos do psicossoma. 
No meu caso o lado direito fica a parte física e o lado esquerdo o lado do psicossoma, ficando a imagem dividida ao meio com duas cenas simultâneas, uma sempre mais nítida do que a outra. Também existe a dupla audição, duplo tato, duplo olfato, dupla motricidade.
Sylvan Muldoon, página 112– Projeção do Corpo Astral relata: Durante a projeção na faixa de atividade do cordão de Prata, a várias maneiras de se ver, o cordão astral é tão apto a condução da corrente dos sentidos, a visão pode estar num ponto ou no outro, podendo ver o corpo deitado ou corpo projetado e disso pode-se tirar muitas variantes. Como estar no quarto e na sala ao mesmo tempo. Ver os dois corpos ao mesmo tempo. 
– Muldoon afirma isso por dedução Lógica, pois para ele os olhos físicos não podem ver no astral, então seria impossível os olhos do corpo físico ver o psicossoma, mesmo porque geralmente os olhos do corpo físico estão fechados. 
Por isso deduz que a visão vista do corpo físico também é astral, que foi levada através do cordão de prata, cuja anatomia e funções ainda são um mistério, mesmo para projetistas veteranos.
Outra Abordagem sobre o assunto: 
Fonte: Waldo Vieira, Robert Monroe, Sylvan Muldoon, Allan Kardec. <>
12.7 - PROJEÇÃO ASTRAL E OS DEFICIENTES FÍSICOS:  <>
12.7.1- AMPUTAÇÃO DE UM MEMBRO: 
Baseado em Waldo Vieira e Wagner Borges.
Nos casos de retirada de uma perna ou braço, ocasionado por acidente, permanece ainda laços energéticos no psicossoma por um determinado tempo. 
Por isso a sensação de ter o membro e inclusive as dores fantasmas que os amputados sentem.
Na projeção astral consciente poderá ajudar a conservar o membro amputado por mais tempo ou até por toda a vida física. Porém nos casos comuns a tendência é o corpo astral por não ter o físico molecular como molde, e os chakras perderem a função de circular energias, esse membro astral vai se deteriorando, encurtando até desaparecer por completo.
Porém vários projetores afirmam que com relação aos RECÉM-AMPUTADOS, o membro continua a existir no plano astral.
Aos projetores conscientes que tenham o membro amputado cabem 2 atitudes:
1ª) Veículos: O corpo astral é ideoplástico, uma operação de retirado de um membro, de um corte, não necessariamente afeta ao corpo astral de imediato. Portanto o corpo astral obedece a vontade ativa do projetor, que pode reconstruir seu membro a partir de sua VONTADE PRÓPRIA.
2ª) Condição: Esqueça momentaneamente que é um amputado. Mentalize que possui todos os membros intactos.
<>
12.7.2 - PARAPLÉGICOS, HEMIPLÉGICOS E TETRAPLÉGICOS:
São distúrbios de motilidade, que incapacita uma pessoa de fazer os movimentos motores. Nestes casos o condicionamento diário cria mentalmente a anulação da existência se refletindo nos hábitos projetivos. 
Existem casos de encarnados projetados saírem do corpo e criarem uma cadeira de rodas, tal é o condicionamente em que vivem na carne e ele acaba se refletindo no plano astral.
Mas existem casos de projetistas conscientes, que saem do corpo e voam, caminham, correm com seus membros deficientes. Também nos casos recentes, mesmo em sonhos naturais os corpos astrais se movimentam, até por desejo reprimido daqueles que ficam presos e inconformados na cadeira-prisão.
Todavia com o tempo e a conformidade, que também se reflete no plano astral, cria-se mentalmente uma forma-pensamento de uma cadeira de rodas, que pode até planar, volitar, mas leva sempre o corpo astral sentado. 
Já foi observado um paraplégico, volitar e sentar na cadeira física movimenta-la e o duplo astral da cadeira (forma idêntica ideoplástica) se movimenta pela casa com ele sentado.
12.7.2.1 - Diferença entre Amputação e Dasativação física dos Membros:
Existe uma grande diferença, pois no caso dos amputados os membros amputados não alimentam a ideoplastia com a duplicidade física, se não for alimentado pela mente acaba desaparecendo. No caso dos paralíticos, o membro está desativado por acidente que ocasionam uma lesão medular, infecção ou surgimento de tumores nos ligamentos que levam os impulsos até o cérebro, mas continuam no astral.
12.7.2.2 - Projeção Astral Consciente De Um Paralítico: 
Naturalmente que ao se projetar consciente, o paciente deve ter em mente que pode fazer. 
Sentir as pernas projetado, se mover fora do corpo, sentir desde o formigamento inicial quando está entrando nos estado projetivos, tudo porque o corpo astral é uma forma-pensamento comandada pelo mente, criado a partir da memória celular, qualquer acidente físico pode ser corrigido no plano astral energeticamente, porém voltamos a frisar que o condicionamento psicológico, muitos não conseguem fazer que se livre de sua inoperância corpórea. <>
12.7.3 - CEGUEIRA FÍSICA:
12.7.3.1 - CEGUEIRA DE NASCENÇA: 
As pessoas cegas de nascenças, geralmente tem sonhos auditivos, até por desenvolverem mais esse sentido.
12.7.3.2 - CEGUEIRA PROGRESSIVA:
As pessoas que ficaram cegas durante a vida, perdem gradativamente os sonhos visuais. Foi observado em pesquisa com cegos, que sons como telefone, buzina, passarinhos, som de água batendo nas pedras, barulho do vento, despertador, fazem parte dos sonhos de um cego, é por esses barulhos que se inicia um sonho, no qual se ouve pessoas, os barulhos geram as informações, porém num mundo totalmente sem imagens.
12.7.3.3 - CEGUEIRA E A PROJEÇÃO ASTRAL CONSCIENTE:
Como se sabe, até porque é só perguntar para eles, os sonhos de pessoas cegas são povoados de sons, principalmente para quem nunca viu nada em toda sua vida, e aqueles que foram ficando cegos ainda tem sonhos visuais.
No entanto muitos cegos afirmam que durante suas projeções conscientes inclusive com narrativas afirmam que podem enxergar com seus para-olhos, isto nas EFC Lúcidas. 
Existem casos de videntes cegos, que quando em clarividência viajora, descrevem as cenas melhor do que aqueles que estão no local com os olhos físicos 
Porém não existe um estudo com todos os cegos projetistas conscientes, até por ser difícil encontrar um que tenha PAC (Projeção Astral Consciente). <>

domingo, 4 de agosto de 2013

IDEOPLASTIA ESPIRITISMO.

O
PERISPÍRITO
e
suas
modelações
93
CAPITULO 28
IDEOPLASTIA
Já existem provas reais de que o pensamento constrói e destrói, mesmo em
nosso meio material. Não somente o nosso pensamento desenvolvido e consciente
de homens, mas igualmente os instintos agressivos e direcionados dos animais
podem forçar desarmonias físicas em seus semelhantes.
Pesquisadores ingleses, com a finalidade de comprovar ou não o efeito do
mau-olhado, fizeram a seguinte experiência: colocaram dóceis ratinhos de cidade
bem próximos de ratos selvagens, muito embora, fora do alcance físico.
Obstaculizados materialmente de agredir os ratinhos estranhos, os ratos selvagens
realizaram atitudes de intimidação, enviando olhares agressivos e ameaçadores.
Embora sem sofrer um simples arranhão, sem possibilidade de qualquer contato
físico, os ratinhos urbanos acabaram por cair mortos. Submetidos a autópsias, os
ratinhos assassinados com simples olhares, mostravam glândulas supra-renais
dilatadas, sinal evidente de violenta pressão nervosa emocional.
O mau-olhado dos ratos selvagens contra os ratos da cidade provou que é
possível a agressão através do simples olhar, quando este canaliza o ódio ou
qualquer outro sentimento menos digno. E se em animais pequenos pode causar
até a morte, em organismos mais evoluídos, tais como os humanos, pode causar
uma série de contratempos que os estudi
osos dos fluidos souberam identificar.
Muitas vezes já ouvi falar de pessoas que matam plantas com o olhar e fazem
adoecer crianças e até animais com seu fluido nocivo. O estudo dos fluidos, a
maneira como eles são direcionados pela força mental, suas relações com o
perispírito e a influência moral comanda
ndo todo esse cenário, não deixam dúvidas
quanto à possibilidade de ocorrência de tais fatos. Não e o simples olhar aliado à
mecânica do pensar que impulsiona
o fluido em uma direção qualquer?
O ser humano é em essência aquilo que reside em seu coração. E sendo os
olhos as janelas da alma, eles lançam do que lá existe, direcionando pela força do
pensamento, sobre o que projetam. Sabemos que o fluido pode ser dirigido pelo
Luiz Gonzaga Pinheiro
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pensamento ou como que aspirado por vontade firme. No caso a que nos
reportamos, mau-olhado, uma criança, animal ou vegetal, não poderiam desejar
absorver tais fluidos; resta-nos concluir
que, consciente ou inconscientemente, o
fluido foi dirigido do emissor por sua vontade ou à sua revelia.
Mencionamos tais casos para que o leitor possa entender a importância do
pensamento na modelagem do meio ambiente, como na própria estrutura anatômica-
fisiológica do perispírito. Como o que é
essencialmente bom nada tem de mau,
quando pensamos no bem com intensidade, materializamos no meio externo
(ambiente) e interno (perispírito) os ef
eitos do nosso pensamento, que se fazem
visíveis para aqueles que os sintonizem.
Os bons pensamentos são portadores de luminosidade emanada do perispírito
que a difundiu, sendo que esta interfere no ambiente em que foi gerada. Através
dessa materialização do pensamento, dessas formas benéficas ou hostis modeladas,
assunto incluso no capítulo da ideoplastia,
é que os Espíritos, observando os raios
das cores formadas, a harmonia das formas e a lucidez do quadro gerado,
determinam o grau de evolução ou de inferioridade daquele que modificou o
ambiente com suas próprias criações. O
estado evolutivo do Espírito, é também
detectado mediante observação do seu perispírito, que apresentando características
físicas tais como cores, vestimenta, luminosidade ou obscuridade, materialidade
maior ou menor, funciona qual cartão iden
tificativo do seu padrão moral-intelectual.
No livro "A vida além do véu" do Rev. G. Vale Owen, no capítulo II, página
100, o autor pede a sua mãe um exemplo ilustrativo sobre o poder do pensamento,
no que é atendido com a seguinte descrição: "Uma falange de amigos e eu, que
estávamos sendo instruídos neste assunto,
encontramo-nos, e para conhecer o grau
do nosso progresso, resolvemos fazer uma experiência para esse fim. Procuramos
uma clareira no centro de um belo bosque e, como prova, resolvemos todos desej ar
uma certa e determinada coisa para ver se conseguiríamos. Escolhemos a
reprodução de um fenômeno em terreno descampado, cujo efeito fosse tão sólido
c permanente que nos permitisse examiná-lo depois. Seria a estátua de um grande
animal, mais ou menos como um elefante, porém, um pouco diferente; um animal
que possuímos aqui. mas que deixou de habitar a sua terra. Todos nos sentamos
em volta do terreno aberto e concentramos a nossa vontade no objeto que deveria
ser reproduzido. Bem depressa ele apareceu e ficou ali diante de nós. Admiramo-
nos muito da rapidez do resultado. Mas, debaixo do nosso ponto de vista, havia
dois defeitos. Era grande demais, pois havíamos deixado de combinar as nossas
vontades na proporção adequada. Parecia muito mais com um animal vivo do que
O
PERISPÍRITO
e
suas
modelações
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com uma estátua, porque muitos tinham pensado em um animal vivo, assim como
na sua cor, e desse modo o resultado foi uma mistura de carne e pedra. Muitos
pontos, também, estavam desproporcionados,
a cabeça era grande demais e o corpo
muito pequeno, e assim por diante, mostrando que maior força fora concentrada
em algumas partes mais do que em outras. É assim que chegamos a conhecer as
nossas imperfeições e a maneira de corrigi-las em nossos estudos.
Ensaiamos, examinamos o resultado, e tornamos a experimentar. Assim
fizemos agora. Desprendendo a nossa atenção da estátua obtida e conversando,
ela pouco a pouco se desfez. Estávamos então preparados para nova experiência.
Resolvemos não escolher o mesmo modelo, por isso, dessa vez escolhemos uma
árvore com frutos, algum tanto parecida com uma laranjeira. Fomos mais felizes.
O principal defeito era estarem alguns frutos maduros e outros verdes. As folhas
não estavam convenientemente colori
das nem os galhos em proporção.
Sucessivamente experimentamos um objeto após outro, melhorando um pouco,
de cada vez. Imagine a alegria que reinava com tais estudos e as gargalhadas
provocadas pelos nossos enganos."
Podemos dizer que a modelagem, a criação do ambiente espiritual com tudo
quanto nele existe, é produto da cria
ção mental dos Espíritos, que o fazem
proporcionalmente ao seu estado ment
al-moral-intelectua
l. O Espírito pode
mentalizar uma flor e materializá-la no ambiente. Mas, pode ser que esta, seja
apenas uma forma, sem a estrutura molecular e celular típica de uma flor. Apresente
perfume, colorido e outros detalhes, mas, examinada por um técnico, este poderá
constatar a ausência de elementos celulares
funcionais, a inexistência dos gametas
reprodutores e, mesmo existindo tais estrut
uras, a disposição genética, a informação
que deveria constar em cada gene, não se apresente. Pode ocorrer também que a
flor sendo hermafrodita, ou seja, possuindo ambas as células reprodutoras,
masculina e feminina, estas não tenham uma via de acesso para o encontro,
dificultando a reprodução da espécie.
Caso o construtor ou plasmador nã
o tenha conheciment
os de Botânica,
incorrerá em numerosas falhas, tais como: vasos condutores inadequados,
fechamento do estigma, ausência do núcleo geratriz do pólen e seriam tantos os
desacertos que o técnico diria não tratar-se de uma flor o objeto em análise.
O pensamento modela as formas com perfeição, beleza e utilidade, sempre
obedecendo ao estado evolutivo de cada indivíduo. É por esse motivo que, para as
grandes construções, grupos de
Espíritos treinados para
esse ofício, com a dignidade
e a sapiência que a evolução lhes outorgou, se reúnem em somatório harmônico

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

para que serve banho ou cha de goiabeira vermelha Umbanda!!

Chá das folhas da goiabeira


Cha de folhas de goiabeiraUTILIZAÇÃO - USO- Para tratar menstruações muito fortes e hemorragia uterina.
INGREDIENTES- 20g das folhas novas da goiabaeira
- 1 litro de água
PREPARAÇÃO
-
Ferva a água e quando esta estiver a ponto de ebulir, desligue o fogo e acrescente as folhas. Deixe descansar por dez minutos.
POSOLOGIA
-
Tomar 4 xícaras ao dia.


Oração do perdão espirita!

PERDÔO
Pai, quando eu for chamado para junto de Ti, quero partir com o coração aliviado de qualquer sentimento menor que possa reter-me ao vale de lágrimas onde me encontro hoje.
Ah, Meu Deus, que nada do que já vivi e ainda vivo seja obstáculo à minha felicidade amanhã!...
Quando eu me for, quero alçar vôo como fazem as aves que planam livres por sobre as misérias humanas, e que não pousam no chão senão para buscar o alimento que as mantém fortes nas alturas!...
Quando meus olhos se cerrarem à ilusão da carne, é de minha vontade que eu me distancie do mundo com a leveza das almas experimentadas na forja das provas árduas, sem que o peso dos sentimento menores impeça meu anseio anseio de libertação!
Desejo, Pai, libertar-me, sendo fiel à Tua lei de amor e de perdão!
Eu compreendo que a Terra é a escola onde Tu nos prepara para a angelitude!...
Eu compreendo que o sofrimento é a lição que nos faz avançar para a glória ou estacionar na senda de novas e mais dolorosas provas!...
Eu compreendo que tudo é seleção: os laços, a estrada, os acontecimentos...
De minha atitudes colherei bem ou mal; com minhas decisões talharei o que serei amanhã. Alegrias infinitas ou sofrimentos sem conta nascem unicamente de meus atos, a revelia do que os outros me fazem ou deixam de fazer....
Por isso, Pai, conduz meu pensamento de tal sorte que, quando chegar minha hora, nada do que vivi possa retardar-me o passo ou prender-me outra vez ao sombrio grilhão da dor. De todos os momentos experimentados, que eu carregue comigo apenas aqueles que me proporcionaram coisas úteis e felizes. Que os infortúnios e mágoas do passado não sejam mais peso em meu coração a impedir a realização dos mais ardentes anseio de felicidade e sublimação!...
As lágrimas que me fizeram verter - eu perdôo.
As dores e as decepções - eu perdôo.
As traições e mentiras - eu perdôo.
As calúnias e as intrigas - eu perdôo.
O ódio e a perseguição - eu perdôo.
Os golpes que me feriram - eu perdôo.
Os sonhos destruídos - eu perdôo.
As esperanças mortas - eu perdôo.
O desamor e a antipatia - eu perdôo.
A indiferença e a má vontade - eu perdôo.
A desconsideração dos amados - eu perdôo.
A cólera e os maus tratos - eu perdôo.
A negligência e o esquecimento - eu perdôo.
O mundo, com todo o seu mal - eu perdôo.
A partir de hoje proponho-me a perdoar porque a felicidade real é aquele que nasce do esquecimento de todas as faltas!... No lugar da mágoa e do ressentimento, coloco a compreensão e o entendimento; no lugar da revolta, coloco a fé na Tua Sabedoria e Justiça; no lugar da dor, coloco o esquecimento de mim mesmo; no lugar do pranto coloco a certeza do riso e da esperança porvindoura; no lugar do desejo de vingança, coloco a imagem do Cordeiro imolado e o mais sublime dos perdões... Só assim, Pai, se um dia eu tiver que retornar à carne, poderei me levantar forte e determinado sobre os meus pés e não obstante todos os sofrimentos que experimentar, serei naturalmente capaz de amar acima de todo desamor, de doar mesmo que despossuído de tudo, de fazer feliz aos que me rodearem, de honrar qualquer tarefa que me concederes, de trabalhar alegremente mesmo que em meio a todos impedimentos, de estender a mão ainda que em mais completa solidão e abandono, de secar lágrimas ainda que aos prantos, de acreditar mesmo que desacreditado, e de transformar tudo em volta pela força de minha vontade, porque só o perdão rasga os véus sombrios do  ressentimento e da revolta, frutos infelizes do egoísmo e do orgulho, libertando meu coração no rumo do bem e da paz, do amor verdadeiro

funções do perispirito resposta para minha amiga da( Austria)

funções e Propriedades do Perispírito


Funções
O perispírito é a estrutura modeladora, organizadora e gerenciadora do corpo físico; molde energético onde se encontram os mecanismos responsáveis por todas as funções orgânicas, desde a seleção dos princípios hereditários até a organização da célula ovo e seu desenvolvimento num organismo complexo. Ele contém a matriz filogenética das principais etapas evolutivas do ser.
Em seu bojo se radicam os centros funcionais que dirigem e controlam as emissões arquetípicas do inconsciente profundo, geradoras das funções fisiopsíquicas dos seres vivos, mais especificamente da espécie humana, onde se apresentam altamente complexas e refinadas.
Estando portanto sediadas nele, as gêneses patológicas de distúrbios dolorosos quais a esquizofrenia, a epilepsia, o câncer de variada etiologia, o pênfigo que em momento próprio favorece a sintonia com microorganismos que se multiplicam desordenadamente e tomam de assalto o campo físico através de sintonias próprias, ensejando a aceleração das perturbações psíquicas de largo porte.
É ainda o veículo onde são gravados os resultados do processo evolutivo do homem, isto é, o fruto das interações dos seres com o meio ambiente em sua globalidade.
As experiências existenciais, repetidas, são neles fixadas como reflexos condicionados psicossomáticos, tornando-se substratos condutores dos processos mentais e fisiológicos.
Através dos estudos mediúnicos contemporâneos, bem como das reflexões de notáveis pesquisadores e pensadores espiritistas de ontem e de hoje, constatamos que as atividades do perispírito abrangem inclusive a dimensão psicológica, sendo não só responsável pelo controle do automatismo fisiológico, mas sediando igualmente o registro dos fatos de ordem psíquica, como a memória, os inconscientes passado e atual, enfim, todos os fenômenos mentais.
Como sede da memória, garante a conservação intacta da individualidade, através da esteira das reencarnações. Se faz responsável também pela transmissão ao Espírito das sensações que o corpo experimenta, como ao corpo informa das emoções procedentes das sedes do Espírito, em perfeito entrosamento de energias entre os centros vitais ou de força, que controlam a aparelhagem fisiológica e psicológica e as reações somáticas, que lhes exteriorizam os efeitos do intercâmbio.
Propriedades
O perispírito, por sua tessitura, organização, flexibilidade e expansibilidade, fornece inúmeras condições de ação ao Espírito, mesmo quando encarnado, condições essas que podemos chamar de propriedades do perispírito, sem, com isso, desconhecermos que o propulsor de toda e qualquer ação é o Espírito.
Para que essas propriedades se tornem evidentes, é necessário se atenda às leis dos fluidos, no que tange as suas condições de afinidade, quantidade necessária e qualidade dos fluidos, além de em alguns casos, o conhecimento e a elevação moral do Espírito que manuseia tais fluidos. Sinteticamente, teríamos: aparições, tangibilidade, penetrabilidade, transfiguração, e emancipação.
Por sua natureza e em seu estado normal, o perispírito é invisível, tendo isso de comum com uma imensidade de fluidos que sabemos existir, mas que nunca vimos. Pode também como alguns fluidos, sofrer modificações que o tornam perceptível à vista, quer por uma espécie de condensação, quer por uma mudança na disposição molecular. Pode mesmo adquirir as propriedades de um corpo sólido e tangível e retomar instantaneamente seu estado etéreo e invisível.
Matéria nenhuma lhe opõe obstáculo; ele as atravessa todas, como a luz atravessa os corpos transparentes. Daí vem que não há como impedir que os Espíritos entrem num recinto inteiramente fechado. Eles visitam o preso no seu cárcere tão facilmente como visitam a um que está no campo a trabalhar.
O perispírito das pessoas vivas goza das mesmas propriedades que o dos desencarnados. Ele não se acha confinado no corpo; irradia e forma em torno deste uma espécie de atmosfera fluídica. Ora, pode suceder que, em certos casos e dadas as mesmas circunstâncias, ele sofra uma transformação análoga à já descrita: a forma real e material do corpo se desvanece sob aquela camada fluídica , se assim podemos exprimir, e toma por momentos uma aparência inteiramente diversa, mesmo a de outra pessoa ou a do Espírito que combina seus fluidos com os do indivíduo, podendo também dar a um semblante feio um aspecto bonito e radioso. Tal fenômeno se designa pelo nome de transfiguração, e é produzido, principalmente, quando as circunstâncias ocorrentes provocam mais abundante expansão de fluido.
A emancipação da alma é a propriedade que o Espírito tem de se desprender do corpo no instante em que este dorme. Aproveita-se o Espírito (através do perispírito) do repouso do corpo e dos momentos em que sua presença não é necessária para atuar isoladamente e ir aonde quiser, no gozo, então, de sua liberdade e da plenitude das suas faculdades.
A independência e a emancipação da alma se manifestam, de maneira evidente, também, no fenômeno do sonambulismo natural e magnético, na catalepsia e na letargia.
A faculdade de emancipar-se e de desprender-se do corpo durante a vida pode dar lugar a fenômenos análogos aos que os Espíritos desencarnados produzem. Enquanto o corpo se acha mergulhado em sono, o Espírito, transportando-se a diversos lugares, pode tornar-se visível e aparecer sob a forma vaporosa, quer em sonho, quer em estado de vigília. Pode igualmente apresentar-se sob forma tangível, ou, pelo menos, com uma aparência bem idêntica à realidade. Esse fenômeno, aliás muito raro, é que se denomina de bicorporeidade.
Por muito extraordinário que seja, tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem natural das coisas, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural.
Livro: Apostila do Curso de Espiritismo e Evangelho

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O qué ovoides? espiritismo


Os ovóides são pouco conhecidos da maioria dos espíritas e, praticamente, desconhecidos entre os não espíritas.
No Dicionário de Filosofia Espírita, de L. Palhano Júnior-Edições CELD, encontramos a seguinte definição de ovóide: “(semelhante ao ovo; forma de ovo) Formação atípica do perispírito causada por um forte monoideísmo de espíritos que se mantêm em idéias fixas, alienando-se  dos mais simples cuidados de integridade pessoal. Há um definhamentoá um definhamento do corpo espiritual, com miniaturização. Esse fenômeno pode ocorrer também sob o domínio hipnótico de entidades experientes, não só por questões de ordem inferior, mas também para determinadas operações, como nos preparativos reencarnatórios. Essas informações são encontradas nas obras mediúnicas ditadas pelo Espírito André Luís ao médium Chico Xavier”.
Embora, atualmente, possamos contar com informações mais pormenorizadas, como veremos adiante, vamos começar por André Luís. Acompanhando Gúbio, seu instrutor, André penetra numa região sombria, em missão de salvamento de irmãos sofredores e, também, para aprender. Vejamos como ele descreve o seu encontro com ovóides:
“Ante o intervalo espontâneo, reparei não longe de nós, como que ligadas às personalidades sob nosso exame, certas formas indecisas, obscuras. Semelhavam-se a pequenas esferas ovóides, cada uma das quais pouco maior que um crânio humano. Variavam profundamente nas particularidades. Algumas denunciavam movimentos próprios, ao jeito de grandes amebas, respirando naquele clima espiritual; outras, contudo, pareciam em repouso, aparentemente inertes, ligadas ao halo vital das personalidades em movimento”. (“Libertação”, FEB, p.84)
Em “Evolução em Dois Mundos”, psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, também da FEB, p. 91, encontramos a seguinte explicação:
“Sentindo-se em clima adverso ao seu modo de ser, o homem primitivo, desenfaixado do envoltório físico, recusa-se ao movimento na esfera extra-física, submergindo-se lentamente, na atrofia das células que lhe tecem o corpo espiritual, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo fisiológico.
Nesse período, afirmamos habitualmente que o desencarnado perdeu o seu corpo espiritual, transubstanciando-se num corpo ovóide, o que ocorre, aliás, a inúmeros desencarnados outros, em situação de desequilíbrio, cabendo-nos notar que essa forma, segundo a nossa maneira habitual de percepção, expressa o corpo mental da individualidade, a encerrar consigo, conforme os princípios ontogenéticos da Criação Divina, todos os órgãos vitais de exteriorização da alma, nos círculos terrestres e espirituais, assim como o ovo, aparentemente simples, guarda hoje a ave poderosa de amanhã, ou como a semente minúscula, que conserva nos tecidos embrionários a árvore vigorosa em que se transformará no porvir”.
O grande escritor, tradutor, educador e filósofo brasileiro Huberto Rohden, desencarnado em 1981, que não era espírita, ditou, segundo o jornalista Jávier Godinho (Revista Espírita Allan Kardec nº. 38- p.36, Gráfica e Editora Paulo de Tarso) através do médium Luis Antônio Milecco o livro “Meu Além de Dentro e de Fora”, com o pseudônimo de Delfos. Logo imediatamente à apresentação, ele conta o que aprendeu quando levado pelo instrutor Rufus, visitou um cemitério de ovóides.
“_ Fui conduzido a um estranho compartimento da instituição que me abrigava.
Era uma sala um tanto espaçosa, escura e cheia de pequenas caixas retangulares, semelhantes a caixões de natimortos (nascidos mortos). Todavia, o que me deixou mais perplexo não foram as aparentes caixinhas mortuárias, mas o que estava dentro delas. Tratava-se de formas ovóides, que variavam em seu tamanho: algumas tinham a dimensão de um crânio humano, outras chegavam quase à estatura de um ovo de galinha”.
Jávier Godinho, na revista citada, conta-nos que se encontrava em Deuslândia, povoado do município de Brazabrantes (Goiás) acompanhando o trabalho do médium Geraldo Inácio da Silva, no Centro Espírita “Eurípedes Barsanulfo”. Geraldo é um peão da roça, totalmente cego da vista direita e com menos de 20% de visão na esquerda. Só tem o primeiro ano primário e, desde pequenino, vê, ouve e conversa com espíritos.
“Numa dessas ocasiões, repleta a Sala do Evangelho, onde os interessados assistem a palestras sobre a Doutrina Espírita, aguardando ser por ele recebidas, Geraldo veio pedir orações e vibrações para ajudar a equipe de Eurípedes Barsanulfo numa difícil intervenção cirúrgica que seria realizada para separação dos perispíritos de uma senhora encarnada e de dois desencarnados.
_ Venha comigo – chamou-nos, e o acompanhamos à cabine, onde o aguardavam uma jovem dos seus 25 anos, deitada de costas na maca, tendo a seu lado o pai, a mãe e um irmão, além de duas médiuns.
Feita a prece e iniciados os passes, Geraldo pediu detalhes e o pai respondeu que a moça estava com anemia profunda. Submetida a mil e um exames, tratamento médico rigoroso, um caminhão de remédios e transfusões de sangue, ela se mostrava cada vez mais fraca, mais fraca cada vez.
Concentrado, o médium passou as mãos abertas a alguns centímetros de todo seu corpo, terminando na perna direita, num gesto como se expulsasse alguma coisa. Com excelente bom humor, uma de suas características, determinou à donzela:
_ Agora você se levanta e vai viver normalmente. Cada dia que passar, você vai se sentir mais forte e melhor. A anemia acabou de sair pela ponta do seu pé…
Ela obedeceu e, embora tivesse chegado quase carregada pelos familiares, sozinha calçou os sapatos e saiu caminhando, espantada, porta afora, seguida pelo pai, mãe e irmão, mais atônitos ainda.
A sós conosco, Geraldo explicou:
_ Eu não podia dizer a verdade. Eles não compreenderiam. A moça tinha dois ovóides, um de cada lado do tronco, que lhe sugavam toda a energia. Os médicos que trabalham com seu Eurípedes os retiraram e vão cuidar deles, para que um dia também se recuperem…”
Uma obra escrita há poucos anos, “Ícaro Redimido” (Editora INEDE), traz um grande contributo ao estudo dos ovóides. O autor espiritual é Adamastor, pseudônimo de um médico que viveu na França no final do século dezenove e se transferiu para o Brasil. O médium que o psicografou é o médico homeopata e professor de homeopatia Gilson Teixeira Freire. Os termos científicos usados na obra são entendidos pelos leigos graças a notas explicativas no rodapé das páginas e a um glossário no final. O Capítulo 8 é todo dedicado a informações sobre ovóides. Vamos ver algumas delas, resumidamente:
1ª) Os ovóides podem ter origens diferentes. O autor cita os suicidas e os que são filhos do ódio, centralizados em monoideísmo de revolta e vingança.
2ª) “O ovóide é uma verdadeira regressão biológica, representando o colapso da forma e da consciência. O processo se efetua através de paulatinas degradações em que a configuração humana se contrai inicialmente pela perda dos membros e redução significativa do tronco, até que se estaciona em sua forma final, assemelhando-se a uma mórula embrionária agigantada, pois guarda dimensões que variam entre as de uma laranja e as de um crânio de recém-nascido. A alta densidade da psicosfera envolve-o em uma névoa, tornando-lhe os contornos imprecisos e emprestando-lhe um aspecto gelatinoso, como os embrióides. Sua membrana externa acinzentada, à semelhança da mórula, apresenta desenhos losangulares arredondados”.
3ª) A atividade vital dos ovóides é fraca, os órgãos internos se apresentam reduzidos em suas formas embrionárias, o coração bate fraco, o sistema nervoso também se acha retrocedido aos primórdios de seu desenvolvimento embrionário, os nervos cranianos acham-se presentes e sua temperatura é instável.
4ª) Quando o ovóide não está acomodado em um hospedeiro, ele verte uma secreção pegajosa, que o ajuda a fixar-se em qualquer superfície em que esteja. Através de uma ventosa ele se alimenta de vibrações.
5ª) Instalam-se os ovóides, preferencialmente na mente humana, pois se alimentam das emanações psíquicas de suas vítimas. Comumente se alojam na fronte de seus hospedeiros em íntima conexão com o centro cerebral, levando-os ao esgotamento das energias psíquicas e ocasionando graves transtornos mentais.
6ª) Para que a parasitose se instale há necessidade de sintonia entre a vítima e o algoz.
7ª) Existem ovóides tão intensamente atados aos seus hospedeiros desencarnados, que reencarnam jungidos a eles, produzindo estranhas enfermidades.
8ª) No mundo subumano das trevas os ovóides “são temidos e usados como verdadeiras armas de persuasão por espíritos com intenção de domínio, que podem aplicá-los tanto em encarnados quanto em desencarnados e por isso os ovóides são muito procurados por estes infelizes”.
9ª) Os ovóides em tratamento recebem todos os cuidados necessários, tanto de enfermeiros especializados, quanto dos seus tutores, pois a misericórdia de Deus a ninguém desampara e “assiste o homem através do próprio homem”. É impressionante o trabalho incansável, a extrema paciência e o amor incomensurável que os tarefeiros da Espiritualidade Maior dedicam aos necessitados colocados sob a sua responsabilidade.
Além dos espíritas interessados em aprofundar os seus conhecimentos sobre a Doutrina Espírita, aconselho a todos os médicos a lerem a obra em questão. Muitas doenças de diagnóstico aparentemente impossível, pelos meios conhecidos, têm nela a sua explicação e, conseqüente tratamento.
A 10 de fevereiro de 2006 fundei um grupo de Cura denominado “Equipe Dr. Bezerra de Menezes” com a ajuda da médium Sônia Aparecida Ferranti Tola, Edson Luís da Silva (então presidente do Centro Espírita “Amor, Fé e Caridade”) e sua esposa Sandra Márcia Saraiva Silva. A equipe é formada por clarividentes, clariaudientes, médiuns de psicofonia, psicografia e sustentação. Do lado dos desencarnados contamos com médicos, enfermeiros, atendentes, técnicos e outros abnegados benfeitores. O grupo é coeso e tem como dirigente o médium Ivan Celso B. Pinto, que é disciplinado e assíduo. Usamos nos trabalhos, ectoplasma, cromoterapia, vibrações, orações, etc. O atendimento é, normalmente, à distância, mas em alguns casos o doente participa da reunião. Atendemos encarnados e desencarnados (principalmente aqueles das regiões umbralinas. Tivemos curas até de câncer. Nem todos se curam, no entanto, por motivos que nós, espíritas, conhecemos.
Para elaborar o projeto, inspirei-me, em parte, no trabalho da escritora, articulista e seareira espírita Idalinda de Aguiar Mattos, que escreveu: “A |Luz pouco a pouco se vai fazendo na mente de todos os que, crendo em Deus, entretanto duvidam das forças ou recursos desconhecidos à humanidade. O homem está muito longe de entender os mistérios que o rodeiam. Além da escassez da nossa visão, existem acontecimentos extraordinários, demonstrando a sapiência e a bondade do Criador”.
Entre os mais diversos problemas atendidos, deparamos, até agora, com dois casos de ovóides. No primeiro caso, vários ovóides estavam implantados na coluna vertebral de uma senhora e no segundo, um no útero de outra senhora. Detectados pelas clarividentes, foram retirados, com a imprescindível ajuda e supervisão dos Espíritos.
Quanto mais a Ciência Oficial se aliar à Ciência do Espírito, mais recursos a Humanidade terá para a cura dos seus males!
Veja o video!!


Agua fluidificada,o que é?

O Que é Água Fluidificada? PDF Imprimir E-mail
A água fluidificada é a água normal, acrescida de fluidos curadores. Em termos de Espiritismo, entende-se por água fluidificada aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados à água. É a água magnetizada por fluidos.

Quem faz a fluidificação da água?

Em geral, são os Espíritos desencarnados que, durante as sessões de fluidoterapia, fluidificam a água, mas a água pode ser magnetizada tanto pelos fluidos espirituais quanto pelos fluidos dos homens encarnados, assim como ocorre com os passes, sendo necessário, para isso, da parte do indivíduo que irá realizar a fluidificação, a realização de preces e a imposição das mãos, a fim de direcionar os fluidos para o recipiente em que se encontrar a água.

Como é feita a fluidificação da água?

A água é um dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como que a base pura, em que a medicação Espiritual pode ser impressa. O processo é invisível aos olhos mortais, por isso, a confiança e a fé do paciente são partes essenciais para que tratamento alcance o efeito desejado. A água é um ótimo condutor de força eletro-magnética e absorverá os fluidos sobre ela projetados, conserva-los-á e os transmitirá ao organismo doente, quando ingerida. A água fluidificada expande os átomos físicos, ocasionando a entrada de átomos espirituais, ainda desconhecidos, e que servem para ajudar na cura.

Procedimentos para a fluidificação da água

Veja o artigo Como Fluidificar a Água.

Tipos de fluidificação da água

  • Fluidificação Magnética: É aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados na água por ação magnética da pessoa (encarnada) que coloca suas mãos sobre o recipiente com água e projeta seus próprios fluidos.
  • Fluidicação Espiritual: É aquela em que os Espíritos aplicam fluidos (sem intermediários) diretamente sobre os frascos com água. Na Fluidificação Espiritual a água não recebe fluidos magnéticos do indivíduo encarnado, mas somente os trazidos pelos Espíritos. A Fluidificação Espiritual é a mais comumente utilizada nos Centros Espíritas.
  • Fluidificação Mista: É uma modalidade de fluidificação onde se misturam os fluidos do indivíduo encarnado com os fluidos trazidos pelos Espíritos.
Como vimos, o processo de fluidificação da água independe da presença de médiuns curadores, pois os Espíritos podem aplicar os fluidos sem intermediários, diretamente sobre os frascos com água, além disso, qualquer pessoa pode fluidificar a água, basta ter fé e concentrar-se naquilo que estiver fazendo, projetando assim os seus próprios fluidos e recebendo o auxílio da Espiritualidade amiga, sempre presente.

Ação da água fluidificada no organismo

A água é uma molécula polar composta e é facilmente absorvida no nosso organismo. Por isso e aproveitando-se de algumas de suas propriedades (tensão superficial, condutividade elétrica e susceptibilidade magnética), é usada como agente do tratamento de fluidoterapia.
Todas as reações que acontecem no nosso organismo são em soluções aquosas, e as proteínas, membranas, enzimas, mitocôndrias e hormônios somente são funcionais na presença desta substância (água).
A ciência denomina a água de “Líquido Vital”. Uma vez fluidificada e ingerida, a água pode provocar os seguintes efeitos:
  • Inibição da formação de radicais livres, ou seja, diminuição dos processos oxidativos celulares, diminuição da taxa de produção de gás carbônico, aceleração dos processos de fagocitose, incremento na produção de linfócitos (células de defesa);
  • Observa-se na membrana celular uma maior mobilidades de íons Sódio e Potássio, melhorando o processo de osmose celular, tendo um efeito rejuvenescedor no organismo. Há uma distribuição no mecanismo de transporte de vários tipos de cátions, como é o caso do cálcio;
  • Efeitos sobre os hormônios receptores, ativação dos linfócitos por antígenos e várias lecitinas. O processo de polarização magnética induzida (imantação) da água no organismo produz a captura e precipitação do cálcio em excesso no meio celular;
  • Reposição da energia espiritual, renovando a estrutura perispiritual.
A terapêutica com a água fluidificada traz muitos benefícios ao organismo, apesar de não poder parar ou regredir as doenças geradas por resgates, doenças crônicas e degenerativas, porém facilita a ação medicamentosa e tem se mostrado eficiente na cura das doenças psicossomáticas. 

Conclusão

A água fluidificada, portanto, é uma água magnetizada, principalmente, pelos Espíritos, contendo, assim, alterações ocasionadas pelos fluidos salutares ali colocados e direcionados para o equilíbrio de alguma enfermidade física ou espiritual.
Para cada paciente o fluido medicamentoso será específico não só para a sua enfermidade física, mas também para as necessidades espirituais de cada um. Deve ser usada como um medicamento. Manda o bom senso que não se utilize remédios sem necessidade, portanto, da mesma maneira, só deve usar a água fluidificada quem de fato estiver necessitando dela. Tudo em excesso faz mal, não é mesmo.

Quem foi Ermance Dufaux,e sua importancia para o espiritismo..




Ermance de la Jonchére Dufaux nasceu em 1841, na cidade de Fontainebleau, França. Próxima a Paris, abrigava a residência oficial de Napoleão III e de outros nobres. O pai de Ermance, rico produtor de vinho e trigo, era um deles. Tradicional, a família Dufaux residia num castelo medieval, herança de seus antepassados.

Em 1853, a filha dos Dufaux começou a apresentar inquietante desequilíbrio nervoso e a fazer premonições. Por causa desse problema, seu pai procurou o célebre médico Cléver De Maldigny.

Pelo relato do Sr. Dufaux, o médico disse que Ermance parecia estar sofrendo de um novo distúrbio nervoso, que havia feito diversas vítimas na América e que, agora, estava chegando à Europa. As vítimas da doença entravam numa espécie de transe histérico e começavam a receber hipotéticas mensagens do Além.

O médico aconselhou o Sr. Dufaux a trazer Ermance a seu consultório, o mais rápido possível. Assim foi feito. Alguns dias depois, a mocinha comparecia à consulta.

Maldigny colocou um lápis na mão da menina e pediu que ela escrevesse o que lhe fosse impulsionado. Ermance começou a rir, gracejando, mas, de súbito, seu braço tomou vida própria e começou a escrever sozinho. Ao ver-se dominada por uma força estranha, Ermance assustou-se, largou o lápis e não quis continuar a experiência.
Maldigny examinou o papel e confirmou seu diagnóstico. Os pais de Ermance ficaram extremamente preocupados. Como a família era famosa na corte, a notícia logo se espalhou em Paris e Fontainebleau, chegando aos ouvidos do Marquês de Mirvile, famoso estudioso do Magnetismo.

O Marquês visitou o castelo dos Dufaux e pediu para examinar Ermance. Os pais aquiesceram, mas a mocinha teve que ser convencida. Por fim, Ermance colocou-se em posição de escrever e Mirvile perguntou ao invisível:

- Está presente o Espírito em que penso? Em caso positivo, queira escrever seu nome por intermédio da garota.
A mão de Ermance começou a se mover e escreveu:
- Não, mas um de seus parentes remotos.
- Pode escrever seu nome?
- Prefiro que meu nome venha diretamente à sua cabeça. Pense um instante.
- São Luís, rei de França (1), primo do primeiro nobre de minha família?
- Sim, eu mesmo.
- Vossa Majestade pode dar-me um prova de que é realmente o nosso grande rei?
- Ninguém nesta casa sabe que você e seus parentes me consideram o Anjo da Guarda da família.

Se Maligny via o caso de Ermance como doença, o Marquês também tinha suas explicações preconcebidas. Na sua opinião, ela apenas captava as idéias e pensamentos presentes no ambiente. Isso na melhor das hipóteses. Na pior, a jovem estava sendo intérprete do Diabo, pois, como católico, ele não acreditava que os mortos pudessem se comunicar. Uma análise conclusiva deveria ser feita pela Academia de Ciências de Paris.

O Sr. Dufaux, no entanto, não levou o caso adiante. Embora também fosse católico, ele preferiu acreditar que sua filha não era doente ou possessa, mas apenas uma intermediária entre os vivos e os mortos. A família foi se acostumando com o fato e a faculdade de Ermance passou a ser vista como uma coisa natural e positiva.

Os contatos com São Luís passaram a ser frequentes. Sob seu influxo, ela escreveu a autobiografia póstuma do rei canonizado, intitulada "A história de Luís IX, ditada por ele mesmo". Em 1854, esse texto foi publicado em livro, mas a Censura do Governo de Napoleão III proibiu a sua distribuição. Os censores acharam que algumas passagens podiam ser entendidas como críticas ao Imperador e à Igreja.

O posicionamento favorável dos Dufaux ao neo-espiritualismo (spiritualisme) gerou retaliações. Numa confissão, Ermance recusou-se a negar sua crença nos Espíritos, atribuindo suas mensagens a Satanás, e foi proibida de comungar. A Imperatriz também esfriou seu relacionamento com a família. No entanto, o Imperador Napoleão III ficou curioso e pediu para conhecer a Srta. Dufaux.

Ela foi recepcionada no Palácio de Fontainebleau e recebeu uma mensagem de Napoleão Bonaparte para o sobrinho. A mensagem respondia a uma pergunta mental de Luís Napoleão e seu estilo correspondia exatamente ao de Bonaparte.

Com o tempo, os Espíritos também começaram a falar por Ermance. Em 1855, com 14 anos, Ermance publica seu segundo livro "spiritualiste" (na época, não existiam os termos espírita, mediunidade, etc). O primeiro a ser distribuído e vendido: "A história de Joana D'Arc, ditada por ela mesma" (Editora Meluu, Paris).

Segundo Canuto Abreu, a família Dufaux conheceu Allan Kardec na noite do dia 18 de abril de 1857. O Codificador teria dado uma pequena recepção em seu apartamento e os Dufaux foram levados por Madame Planemaison, grande amiga do professor lionês.

No final da reunião, Ermance recebeu uma belíssima mensagem de São Luís, que, a partir dali, tornaria-se uma espécie de supervisor espiritual dos trabalhos do Mestre. Segundo o ex-rei, Ermance, assim como Kardec, era uma druidesa reencarnada. Os laços entre os dois se estreitaram e ela se tornou a principal médium das reuniões domésticas do Prof. Rivail.

No final de 1857, Kardec teve a idéia de publicar um periódico espírita e quis ouvir a opinião dos guias espirituais. Ermance foi a médium escolhida e, através dela, um Espírito deu várias e ótimas orientações ao Mestre de Lion. O órgão ganhou o nome de "Revista Espírita" e foi lançado em Janeiro do ano seguinte.

Como o apartamento de Allan Kardec ficou pequeno para o grande número de frequentadores da sua reunião, alguns dos participantes decidiram alugar um local maior.

Para isso, porém, precisavam de uma autorização legal. O Sr. Dufaux encarregou-se de obter o aval das autoridades, conseguindo em quinze dias o que, normalmente, levaria três meses. Conquistada a liberação, o Codificador e seus discípulos fundaram a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em Abril de 1858. Ermance foi uma das sócias fundadoras.

Durante o ano de 1858, Ermance recebeu mais duas autobiografias mediúnicas. Desta vez, os autores foram os reis franceses Luís XI e Carlos VIII. O Codificador elogiou o trabalho da Srta. Dufaux (2) e transcreveu trechos das "Confissões de Luís XI" na Revista Espírita(3). Nesse mesmo ano, Kardec divulgou três mensagens psicografadas pela jovem sensitiva (4). Não temos notícia sobre a possível publicação das memórias de Carlos VIII.

Canuto Abreu revelou que Rivail a utilizou como médium na revisão da 2ª edição de O Livro dos Espíritos.

Em 1859, Ermance não é mais citada como membro da SPEE nas páginas do mensário kardeciano. Isso leva-nos a crer que ela teria saído da Sociedade. Outro indício dessa suposição é que São Luís passou a se comunicar através de outros sensitivos (Sr. Rose, Sr. Collin, Sra. Costel e Srta. Huet). Não há, igualmente, registros da continuidade do seu trabalho em outros grupos.

O que teria acontecido com Ermance? Teria casado e deixado a militância, como Ruth Japhet e as meninas Baudin? Teria se desentendido com Kardec? Teria mudado da França? Teria desanimado com o Espiritismo? São perguntas que só ela poderia responder. Seja como for, o Codificador continuou a divulgar seu trabalho. Em 1860, ele noticiou a reedição de "A história de Joana D'Arc ditada por ela mesma", pela Livraria Lendoyen de Paris.

Em 1861, enviou vários exemplares desse livro, junto com suas obras, para o editor francês Maurice Lachâtre, que se encontrava exilado em Barcelona, Espanha. O objetivo era a divulgação do Espiritismo em solo espanhol. Esses volumes acabaram confiscados e queimados em praça pública pela Igreja Católica no famoso Auto-de-fé de Barcelona.

"A história de Luís IX ditada por ele mesmo", foi liberada pela Censura e finalmente publicada pela revista La Verité de Paris em 1864. No início de 1997, a editora brasileira Edições LFU traduziu "A história de Joana D'Arc" para o português.

NOTAS:
(1) Rei francês, filho de Luís VIII e Branca de Castela, nascido em 1215, coroado em 1226 e morto em 1270. Luís IX teve um reinado bastante conturbado. Até 1236 enfrentou a Revolta dos Vassalos e a Guerra dos Albigenses. Venceu duas batalhas contra os ingleses em 1242. Em 1249, organizou uma Cruzada, foi vencido e aprisionado. Resgatado, ficou na Palestina até 1252, quando voltou à França. Empreendeu mais uma Cruzada e morreu de peste ao desembarcar em Tunis. Foi canonizado pela Igreja em 1297.
(2) Página 30 do Volume 1858, EDICEL.
(3) Páginas 73, 148 e 175, ibidem.
(4) Páginas 137, 167 e 317, ibidem.


BIBLIOGRAFIA
ABREU, 1992.
KARDEC, 1993.
KARDEC,
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