quarta-feira, 10 de julho de 2013

O qué ovoides? espiritismo


Os ovóides são pouco conhecidos da maioria dos espíritas e, praticamente, desconhecidos entre os não espíritas.
No Dicionário de Filosofia Espírita, de L. Palhano Júnior-Edições CELD, encontramos a seguinte definição de ovóide: “(semelhante ao ovo; forma de ovo) Formação atípica do perispírito causada por um forte monoideísmo de espíritos que se mantêm em idéias fixas, alienando-se  dos mais simples cuidados de integridade pessoal. Há um definhamentoá um definhamento do corpo espiritual, com miniaturização. Esse fenômeno pode ocorrer também sob o domínio hipnótico de entidades experientes, não só por questões de ordem inferior, mas também para determinadas operações, como nos preparativos reencarnatórios. Essas informações são encontradas nas obras mediúnicas ditadas pelo Espírito André Luís ao médium Chico Xavier”.
Embora, atualmente, possamos contar com informações mais pormenorizadas, como veremos adiante, vamos começar por André Luís. Acompanhando Gúbio, seu instrutor, André penetra numa região sombria, em missão de salvamento de irmãos sofredores e, também, para aprender. Vejamos como ele descreve o seu encontro com ovóides:
“Ante o intervalo espontâneo, reparei não longe de nós, como que ligadas às personalidades sob nosso exame, certas formas indecisas, obscuras. Semelhavam-se a pequenas esferas ovóides, cada uma das quais pouco maior que um crânio humano. Variavam profundamente nas particularidades. Algumas denunciavam movimentos próprios, ao jeito de grandes amebas, respirando naquele clima espiritual; outras, contudo, pareciam em repouso, aparentemente inertes, ligadas ao halo vital das personalidades em movimento”. (“Libertação”, FEB, p.84)
Em “Evolução em Dois Mundos”, psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, também da FEB, p. 91, encontramos a seguinte explicação:
“Sentindo-se em clima adverso ao seu modo de ser, o homem primitivo, desenfaixado do envoltório físico, recusa-se ao movimento na esfera extra-física, submergindo-se lentamente, na atrofia das células que lhe tecem o corpo espiritual, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo fisiológico.
Nesse período, afirmamos habitualmente que o desencarnado perdeu o seu corpo espiritual, transubstanciando-se num corpo ovóide, o que ocorre, aliás, a inúmeros desencarnados outros, em situação de desequilíbrio, cabendo-nos notar que essa forma, segundo a nossa maneira habitual de percepção, expressa o corpo mental da individualidade, a encerrar consigo, conforme os princípios ontogenéticos da Criação Divina, todos os órgãos vitais de exteriorização da alma, nos círculos terrestres e espirituais, assim como o ovo, aparentemente simples, guarda hoje a ave poderosa de amanhã, ou como a semente minúscula, que conserva nos tecidos embrionários a árvore vigorosa em que se transformará no porvir”.
O grande escritor, tradutor, educador e filósofo brasileiro Huberto Rohden, desencarnado em 1981, que não era espírita, ditou, segundo o jornalista Jávier Godinho (Revista Espírita Allan Kardec nº. 38- p.36, Gráfica e Editora Paulo de Tarso) através do médium Luis Antônio Milecco o livro “Meu Além de Dentro e de Fora”, com o pseudônimo de Delfos. Logo imediatamente à apresentação, ele conta o que aprendeu quando levado pelo instrutor Rufus, visitou um cemitério de ovóides.
“_ Fui conduzido a um estranho compartimento da instituição que me abrigava.
Era uma sala um tanto espaçosa, escura e cheia de pequenas caixas retangulares, semelhantes a caixões de natimortos (nascidos mortos). Todavia, o que me deixou mais perplexo não foram as aparentes caixinhas mortuárias, mas o que estava dentro delas. Tratava-se de formas ovóides, que variavam em seu tamanho: algumas tinham a dimensão de um crânio humano, outras chegavam quase à estatura de um ovo de galinha”.
Jávier Godinho, na revista citada, conta-nos que se encontrava em Deuslândia, povoado do município de Brazabrantes (Goiás) acompanhando o trabalho do médium Geraldo Inácio da Silva, no Centro Espírita “Eurípedes Barsanulfo”. Geraldo é um peão da roça, totalmente cego da vista direita e com menos de 20% de visão na esquerda. Só tem o primeiro ano primário e, desde pequenino, vê, ouve e conversa com espíritos.
“Numa dessas ocasiões, repleta a Sala do Evangelho, onde os interessados assistem a palestras sobre a Doutrina Espírita, aguardando ser por ele recebidas, Geraldo veio pedir orações e vibrações para ajudar a equipe de Eurípedes Barsanulfo numa difícil intervenção cirúrgica que seria realizada para separação dos perispíritos de uma senhora encarnada e de dois desencarnados.
_ Venha comigo – chamou-nos, e o acompanhamos à cabine, onde o aguardavam uma jovem dos seus 25 anos, deitada de costas na maca, tendo a seu lado o pai, a mãe e um irmão, além de duas médiuns.
Feita a prece e iniciados os passes, Geraldo pediu detalhes e o pai respondeu que a moça estava com anemia profunda. Submetida a mil e um exames, tratamento médico rigoroso, um caminhão de remédios e transfusões de sangue, ela se mostrava cada vez mais fraca, mais fraca cada vez.
Concentrado, o médium passou as mãos abertas a alguns centímetros de todo seu corpo, terminando na perna direita, num gesto como se expulsasse alguma coisa. Com excelente bom humor, uma de suas características, determinou à donzela:
_ Agora você se levanta e vai viver normalmente. Cada dia que passar, você vai se sentir mais forte e melhor. A anemia acabou de sair pela ponta do seu pé…
Ela obedeceu e, embora tivesse chegado quase carregada pelos familiares, sozinha calçou os sapatos e saiu caminhando, espantada, porta afora, seguida pelo pai, mãe e irmão, mais atônitos ainda.
A sós conosco, Geraldo explicou:
_ Eu não podia dizer a verdade. Eles não compreenderiam. A moça tinha dois ovóides, um de cada lado do tronco, que lhe sugavam toda a energia. Os médicos que trabalham com seu Eurípedes os retiraram e vão cuidar deles, para que um dia também se recuperem…”
Uma obra escrita há poucos anos, “Ícaro Redimido” (Editora INEDE), traz um grande contributo ao estudo dos ovóides. O autor espiritual é Adamastor, pseudônimo de um médico que viveu na França no final do século dezenove e se transferiu para o Brasil. O médium que o psicografou é o médico homeopata e professor de homeopatia Gilson Teixeira Freire. Os termos científicos usados na obra são entendidos pelos leigos graças a notas explicativas no rodapé das páginas e a um glossário no final. O Capítulo 8 é todo dedicado a informações sobre ovóides. Vamos ver algumas delas, resumidamente:
1ª) Os ovóides podem ter origens diferentes. O autor cita os suicidas e os que são filhos do ódio, centralizados em monoideísmo de revolta e vingança.
2ª) “O ovóide é uma verdadeira regressão biológica, representando o colapso da forma e da consciência. O processo se efetua através de paulatinas degradações em que a configuração humana se contrai inicialmente pela perda dos membros e redução significativa do tronco, até que se estaciona em sua forma final, assemelhando-se a uma mórula embrionária agigantada, pois guarda dimensões que variam entre as de uma laranja e as de um crânio de recém-nascido. A alta densidade da psicosfera envolve-o em uma névoa, tornando-lhe os contornos imprecisos e emprestando-lhe um aspecto gelatinoso, como os embrióides. Sua membrana externa acinzentada, à semelhança da mórula, apresenta desenhos losangulares arredondados”.
3ª) A atividade vital dos ovóides é fraca, os órgãos internos se apresentam reduzidos em suas formas embrionárias, o coração bate fraco, o sistema nervoso também se acha retrocedido aos primórdios de seu desenvolvimento embrionário, os nervos cranianos acham-se presentes e sua temperatura é instável.
4ª) Quando o ovóide não está acomodado em um hospedeiro, ele verte uma secreção pegajosa, que o ajuda a fixar-se em qualquer superfície em que esteja. Através de uma ventosa ele se alimenta de vibrações.
5ª) Instalam-se os ovóides, preferencialmente na mente humana, pois se alimentam das emanações psíquicas de suas vítimas. Comumente se alojam na fronte de seus hospedeiros em íntima conexão com o centro cerebral, levando-os ao esgotamento das energias psíquicas e ocasionando graves transtornos mentais.
6ª) Para que a parasitose se instale há necessidade de sintonia entre a vítima e o algoz.
7ª) Existem ovóides tão intensamente atados aos seus hospedeiros desencarnados, que reencarnam jungidos a eles, produzindo estranhas enfermidades.
8ª) No mundo subumano das trevas os ovóides “são temidos e usados como verdadeiras armas de persuasão por espíritos com intenção de domínio, que podem aplicá-los tanto em encarnados quanto em desencarnados e por isso os ovóides são muito procurados por estes infelizes”.
9ª) Os ovóides em tratamento recebem todos os cuidados necessários, tanto de enfermeiros especializados, quanto dos seus tutores, pois a misericórdia de Deus a ninguém desampara e “assiste o homem através do próprio homem”. É impressionante o trabalho incansável, a extrema paciência e o amor incomensurável que os tarefeiros da Espiritualidade Maior dedicam aos necessitados colocados sob a sua responsabilidade.
Além dos espíritas interessados em aprofundar os seus conhecimentos sobre a Doutrina Espírita, aconselho a todos os médicos a lerem a obra em questão. Muitas doenças de diagnóstico aparentemente impossível, pelos meios conhecidos, têm nela a sua explicação e, conseqüente tratamento.
A 10 de fevereiro de 2006 fundei um grupo de Cura denominado “Equipe Dr. Bezerra de Menezes” com a ajuda da médium Sônia Aparecida Ferranti Tola, Edson Luís da Silva (então presidente do Centro Espírita “Amor, Fé e Caridade”) e sua esposa Sandra Márcia Saraiva Silva. A equipe é formada por clarividentes, clariaudientes, médiuns de psicofonia, psicografia e sustentação. Do lado dos desencarnados contamos com médicos, enfermeiros, atendentes, técnicos e outros abnegados benfeitores. O grupo é coeso e tem como dirigente o médium Ivan Celso B. Pinto, que é disciplinado e assíduo. Usamos nos trabalhos, ectoplasma, cromoterapia, vibrações, orações, etc. O atendimento é, normalmente, à distância, mas em alguns casos o doente participa da reunião. Atendemos encarnados e desencarnados (principalmente aqueles das regiões umbralinas. Tivemos curas até de câncer. Nem todos se curam, no entanto, por motivos que nós, espíritas, conhecemos.
Para elaborar o projeto, inspirei-me, em parte, no trabalho da escritora, articulista e seareira espírita Idalinda de Aguiar Mattos, que escreveu: “A |Luz pouco a pouco se vai fazendo na mente de todos os que, crendo em Deus, entretanto duvidam das forças ou recursos desconhecidos à humanidade. O homem está muito longe de entender os mistérios que o rodeiam. Além da escassez da nossa visão, existem acontecimentos extraordinários, demonstrando a sapiência e a bondade do Criador”.
Entre os mais diversos problemas atendidos, deparamos, até agora, com dois casos de ovóides. No primeiro caso, vários ovóides estavam implantados na coluna vertebral de uma senhora e no segundo, um no útero de outra senhora. Detectados pelas clarividentes, foram retirados, com a imprescindível ajuda e supervisão dos Espíritos.
Quanto mais a Ciência Oficial se aliar à Ciência do Espírito, mais recursos a Humanidade terá para a cura dos seus males!
Veja o video!!


Agua fluidificada,o que é?

O Que é Água Fluidificada? PDF Imprimir E-mail
A água fluidificada é a água normal, acrescida de fluidos curadores. Em termos de Espiritismo, entende-se por água fluidificada aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados à água. É a água magnetizada por fluidos.

Quem faz a fluidificação da água?

Em geral, são os Espíritos desencarnados que, durante as sessões de fluidoterapia, fluidificam a água, mas a água pode ser magnetizada tanto pelos fluidos espirituais quanto pelos fluidos dos homens encarnados, assim como ocorre com os passes, sendo necessário, para isso, da parte do indivíduo que irá realizar a fluidificação, a realização de preces e a imposição das mãos, a fim de direcionar os fluidos para o recipiente em que se encontrar a água.

Como é feita a fluidificação da água?

A água é um dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como que a base pura, em que a medicação Espiritual pode ser impressa. O processo é invisível aos olhos mortais, por isso, a confiança e a fé do paciente são partes essenciais para que tratamento alcance o efeito desejado. A água é um ótimo condutor de força eletro-magnética e absorverá os fluidos sobre ela projetados, conserva-los-á e os transmitirá ao organismo doente, quando ingerida. A água fluidificada expande os átomos físicos, ocasionando a entrada de átomos espirituais, ainda desconhecidos, e que servem para ajudar na cura.

Procedimentos para a fluidificação da água

Veja o artigo Como Fluidificar a Água.

Tipos de fluidificação da água

  • Fluidificação Magnética: É aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados na água por ação magnética da pessoa (encarnada) que coloca suas mãos sobre o recipiente com água e projeta seus próprios fluidos.
  • Fluidicação Espiritual: É aquela em que os Espíritos aplicam fluidos (sem intermediários) diretamente sobre os frascos com água. Na Fluidificação Espiritual a água não recebe fluidos magnéticos do indivíduo encarnado, mas somente os trazidos pelos Espíritos. A Fluidificação Espiritual é a mais comumente utilizada nos Centros Espíritas.
  • Fluidificação Mista: É uma modalidade de fluidificação onde se misturam os fluidos do indivíduo encarnado com os fluidos trazidos pelos Espíritos.
Como vimos, o processo de fluidificação da água independe da presença de médiuns curadores, pois os Espíritos podem aplicar os fluidos sem intermediários, diretamente sobre os frascos com água, além disso, qualquer pessoa pode fluidificar a água, basta ter fé e concentrar-se naquilo que estiver fazendo, projetando assim os seus próprios fluidos e recebendo o auxílio da Espiritualidade amiga, sempre presente.

Ação da água fluidificada no organismo

A água é uma molécula polar composta e é facilmente absorvida no nosso organismo. Por isso e aproveitando-se de algumas de suas propriedades (tensão superficial, condutividade elétrica e susceptibilidade magnética), é usada como agente do tratamento de fluidoterapia.
Todas as reações que acontecem no nosso organismo são em soluções aquosas, e as proteínas, membranas, enzimas, mitocôndrias e hormônios somente são funcionais na presença desta substância (água).
A ciência denomina a água de “Líquido Vital”. Uma vez fluidificada e ingerida, a água pode provocar os seguintes efeitos:
  • Inibição da formação de radicais livres, ou seja, diminuição dos processos oxidativos celulares, diminuição da taxa de produção de gás carbônico, aceleração dos processos de fagocitose, incremento na produção de linfócitos (células de defesa);
  • Observa-se na membrana celular uma maior mobilidades de íons Sódio e Potássio, melhorando o processo de osmose celular, tendo um efeito rejuvenescedor no organismo. Há uma distribuição no mecanismo de transporte de vários tipos de cátions, como é o caso do cálcio;
  • Efeitos sobre os hormônios receptores, ativação dos linfócitos por antígenos e várias lecitinas. O processo de polarização magnética induzida (imantação) da água no organismo produz a captura e precipitação do cálcio em excesso no meio celular;
  • Reposição da energia espiritual, renovando a estrutura perispiritual.
A terapêutica com a água fluidificada traz muitos benefícios ao organismo, apesar de não poder parar ou regredir as doenças geradas por resgates, doenças crônicas e degenerativas, porém facilita a ação medicamentosa e tem se mostrado eficiente na cura das doenças psicossomáticas. 

Conclusão

A água fluidificada, portanto, é uma água magnetizada, principalmente, pelos Espíritos, contendo, assim, alterações ocasionadas pelos fluidos salutares ali colocados e direcionados para o equilíbrio de alguma enfermidade física ou espiritual.
Para cada paciente o fluido medicamentoso será específico não só para a sua enfermidade física, mas também para as necessidades espirituais de cada um. Deve ser usada como um medicamento. Manda o bom senso que não se utilize remédios sem necessidade, portanto, da mesma maneira, só deve usar a água fluidificada quem de fato estiver necessitando dela. Tudo em excesso faz mal, não é mesmo.

Quem foi Ermance Dufaux,e sua importancia para o espiritismo..




Ermance de la Jonchére Dufaux nasceu em 1841, na cidade de Fontainebleau, França. Próxima a Paris, abrigava a residência oficial de Napoleão III e de outros nobres. O pai de Ermance, rico produtor de vinho e trigo, era um deles. Tradicional, a família Dufaux residia num castelo medieval, herança de seus antepassados.

Em 1853, a filha dos Dufaux começou a apresentar inquietante desequilíbrio nervoso e a fazer premonições. Por causa desse problema, seu pai procurou o célebre médico Cléver De Maldigny.

Pelo relato do Sr. Dufaux, o médico disse que Ermance parecia estar sofrendo de um novo distúrbio nervoso, que havia feito diversas vítimas na América e que, agora, estava chegando à Europa. As vítimas da doença entravam numa espécie de transe histérico e começavam a receber hipotéticas mensagens do Além.

O médico aconselhou o Sr. Dufaux a trazer Ermance a seu consultório, o mais rápido possível. Assim foi feito. Alguns dias depois, a mocinha comparecia à consulta.

Maldigny colocou um lápis na mão da menina e pediu que ela escrevesse o que lhe fosse impulsionado. Ermance começou a rir, gracejando, mas, de súbito, seu braço tomou vida própria e começou a escrever sozinho. Ao ver-se dominada por uma força estranha, Ermance assustou-se, largou o lápis e não quis continuar a experiência.
Maldigny examinou o papel e confirmou seu diagnóstico. Os pais de Ermance ficaram extremamente preocupados. Como a família era famosa na corte, a notícia logo se espalhou em Paris e Fontainebleau, chegando aos ouvidos do Marquês de Mirvile, famoso estudioso do Magnetismo.

O Marquês visitou o castelo dos Dufaux e pediu para examinar Ermance. Os pais aquiesceram, mas a mocinha teve que ser convencida. Por fim, Ermance colocou-se em posição de escrever e Mirvile perguntou ao invisível:

- Está presente o Espírito em que penso? Em caso positivo, queira escrever seu nome por intermédio da garota.
A mão de Ermance começou a se mover e escreveu:
- Não, mas um de seus parentes remotos.
- Pode escrever seu nome?
- Prefiro que meu nome venha diretamente à sua cabeça. Pense um instante.
- São Luís, rei de França (1), primo do primeiro nobre de minha família?
- Sim, eu mesmo.
- Vossa Majestade pode dar-me um prova de que é realmente o nosso grande rei?
- Ninguém nesta casa sabe que você e seus parentes me consideram o Anjo da Guarda da família.

Se Maligny via o caso de Ermance como doença, o Marquês também tinha suas explicações preconcebidas. Na sua opinião, ela apenas captava as idéias e pensamentos presentes no ambiente. Isso na melhor das hipóteses. Na pior, a jovem estava sendo intérprete do Diabo, pois, como católico, ele não acreditava que os mortos pudessem se comunicar. Uma análise conclusiva deveria ser feita pela Academia de Ciências de Paris.

O Sr. Dufaux, no entanto, não levou o caso adiante. Embora também fosse católico, ele preferiu acreditar que sua filha não era doente ou possessa, mas apenas uma intermediária entre os vivos e os mortos. A família foi se acostumando com o fato e a faculdade de Ermance passou a ser vista como uma coisa natural e positiva.

Os contatos com São Luís passaram a ser frequentes. Sob seu influxo, ela escreveu a autobiografia póstuma do rei canonizado, intitulada "A história de Luís IX, ditada por ele mesmo". Em 1854, esse texto foi publicado em livro, mas a Censura do Governo de Napoleão III proibiu a sua distribuição. Os censores acharam que algumas passagens podiam ser entendidas como críticas ao Imperador e à Igreja.

O posicionamento favorável dos Dufaux ao neo-espiritualismo (spiritualisme) gerou retaliações. Numa confissão, Ermance recusou-se a negar sua crença nos Espíritos, atribuindo suas mensagens a Satanás, e foi proibida de comungar. A Imperatriz também esfriou seu relacionamento com a família. No entanto, o Imperador Napoleão III ficou curioso e pediu para conhecer a Srta. Dufaux.

Ela foi recepcionada no Palácio de Fontainebleau e recebeu uma mensagem de Napoleão Bonaparte para o sobrinho. A mensagem respondia a uma pergunta mental de Luís Napoleão e seu estilo correspondia exatamente ao de Bonaparte.

Com o tempo, os Espíritos também começaram a falar por Ermance. Em 1855, com 14 anos, Ermance publica seu segundo livro "spiritualiste" (na época, não existiam os termos espírita, mediunidade, etc). O primeiro a ser distribuído e vendido: "A história de Joana D'Arc, ditada por ela mesma" (Editora Meluu, Paris).

Segundo Canuto Abreu, a família Dufaux conheceu Allan Kardec na noite do dia 18 de abril de 1857. O Codificador teria dado uma pequena recepção em seu apartamento e os Dufaux foram levados por Madame Planemaison, grande amiga do professor lionês.

No final da reunião, Ermance recebeu uma belíssima mensagem de São Luís, que, a partir dali, tornaria-se uma espécie de supervisor espiritual dos trabalhos do Mestre. Segundo o ex-rei, Ermance, assim como Kardec, era uma druidesa reencarnada. Os laços entre os dois se estreitaram e ela se tornou a principal médium das reuniões domésticas do Prof. Rivail.

No final de 1857, Kardec teve a idéia de publicar um periódico espírita e quis ouvir a opinião dos guias espirituais. Ermance foi a médium escolhida e, através dela, um Espírito deu várias e ótimas orientações ao Mestre de Lion. O órgão ganhou o nome de "Revista Espírita" e foi lançado em Janeiro do ano seguinte.

Como o apartamento de Allan Kardec ficou pequeno para o grande número de frequentadores da sua reunião, alguns dos participantes decidiram alugar um local maior.

Para isso, porém, precisavam de uma autorização legal. O Sr. Dufaux encarregou-se de obter o aval das autoridades, conseguindo em quinze dias o que, normalmente, levaria três meses. Conquistada a liberação, o Codificador e seus discípulos fundaram a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em Abril de 1858. Ermance foi uma das sócias fundadoras.

Durante o ano de 1858, Ermance recebeu mais duas autobiografias mediúnicas. Desta vez, os autores foram os reis franceses Luís XI e Carlos VIII. O Codificador elogiou o trabalho da Srta. Dufaux (2) e transcreveu trechos das "Confissões de Luís XI" na Revista Espírita(3). Nesse mesmo ano, Kardec divulgou três mensagens psicografadas pela jovem sensitiva (4). Não temos notícia sobre a possível publicação das memórias de Carlos VIII.

Canuto Abreu revelou que Rivail a utilizou como médium na revisão da 2ª edição de O Livro dos Espíritos.

Em 1859, Ermance não é mais citada como membro da SPEE nas páginas do mensário kardeciano. Isso leva-nos a crer que ela teria saído da Sociedade. Outro indício dessa suposição é que São Luís passou a se comunicar através de outros sensitivos (Sr. Rose, Sr. Collin, Sra. Costel e Srta. Huet). Não há, igualmente, registros da continuidade do seu trabalho em outros grupos.

O que teria acontecido com Ermance? Teria casado e deixado a militância, como Ruth Japhet e as meninas Baudin? Teria se desentendido com Kardec? Teria mudado da França? Teria desanimado com o Espiritismo? São perguntas que só ela poderia responder. Seja como for, o Codificador continuou a divulgar seu trabalho. Em 1860, ele noticiou a reedição de "A história de Joana D'Arc ditada por ela mesma", pela Livraria Lendoyen de Paris.

Em 1861, enviou vários exemplares desse livro, junto com suas obras, para o editor francês Maurice Lachâtre, que se encontrava exilado em Barcelona, Espanha. O objetivo era a divulgação do Espiritismo em solo espanhol. Esses volumes acabaram confiscados e queimados em praça pública pela Igreja Católica no famoso Auto-de-fé de Barcelona.

"A história de Luís IX ditada por ele mesmo", foi liberada pela Censura e finalmente publicada pela revista La Verité de Paris em 1864. No início de 1997, a editora brasileira Edições LFU traduziu "A história de Joana D'Arc" para o português.

NOTAS:
(1) Rei francês, filho de Luís VIII e Branca de Castela, nascido em 1215, coroado em 1226 e morto em 1270. Luís IX teve um reinado bastante conturbado. Até 1236 enfrentou a Revolta dos Vassalos e a Guerra dos Albigenses. Venceu duas batalhas contra os ingleses em 1242. Em 1249, organizou uma Cruzada, foi vencido e aprisionado. Resgatado, ficou na Palestina até 1252, quando voltou à França. Empreendeu mais uma Cruzada e morreu de peste ao desembarcar em Tunis. Foi canonizado pela Igreja em 1297.
(2) Página 30 do Volume 1858, EDICEL.
(3) Páginas 73, 148 e 175, ibidem.
(4) Páginas 137, 167 e 317, ibidem.


BIBLIOGRAFIA
ABREU, 1992.
KARDEC, 1993.
KARDEC,
_____________

terça-feira, 25 de junho de 2013

Além da Matéria: Legião - Um olhar sobre o reino das sombras - Ânge...

Além da Matéria: Legião - Um olhar sobre o reino das sombras - Ânge...: Download do Livro em PDF Legião foi o primeiro dos muitos livros que li da "parceria" Robson Pinheiro/Ângelo Inácio. Apai...

Distinções na Umbanda existe!

Hoje existe na Bahia ,no Brasil terreiros Ijeisha ,descendentes  dos Ijesha Yorubanos ,mais ou menos cinco,terreiros QUETE,dependentes dos negros Ketu e que reunem quase tudo que se chama de cultura nagô são mais numerosas mais de vinte ,terreiros gêge,que se seguem a tradição dahomeana,em numero de seis,terreiros de angola três ,terreiros congo um ,terreiros de caboclos,ou seja ,que reunem a cultura dos espiritos indigenas ás dnvindades africanas uma dezena e por fim terreiros sincreticos queto-ijesha dois ,queto-gege um angola-ijesha dois congo-angola um caboclo-angola sete e mesmo queto-caboclo,o que é mais surpreendente ,pois o negros de guine são mais impermeaveis que os bantos a influencia do meio do indio um Não ha mais nação muculmana;apenas uma linha muculmana,isté ,o Islam não subsiste senão como leitmotiv liturgico.Existe ,por fim,um lugar cheio de terreiros diversos com o nome de Bogun.Ate nos toques de atabaques se diferem ok.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

cromoterapia 02( espiritualismo)

Cromoterapia

O objetivo deste trabalho é estimular a autopercepção mais clara e consciente, deste modo trazer mais cor às nossas vidas.

No ensinamento Ocultista, a cor, o som e o aroma são os três remédios básicos contra as doenças humanas. O método de cura vem a ser a criação de harmonia e de equilíbrio na mente e no corpo. Qualquer interferência na harmonia do corpo venha de fora ou de dentro, de uma infecção ou lesão, do medo ou de pensamento errado, leva as forças da natureza a atuarem para provocar a cura. Toda cura depende da atitude mental da pessoa.

Porque um trabalho sobre Cor? 

Quando fiz o seminário sobre Chakras, há dois anos atrás, tive minha curiosidade aguçada para as cores de cada um, começando assim a pesquisa sobre como tratá-los.

Inicialmente as pesquisas giraram em conhecer os Chakras e energizá-los com imposição de mãos, participação no Grupo de Passe. Aí, surgiu a idéia de pesquisar a

Cromoterapia, onde verifiquei que é uma Ciência Energética (conhecimento da força) capaz de restaurar o equilíbrio em qualquer função orgânica.

Neste ensaio, trago minha contribuição para fortalecimento da atual visão sobre a Cromoterapia, trabalhada em grupo de atendimento espiritual.

Em meu trabalho anterior, no seminário de conclusão do quarto ano, fiz uma pesquisa onde repassei apenas os ensinamentos ditados por diversos autores.

No presente ensaio, trato quase que exclusivamente de técnicas aprendidas e usadas pessoalmente ou em grupo de atendimento Espiritual na Casa do Jardim, onde atendemos diversos níveis de descontrole energético, desde um simples sangramento nasal até hemorragias uterinas, dores em diversos órgãos, lesões ósseas etc.etc...

Aqui, discorro sobre os seguintes assuntos: Cromoterapia na História, Aura, Chakras, Mecanismos da Cromoterapia, Função e Aplicação das Cores, as cores de compostos químicos quando submetidos ao bico de “Bunsen”, as Doenças e a Dinâmica de Atendimento, resultados obtidos com o atendimento personalizado ou em grupo de atendimento espiritual na Casa do Jardim.
É sabido que a Cromoterapia não é um tratamento novo, mas a aplicação de novos conhecimentos para tonificação das células e o equilíbrio energético para obter saúde mais íntegra e completa.

CROMOTERAPIA NA HISTÓRIA 
A origem da Cromoterapia remonta no tempo, assim como muitas terapias naturais, um dos registros mais antigos dos poderes mágicos da cor pode ser encontrado nas grutas de Lascaux e Altamira, nas quais pinturas decorativas de diversos animais e seres humanos adornam as paredes internas das cavernas.

As antigas escolas de ocultismo, da mística, astrologia, alquimia e esoterismo ensinavam a buscar o conhecimento da essência do ser humano, em diversos corpos (físico energético e espiritual). Todas elas têm por fundamento a pesquisa da Verdade, através da Arte, Ciência, Filosofia e Religião, para compreender a natureza da criatura humana, bem como de onde ela veio qual a sua missão no planeta Terra e para onde se destina.

O uso das cores para a cura de diversos males era feito através de sacerdotes-médicos, com no antigo Egito, e de filósofos-médicos como na Grécia na Índia e na China.
Assim podemos dizer que os países precursores da Cromoterapia foram Egito, Grécia, Índia e China.
No Egito, tivemos a figura que foi considerada o “Pai Universal da Medicina”, Imhontep, pertenceu a III Dinastia (2.800 a.C.), vizir, médico, arquiteto e sábio da época, mestre do Grande Templo da Medicina de Heliópolis, onde se transmitia a arte de curar.

Na Grécia, Hipócrates, Galeno e Celso, médicos gregos, recomendavam o banho de sol para recuperar pessoas enfermas. Pitágoras, há 2.500 anos, descobriu que as vibrações diapasão das notas musicais seguiam uma proporção matemática, uma correspondência nos cumprimentos de onda do espectro luminoso. Sendo a nota Lá, correspondente à cor violeta com 400 Hz. Platão dedicado ao estudo da metafísica e da geometria, chegou à conclusão que os cinco sólidos regulares estão inter-relacionados com a estrutura do corpo humano, tendo uma correlação com as cores.

A Índia muito contribuiu na descoberta das leis de cura, A filosofia Oriental, explica que no corpo energético observam-se manifestados os chakras ou centros de força, que evidenciam a energia existente no organismo humano. A energia vital ou prana, indispensável para o desenvolvimento dos seres é recolhida à noite, quando os raios cósmicos nos atingem. Na Índia desenvolveu-se a Medicina Ayur-Védica, que significa Conhecimento da Vida, que trata de diversas terapias; plantas, dietética, massagem, limpeza interna, respiração, som e cor, formando uma medicina total.

A medicina chinesa emprega uma forma diferente para seu diagnóstico, tendo quatro fases; observar, auscultar, questionar e apalpar ou sentir. Pela coloração do paciente concluía qual o órgão que estava em disfunção. Seus filósofos desenvolveram a teoria da dualidade, que chamavam de yin e yang. Os princípios negativo e positivo, feminino e masculino da vida universal. Portanto, a Cromoterapia é uma ciência divina, não um culto ou moda recentemente inventada, na história ela tem sido empregada para estabelecer o equilíbrio e a harmonia, para acalmar e sustentar, para sarar e restaurar e criar outra vez, apresentar o divino principio de ondas de Luz. A cor é, portanto, uma força divina, nada menos.

TRILOGIA 

A Cor-Luz recebe diferentes denominações:

CROMOTERAPIA; É a ciência que harmoniza o campo eletromagnético das células, através da aplicação das cores do espectro solar, visando restaurar a saúde.

CROMOSOFIA: É o conhecimento transcendental sobre cores e suas influências na psique humana, sejam através do uso de roupas ou de alimentos.


CROMOLOGIA: É o estudo físico das cores, suas origens, características, capacidade, cumprimento da onda, freqüência, velocidade e outras particularidades relativas à física que analisa a natureza da Luz.

A Cromosofia e a Cromologia vem sendo inseridas aos poucos nos meios acadêmicos, com alguns livros publicados principalmente pela FEEU, Fundação Educacional e Editorial Universalista.

A Luz 
A luz sob o ponto de vista da Física, é uma faixa de vibração eletromagnética, que se move no espaço a uma velocidade de 300.000 km/s (trezentos mil quilômetros por segundo) é uma energia radiante que transmitida de um corpo luminoso ao olho, age sobre os órgãos de visão. Nossa principal fonte de luz é o Sol, uma estrela de Quinta grandeza de cor amarelada e brilho variável que esta há 8 minutos-luz ou 150.000 km de distância da Terra, responsável pela vida na terra.

Isaac Newton observou a decomposição da luz solar através de um prisma de cristal e constatou existência de sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.

Construiu, então, um disco com estas sete cores que, girado velozmente no seu centro, sugere visualmente a cor branca.

No século XIX, os físicos constataram que o espectro contínuo pode ser obtido também a partir da luz emitida pelo filamento incandescente de uma lâmpada comum.

Todos os sistemas materiais trocam de energia com o meio ambiente, é imperceptível, mas os elementos químicos da Tabela Periódica, individualmente têm a propriedade de emitir luz, espctralmente definidas e identificadoras de cada um deles.

Por volta 1855, de Bussen descobriu que um composto, quando submetido à ação de uma chama, emite luz com cores características para cada elemento químico. Quando a luz destas chamas incide sobre um prisma, ela é decomposta em diferentes cores, formando um espectro separado umas das outras. Esse espectro apresenta descontínuo, uma vez que há uma separação evidente entre as cores.

Cientista como Oliver L. Reiser em seu livro Alquimia da Luz e da Cor, emprega o método científico com certa intenção filosófico-metafísico, ao considerar os princípios e os efeitos da cor sobre o organismo humano. Diz que: “Todos os organismos vivos no plano físico são preponderantemente orientados para a água e que esta tem propriedade de acelerar todo o tipo de reações químicas. Acrescenta que o tom da cor ou matiz depende; do comprimento da onda, do tom da luz, da nuança, do brilho ou luminosidade (que está em correlação com a energia do estímulo ou com a amplitude da onda), e da saturação ou croma (que depende da mistura dos comprimentos das ondas curtas e longas). Estes cinco aspectos determinam a experiência visual da cor”.

A teoria atual da energia luminosa está longe da concepção de Newton. Descreve-se, hoje, a energia luminosa como uma energia radiante que, atuando sobre os órgãos da visão, habilita-os a cumprirem a função da vista. De acordo com a teoria moderna, tanto a luz visível quanto a invisível consistem dos quanta de energia movendo-se como se fossem guiados por ondas: o comprimento estatístico dos quantas é determinado pelo fato de que sua energia, em qualquer ponto, é em média igual à intensidade do sistema de onda naquele ponto. Os quanta são formados de pulsações contínuas que se movem lentamente num só sentido, de oeste para leste. A onda é um movimento contínuo, caminhando célere na mesma direção. (norte, sul, leste ou oeste).

Segundo Bezerra de Menezes, em seu livro “A Saúde Integral”; “A doença física manifesta-se como resultado de um desequilíbrio nas funções celulares, cujas causas podem estar ligadas a distúrbios metabólicos ou à invasão microbiana, ambas direta ou indiretamente ligadas à atuação mental inadequada por parte do enfermo”



Lei da Afinidade:

A Lei da Afinidade “é o ponto comum existente entre dois seres ou dois elementos que se associam na busca dos mesmos objetivos, tornando, portanto, desnecessária a identidade absoluta entre ambos, bastando que tenham objetivos semelhantes harmonizando-se num mesmo sentido.” Se desejarmos ficar bom ajudando e desejando a mesma coisa, tanto o que deseja ser curado como o que deseja curar atraem-se formando uma única força. Um só

pensamento de curar. O pensamento do que deseja a cura esta impregnado de prana e magnetismo, e, desta forma, sendo uma energia mais forte e dirigida, processa o que podemos chamar de alívio ou cura.

Mesmo que potentes radiações luminosas incidam sobre um corpo, este somente reterá delas a quantidade que lhe permitir o seu próprio poder de absorção.
Lei do Karma: 
O Karma é a grande Lei que preside a criação, é Lei da Ação, é por meio dele que se definem as noções do destino, do desejo como força geradora do destino e do encadeamento necessário, por força destes dois fatores, entre os diversos momentos da vida dos homens.
Tanto no plano material como no plano físico sempre haverá obstáculos a serem transpostos, muitas vezes é possível vencer os da área espiritual e nem sempre conseguimos superar os da vida física. Se nosso paciente tem algum resgate Karmico ou esta enfermo por razões Karmicas, no máximo conseguimos algum alívio, nunca a cura, a não ser que este tenha muito merecimento e ainda nesta existência possa o seu Karma ser aliviado.


Aura: 
A Aura “é um campo energético constituído das próprias energias eletromagnéticas do indivíduo e funciona como uma espécie de capa protetora do nosso corpo, em relação às vibrações magnéticas do astral. O seu tamanho é variável, sendo proporcional às forças eletromagnéticas que se pode dispor dentro das capacidades de cada pessoa”.

Portanto podemos afirmar que uma criatura, forte, sadia e equilibrada espiritualmente, terá um campo áurico bem dotado, ao contrario teremos um campo enfraquecido e sua aura

será pequena e frágil. Desta forma podemos raciocinar que se temos a aura fraca estamos à mercê de influências inferiores. O maior fator de fortalecimento de nossa Aura esta nos pensamentos que emitimos. Um pensamento elevado produzirá sempre uma forma luminosa muito clara e positiva. A Besant e Leadbeater dizem: “cada um matiza o seu próprio universo com as cores predominantes em seu caráter ou em suas habituais reações emocionais. É a sua própria tinta pessoal que o afetará numa gama cada vez mais luminosa ou opaca, de acordo com a qualidade dos pensamentos mais freqüentes”. Portanto, qualquer emanação da mente retratará sempre com rigorosa exatidão as emoções e os sentimentos do espirito humano, dando-lhe forma e cor.
Cores da Aura
Vermelho: Fogo, paixão, energia e atividade.
Amarelo: Intelectualidade, análise, otimismo e procura do essencial.
Laranja: Auto-expressão, vontade, ambição e pensamentos laterais.
Azul: Amor, honestidade, paz, sensibilidade e satisfação.
Verde: Equilíbrio, estabilidade, capacidade de cura e ensino.
Turquesa: Demonstra imaginação, criatividade e poder de comunicação.
Rosa: Compaixão, calor humano e respeito próprio.
Violeta: Discernimento, é o místico, o erótico, o charme.

Limpeza da Aura 
A necessidade de limpeza da Aura, inclusive de sua movimentação fluídica, surge a partir do momento em que vamos nos tratar. Só podemos receber energias positivas, estando com o campo áurico positivo, limpo e com as suas energias circulando livremente.
A limpeza pode ser através de passe magnético, ou com a luz azul.
Importante: o período entre a limpeza e a reenergização não deve demorar mais do que 10 minutos, pois após este prazo corre-se o risco de Ter de fazer nova limpeza.

Chakras: 
Além da Aura, temos como fator importante para restauração físico-espiritual os Chakras, cujas funções no duplo-etérico ressaltam como ponto de equilíbrio entre o Espírito e a matéria. São responsáveis pela recepção e distribuição das energias mentais, astrais e etéreas de acordo com a necessidade de cada ser. Por estarem ligados diretamente com nossos sistemas celular e endócrino alteram nosso humor e comportamento. Segundo Krishna; São formações luminosas e discos incandescentes de luz, nas diversas junções nervosas ao longo da medula espinhal. 
Os Chakras são; 

Coronário, localizado no topo da cabeça, ligado à glândula Pineal (epífise), cores violeta, branco-fluorescente ou dourado, responsável pela irrigação energética do cérebro, muito importante na telepatia, na mediunidade, nas expansões da consciência e na recepção de temas elevados, é o Chakra por onde penetra a energia cósmica.

Frontal, localizado na fronte, correlação física com a glândula hipófise (pituitária), tem a cor índigo, branco-azulado, amarelo ou esverdeado, responsável pela energização dos olhos e do nariz facilita a clarividência e a intuição, por vezes sua atividade cria uma palpitação ou sensação de calor na testa (parece o coração batendo na testa).

Laríngeo, localizado na garganta, tem correlação física com a glândula tireóide (e paratireóide), tem a cor azul celeste, lilás, branco-prateado ou rosa, responsável pela energização da boca, da garganta e dos órgãos respiratórios, facilita a psicografia e a Clariaudiência, responsável pela filtragem das energias emocionais para que não cheguem aos Chakras da cabeça, também é responsável pela expressão criativa (comunicação) do ser humano no mundo.

Umeral, localizado nas costas, sobre o pulmão esquerdo, tem como função o equilíbrio mediúnico, é através do Umeral que chegamos a todas as vibrações espirituais mediúnicas, tanto positivas como negativas.

Cardíaco, localizado no centro do peito, têm correlação física com a glândula timo, com as cores verde, amarelo-ouro é responsável pela energização do sistema cardíaco respiratório, considerado como o canal de movimentação dos sentimentos, quando bloqueado a pessoa sente depressão, angústia, irritação ou pontadas no peito.

Esplênico, localizado acima do baço, não possui ligação com nenhuma glândula, considerado como o dínamo do corpo humano, pois através dele penetra uma parte da energia (prana) do ambiente, quando desenvolvido favorece a soltura do duplo-etérico. Segundo Ramatís; “.Quando este Chakra recebe a cor rosada, irriga o baço, distribuindo-se pelo duplo-etérico, enfeixa toda a estrutura da coluna vertebral e depois vitaliza todo o sistema nervoso. Irriga o bulbo, cerebelo e os hemisférios do cérebro, descendo pelo sistema nervoso central, derrama-se pelos plexos ao longo da mesma.” este Chakra não é considerado como um dos sete principais pelo sistema hindu.

Umbilical, localizado acima do umbigo, ligado ao pâncreas, com a cor amarelo, verde forte e vermelho. É responsável pela energização do sistema digestivo é o Chakra das emoções inferiores, quando esta bloqueado causa enjôo, medo ou irritação, quando desenvolvido facilita a percepção das energias ambientais.

Básico, localizado na base da coluna, ligado as glândulas supra-renais, tem a cor vermelha forte, responsável pelo Kundalini (energia telúrica) e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação sangüínea.

Sexual, alguns autores falam neste Chakra com localização no baixo-ventre, e tem ligação com os testículos (homem) ou ovários (mulher) com a cor laranja, roxo ou vermelha (dependendo das circunstâncias), quando bloqueado causa impotência sexual, quando superexcitado, causa intenso desejo sexual, seu desenvolvimento estimula o melhor funcionamento dos demais Chakras e ajuda a despertar o Kundalini.

Já, Ramatís, nos informa cores diferentes, de acordo com o estado psíquico de cada paciente;

O Básico tem as cores vermelha alaranjada, com algumas fulguração de escarlates, em tons fugitivos incandescentes, por vezes tom sangüíneo suave.

O Umbilical apresenta as cores vermelhas e tons verde cor de ervilha.

No Esplênico são; roxo, azul, verde, amarelo, alaranjado, vermelho forte e o róseo, que constituem os sete tons fundamentais da síntese branca do Prâna.

O Chakra Cardíaco é como um centro turbilhonante cor de ouro, quando recebe o prana róseo assume o que se chama de “raio amarelo”, mostrando-se como um Sol radiante sem analogia nas escalas cromosóficas do mundo.
O Laríngeo, tem como cor predominante o azul-claro, matizado de suave lilás ou violeta.
O Frontal apresenta a cor rósea amarela, matizada com um pouco de azul violáceo, pois com estas cores mais o azul do centro do laríngeo ajudam a nutrir o chakra esplênico. O Coronário é o regente orquestral dos demais centros de força, pode assumir as colorações mais exótica e fascinantes, gira no seu todo com inconcebível rapidez, enquanto o seu centro de diâmetro menos, apresenta uma cor branca, lirial e deslumbrante, emitindo fulgores dourados cada vez mais belos.

Na Cromoterapia, trabalha-se com oito chakras e não com sete como usualmente são conhecidos. Este oitavo chakra é o Umeral, localizado nas costas, um pouco acima dos pulmões pelo lado esquerdo, tem como função ser canal espiritual dos médiuns psicofônicos e receptor de influência espirituais mediúnicas. Cada chakra tem uma freqüência vibratória particular com uma função específica para o perispírito e o corpo físico, é através deles que recebemos as energias abastecedoras do nosso corpo.

Os Chakras tem ligação entre si através dos Nadis, que são uma série de filamentos condutores de energia enviada pelos Chakras, são constituídos por delgados filamentos de matéria energética sutil, eles representam uma extensa rede de energias fluídicas que se compara , em abundância, aos nervos do corpo, é através dos Nadis que flui o Prana ou Fluído Vital que abastece nosso Corpo e Espírito.

Em grupo ou só, quando não se tem um vidente ou sensitivo acompanhando o trabalho de Cromoterapia, podemos diagnosticar através dos Chakras. Este diagnóstico, que vem sendo aprimorado a cada dia, graças a estudos de diversos terapeutas, talvez venha a ser no futuro o mais comum dos diagnósticos.

É sabido que os Chakras emitem colorações em forma de raios, correspondentes as vibrações dos campos celulares de sua área no Duplo Etérico. Portanto, se o órgão ou órgãos de seu setor de atuação estiverem afetados ou em distúrbio por qualquer motivo, a emanação colorida do Chakra sofrerá alterações, ou seja com a redução da energia colorida haverá também a redução da onda de calor por ele emitida. Cabe-nos restaurar ou corrigir ou até devolver através da mentalização de cor as vibrações de cada Chakra, conforme orientação recebida por nossos irmãos espirituais.


Na nossa faixa Cromoterápica, as cores correspondente de cada Chakra são as seguintes:

CORONARIO ------------ branco-azulado
FRONTAL ---------------- amarelo-claro e azul-claro
LARÍNGEO -------------- azul-mar (esverdeado)
UMERAL ----------------- azul ou amarelo, dependendo do estado espiritual do paciente.
CARDÍACO -------------- amarelo, rosa bem claro
ESPLÊNICO ------------- rosa
UMBILICAL ----------- verde-esmeralda
BÁSICO ------------------- rosa-claro – alaranjado

Diagnóstico 

Para o diagnóstico através dos Chakras deve ser feito no momento da “limpeza” no passe ou no grupo, o Chakra sem nenhum problema, espiritual ou físico, irradia calor de determinada intensidade, que é sentida quase de imediato, ao colocarmos nossa palma da mão sobre a sua área de emissão, em todos o calor é uniforme, se encontrarmos com a passagem de nossa mão alguma variação de temperatura, para mais frio ou mais quente do que o normal, provavelmente naquele ponto existe algum problema. Verifica-se normalmente os Chakras Umeral, o Coronário, o Cardíaco e o Umbilical, a razão é que; no Umeral recebemos as energias do nosso campo mediúnico, o Coronário por onde recebemos as energias espirituais, o Cardíaco sede dos nossos sentimentos e o Umbilical por onde trafegam as energias primárias e localiza toda atividade emocional.

Outra forma de fazer o diagnóstico é a Psicometria. Após conversar com o paciente sobre os seus males, pedimos ao paciente que estenda a mão direita com a palma virada para cima, sem enrijecê-la, e nós colocamos a nossa mão esquerda sobre a dele, a uma distância, mais ou menos, de cinco centímetros, em seguida pedimos que eleve seu pensamento em prece e fizemos o mesmo, após 20 ou 30 segundos sentimos o mal-estar ou dor que levou aquele paciente até nós. Não chega a ser dor e realmente não dói porque sabemos que não é nosso. Assim descobrimos que a Cromoterapia pode fazer coisas verdadeiramente incríveis.

Diagnosticar pela cor exige treinamento e experiência. Para isto temos dois métodos de diagnose: Ver a causa e identificar os sintomas.

O Cromoterapeuta treinado, tem elevado cada vez mais as técnicas de diagnose e observação, fazendo com alguns pacientes fiquem espantados com os resultados.

A seguir detalharemos algumas técnicas mostrando o que a cor revela da doença interna e os reflexos que trazem por meio de cor ou som, as distintas partes do corpo.

a) A cor do olho pode revelar setenta e duas perturbações diferentes da vista. A diagnose da íris é uma técnica especializada pela medicina ocidental que exige anos de estudo, mas os chineses, desde a dinastia Ting até hoje, fizeram da diagnose do olho uma parte do equipamento de todos os Médicos. O vermelho no canto do olho próximo ao nariz significa coração resistente; o vermelho na superfície do olho próxima das maças do rosto e fronte revela coração frágil.

As cores do globo ocular relacionam-se com o fígado e as pupilas com o estado dos rins. O branco do olho (esclerótica) com os pulmões, e as pálpebras superiores e inferiores com o estômago.

b) A cor das unhas revela, entre outras coisas, a condição do fígado, devendo sempre ser confrontada com a dos olhos

c) A cor da urina; o amarelo-claro revela estado normal; o tom escuro indica toxinas e venenos; a presença de sangue aponta inflamação da bexiga, problemas dos rins ou da próstata, no caso dos homens; pode significar também virulência. Se branca, é indicação de fraqueza, se amarela, de inflamação.

d) A cor das fezes: marrom indica condição normal; branca aponta problema do fígado, estômago ou rins; escura indica venenos ou inflamação no intestino grosso; preta significa hemorragia interna – quanto mais escura a cor, maior a fonte de perturbação do organismo. Quando os intestinos funcionam normalmente, mas um pouco por vez, provocando cólicas, é sintoma de colite, ou de problema do intestino grosso.

e) Olhando a cor da pele, deve observar-se a aparência geral, os lábios, as mãos, os pés e o busto. Pela cor da pele, pode-se concluir se há tumores, feridas, contusões, escoriações, chagas, etc. Em caso de hipertensão ou outros quaisquer em que os vasos sangüíneos da pele se dilatam, esta se avermelha. Na anemia, fica pálida, devido ao número baixo de glóbulos vermelhos no sangue.

Nas doenças do coração e respiratória, como a bronquite e pneumonia, a pele pode assumir a cor purpúrea, provocada pela oxigenação inadequada do sangue. Na icterícia e na hepatite, a pele terá aspecto amarelado, devido ao aumento da bilirrubina na corrente sangüínea. A diabetes, ou o tratamento prolongado com arsênico podem causar a pigmentação da pele. Na gestação, pode ocorrer descoloração da pele do abdômem e ao redor dos mamilos; em alguns casos, o corpo todo escurece, especialmente nas pessoas morenas. Nos casos de pelagra (Avitaminose causada por perturbações digestivas, nervosas e mentais), há escurecimento e pigmentação nas costas das mãos, antebraços, face e pescoço (partes normalmente descobertas do corpo). A insolação ou a escarlatina são causadas pelo vermelhão num ponto determinado. A circulação deficiente revela-se pela falta de cor nas extremidades. A flacidez da pele indica, em qualquer idade, falta de saúde. Rigidez da pela pode resultar de tensão nervosa, inchações, edemas ou tumores. Pele seca pode ser conseqüência da idade, detergentes, sarna, mixedema, escorbuto, perturbações dos rins, exposições (a intempéries) ou a falta de vitamina A .

Pele úmida sinal de excitação, instabilidade emocional, febre ou aquecimento excessivo.

A inelasticidade dos tecidos é sinal de atrofia.

Mão fria e úmida indica circulação periférica fraca.

Pele brilhante ou delgada ao redor das juntas é sinal de artrite.

Transpiração profusa (abundante) pode resultar de excitação, dor, aquecimento excessivo, parasitas, osso partido, tuberculose, menopausa e algumas situações de gravidez.

f) A cor do cabelo revela a condição do organismo e diz muito ao médico acerca dos rins. Os matizes da cor fazem que a pele absorva diferentes comprimentos de onda que provocam resultados diversos no corpo – desde a ausência de reações até a morte. Sabe-se também que alguns matizes de carvão são cancerígenos.

g) A cor dos lábios indica as condições do estômago; se muito vermelho, o estômago está carregado de gases, fermentação, acidez e está inflamado; se brancos, o estômago está debilitado; se vermelhos, é indicação de febre, se a coloração for escura, o estado é normal; colorido escuro ao redor dos olhos é sinal de perturbação nos rins ou fígado. Nas mulheres, essa condição é muitas vezes provocada pela menstruação. Lábios azulados ou purpúreos apontam problemas do coração ou do sistema circulatório.

h) A cor da língua pode indicar até cento e vinte situações ou sintomas distintos. Em muitas doenças, a língua tem uma camada amarela ou branca. O Amarelo indica inflamação; se coberta de camada amarela, o sistema todo se encontra preguiçoso, indicando sempre essa condição de prisão de ventre e toxidez. A língua branca indica ausência de inflamação. Se a língua estiver lisa e vermelho-escura, é sinal de que os rins estão quase sem funcionar e a situação é grave. Língua vermelha significa inflamação do sistema.

A raiz da língua está associada aos rins; os lados, ao fígado; o centro, ao estômago; a ponta ao coração.

i) A cor das mãos, como regra geral, em crianças com menos de cindo anos; A cor vermelha indica resfriado; a púrpura, febre ou inflamação; o azul, excitação ou medo; uma cor esmaecida, escorbuto ou anemia; o amarelo-claro não inspira cuidade, mas a cor escura é perigosíssima. Se essa cor escura se espalha para a palma da mão, a vida da criança pode-se esvair a qualquer momento.

j) O ouvido é o órgão do som e do equilíbrio. O som é outra vibração que se pode converter em cor. Como os olhos, o ouvido contém centenas de reflexos, contando assim a história do corpo. Não é possível comentar todas as diagnoses e reflexos neste trabalho,; cito porém, exemplos, a fim de apontar a inter-relação sutil dos órgãos, cujo conhecimento é indispensável para o arsenal de qualquer pessoa que queira estudar Cromoterapia.

Os ouvidos associam-se aos rins. A cera, os zumbidos no ouvido, o pus, a dificuldade de audição (se fisiológica) decorrem todos do mau funcionamento dos rins. Coceira atrás dos lóbulos ou na abertura da orelha indica condição ácida do corpo ou inflamação dos rins.

k) Compleição: Cor e relação entre os órgãos; o coração e a circulação, bem como o estado emocional do corpo revelam-se através da cor da pele.

l) Aparência geral: o andar, os modos, a voz, o jeito de falar podem fornecer ao estudioso em Cromoterapia, um quadro físico e emocional do paciente. A face pode exprimir agitação, preocupação, depressão, esgotamento, pressão, definhamento, obesidade ou deformações. Perda sensível de peso pode indicar problema emocional, males do estômago, diabete, virulência, anemia ou envenenamento químico. Calafrios podem significar malária, calculo renal ou a tentativa do corpo para aliviar-se de perturbações.

Sintetizando, o coração tem reflexo na língua e relaciona-se com a pulsação. O estado do fígado revela-se na língua, olhos e unhas, reflete-se nos olhos e tem relações com os músculos. O estômago mostra-se nos lábios, reflete-se na língua, no nariz e relaciona-se com o corpo todo. Os rins refletem-se nos cabelos, nos órgãos sexuais e relaciona-se com o nariz. Os pulmões mostram-se pelos poros, refletem-se no nariz e relacionam-se com a pele. O baço relaciona-se com o estômago; a vesícula biliar, com o fígado; a bexiga, com os rins; os intestinos com os pulmões.


A Cura Física: 

Para atingir-mos o objetivo da Cura Física, isto é, no Plano Material temos alguns obstáculos a ultrapassar; Primeiramente o Karma, assunto já explicado acima, o segundo obstáculo é o estado da matéria, ou seja, as condições em que se encontra, na época do tratamento, o corpo do paciente a ser tratado; e por último, muito importante, o merecimento que, será sempre o resultado de nossa passagem pela vida, na presente encarnação.

Ao entrevistarmos com calma e paciência podemos levantar os pontos principais, planejar o primeiro tratamento espiritual, e sobre tudo orienta-lo sobre o tratamento físico que irá submeter-se, assim podemos acompanhar o desenvolvimento do trabalho que se esta realizando e o seu final, obedecendo é claro as regras e o comportamento imposto pela Doutrina Espírita. Podemos utilizar como exemplo uma pessoa idosa, sabemos que seu mal não tem cura, mas com nosso trabalho podemos minimizar ou aliviar suas dores acendendo-lhe o sentimento de resignação. No caso de criança pequena, devemos atender também os pais, pois normalmente estão em desequilíbrio e transferem sua ansiedade para a criança, devemos após o ajuste, mostrar-lhes com muito cuidado o problema do filho, quando isso for possível. Lembramos sempre que o recurso da prece, da condescendência e da humildade é sempre o melhor caminho importante para auxilio da cura físico-espiritual.

Cromoterapia é o conhecimento da ação e função terapêutica da cor, aplicadas aos processos regenerativos da matéria física. A Cromoterapia, como Medicina Complementar, é toda realizada em níveis energéticos, onde são usados somente recursos naturais, como a energia mental, espiritual, solar, elétrica, física, orgânica e ambiental, energias estas diferenciadas pelo teor vibratório de cada uma que são controladas, absorvidas dinamizadas e projetadas com objetivos específicos, que deverá ser o fortalecimento e a ajuda ao Ser Humano.

A Cromoterapia não é Medicina corretiva, mas ativadora. Se o campo celular possui células doentes, mas recuperáveis pela recomposição do seu núcleo, ele será novamente ativado por vibração idêntica, sendo que as células mortas são eliminadas. O que se perdeu esta perdido pois a energia luminosa somente reativa as células que estão doentes, em razão de disfunção do campo celular. Em casos mais avançados de doença, pode até paralisar o processo, pela reativação do que restou do campo celular afetado. O que se perdeu esta perdido, mas, o que esta vivo assim permanecerá pela força da energia colorida que lhe é enviada.

Bezerra de Menezes nos instrui dizendo; “A misericórdia do Senhor é infinita e existem em Suas Leis recursos magnânimos com os quais balsamiza o sofrimento dos que vivem amargurados”. E continua; “Inspirados nos primitivos centro cristãos, os núcleos Espíritas da atualidade, a par dos ensinamentos evangélicos, proporcionam o remédio eficaz para os males do corpo físico, são os trabalhos de cura..., são humildes transformadores, condutores de energia que, ao receberem a força da Grande Usina, depois de dosa-la convenientemente, transmitem-na aos necessitados”.

Os trabalhadores de cura agirão muitas vezes orientados pelos espíritos amigos e ou através da intuição dos conhecimentos adquiridos em existências anteriores.

Nos recomenda Ramatís; “Procurem novos esclarecimentos com os irmãos desencarnados sempre prontos a ajudar na medida que encontrarem a receptividade proveniente da boa vontade”.


Passe ou Energização Mental com Cores 

Constatamos que para termos melhores resultados em nossos atendimentos, devemos primeiramente fazer o atendimento espiritual do paciente, limpando toda e qualquer interferência que possa existir junto ao mundo espiritual.

O passe ou energização é um recurso excepcional onde somos capazes de nos munir de tudo que se possa imaginar na vida humana e é de inestimável valia para o trabalho espiritual e para Cromoterapia. Há muito vem sendo utilizado para projetar pensamentos e sentimentos a distância, seu domínio para o bem, representa uma grande ajuda para toda a humanidade, como seria interessante que as pessoas em geral despertassem e se dispusessem a aprender o seu uso, para melhorarmos nossas condições de ajuda e socorro a todos os irmãos em aflição e sofrimento.

A técnica é bastante simples; Primeiro devemos relaxar nossa mente, deixa-la livre de problemas do dia a dia, vamos inspirar e espirar lentamente pelas narinas guardando o ar nos pulmões por 3 a 5 segundos. De olhos fechados desde o início, vamos tentar dirigir nossa vista (com os olhos fechados) na direção das sobrancelhas, sem forçar as pálpebras, não desanime pode haver certas dificuldades nas primeiras vezes, assim que colocamos nossa visão na direção indicada. Aparece naquele ângulo uma faixa cinza, quase branca, depois de ajustar a faixa deve começar a colocar cores nela, iniciando com cores claras como, azul-claro, amarelo-claro, no momento que conseguimos colocar a primeira cor vai logo em seguida para a seguinte, depois tudo se torna mais fácil de ser realizado. Assim estamos prontos para iniciar nosso trabalho de Passe ou Energização mental com Cores.

Obs.: Somente estando desdobrados os médiuns consegue eliminar peias magnéticas.


As Propriedades da Cor 

Cada cor tem um comprimento específico de onda, entre 1/63 e 1/126 , milionésimo de centímetro, por isso varia em freqüência e força de impacto.

O valor de cada cor é controlado por sua amplitude, tendo os valores claros amplitude maior que os escuros.

Todas as ondas eletromagnéticas são idênticas quanto ao comprimento e freqüência da onda.

Em forma de luz, a cor faz parte do espectro eletromagnético.

Como propriedade básica, a cor possui; peso, ação e temperatura.

A temperatura da cor; quente x frio: vermelho, laranja, amarelo e infravermelho, são raios quentes, produzem calor força para criar reações químicas no corpo. Quanto maior q resistência maior o calor. O vermelho combinado com o amarelo tem alto poder de penetração. O azul, o violeta e o ultravioleta são raios frios.

Forma de provar a medida de calor nas cores: coloca-se um termômetro em um copo colorido com água. Os raios vermelhos emitem maior quantidade de calor, e os azuis, menor.



Alguns metais, substâncias químicas e suas cores correspondentes:

Vermelho;
Alcalinos diversos, Estrôncio, Bário, Bismuto, Cobre, Nitrogênio, Oxigênio, Potássio, Titânio, Zinco ...

Amarelol;
Sódio, Tungstênio, Estanho, Magnésio, molibdênio, Platina...

Laranja;
Arsênio, Boro, Cáldio, Cobre, Ferro, Manganês, Níquel, Hidrogênio...

Verde;
Cobre, Alumínio, Bário, Carbono, Clorofila, Cobalto, Cobre, Níquel, Nitrogênio, Rádio, Sódio...

Índigo;
Bismuto, Brometo, Cobre, Chumbo, Cromo, Ferro, Potássio, Titânio...

Limão;
Cítrio, Enxofre, Ferro, Fósforo, Iodo, Ouro, Prata, Titânio, Urânio...

Purpura;
Bromo, Európio, Gadolínio, Térbio...

Azul;
Ácido fosfórico, Ácido tônico, Alumínio, Bário, Chumbo, Clorofôrmio, Cobre, Manganês, níquel, Oxigênio, Sulfato de cobre, Titânio, Zinco...

Violeta;
Alumínio, Arsênio, Bário, Cálcio, Cobalto, Estrônio, Ferro, Manganês, Titânio...

Turquesa;
Cromo, Flúor, Mercúrio, Zinco...

Magenta;
Estrônio, Lítio, Potássio...



Elementos com cores variadas do espectro;

Bário; vermelho, verde, azul e violeta
Alumínio; Laranja, verde, azul e violeta
Arsênio; Laranja e violeta
Cádio; vermelho e violeta
Cobre; vermelho, laranja, verde, índigo e azul
Cobalto; azul e violeta
Carbono; laranja e verde
Estrônio; vermelho, índigo e violeta
Nitrogênio; vermelho e verde
Oxigênio; vermelho e azul
Potássio; vermelho e índigo
Titânio; vermelho, verde, índigo, limão e azul
Zinco; vermelho e azul
Cores complementares
O vermelho é complementar do azul
O azul é complementar do vermelho
O laranja é complementar do violeta
O amarelo é complementar do violeta
O violeta é complementar do amarelo
O violeta é complementar do laranja
O Verde é complementar do magenta
O magenta é complementar do verde


Os Sete Raios de Luz/Cromoterapia 

Raio Azul, para ativar a fé o poder e a libertação dos dogmas, Raio Dourado, para auxiliar as decisões e desenvolver a sabedoria, Raio Rosa, o amor, Raio Branco, para transformar um carma, Raio Verde para a verdade e a cura, Raio Rubi Dourado, para reforçar os dons de perdão, amor e compaixão, Raio Violeta, para transmutar e transformar tudo para o bem de todos

Cores e Signos 

As tradições místicas ligadas à Astrologia referem-se aos princípios Lemurianos e Atlantes, cada qual com conceitos próprios. As Cores dos signos são prismáticas, observadas na Natureza desde os tempos imemoriais, como o Arco-Iris, com as cores vermelho, laranja, amarela, verde, azul , anil e violeta.

Cada Signo tem uma cor específica:

Vermelho – Áries e Escorpião
Azul – Touro e Aquário
Amarelo – Gêmeos e Virgem
Verde – Câncer, Libra e Capricórnio
Laranja – Leão
Índigo – Sagitário
Peixes - Violeta

As Cores na Umbanda 

Branco......................... Oxalá, Preto-Velhos e Almas.
Azul............................. Iemanjá
Marrom......................... Xangô
Verde........................... Oxossi
Amarelo....................... Iansã
Vermelho..................... Ogum
Rosa........................ .. Ibejis, Crianças
Roxo .......................... Nanã, Egos
Branco e Preto............... Omulú e Preto-Velhos
Preto e vermelho............ Exús

Cores das Velas (magia / feitiçaria) (Não acenda vela dentro de casa) 

Amarelo – Intelecto, criatividade, poder de concentração, energia solar...
Dourado – Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes, beneficia rituais para trazer dinheiro e sorte...
Azul – Espiritual para rituais que precisam harmonia, luz, paz, harmonia...
Índigo – Cor da inércia, para parar coisas e pessoas. Requer um elevado estado de meditação...
Azul Royal – Promove alegria e jovialidade...

Azul Claro – Cor espiritual, ajuda nas meditação de devoção e inspiração...

Branco – Mistura de todas as cores, feitiços que envolvam cura, paz, harmonia...

Laranja – Feitiço para estimular energia, alcançar metas profissionais, justiça e sucesso...

Marrom – Feitiço para localizar coisas perdidas, proteção da família e animais...

Preto – Para afastar mal olhado, limpar a negatividade, repelir magia negra e formas mentais negativas...

Púrpura ou roxa – Manifestação psíquica, cura e feitiços envolvendo poder...

Verde – Feitiço envolvendo fertilidade, sucesso, sorte e prosperidade...

Verde Esmeralda – Importante componente num ritual venusiano, atrai amor, fertilidade e poder social

Verde Escuro – Cor ambição, inveja, ciúme...

Vermelha – Saúde, energia, potência sexual, paixão, amor, fertilidade...

Cinza – Cor neutra, ajuda na magia, esta cor simboliza confusão e negatividade...

Prateado ou Cinza Claro – Feitiços que atraem o poder das forças cósmicas


As Cores na Liturgia

Branco – Usado na Páscoa, Natal, nas festas do Senhor, de Nossa Senhora e dos Santos.

Vermelho – Lembra o fogo do Espírito Santo, é a cor de Pentecostes, da sexta feira da Paixão e dos Mártires...

Verde – Usado aos domingos e dias comuns, esta ligado ao crescimento e a esperança...

Roxa – Usada no Advento e na Quaresma, símbolo da penitência e da serenidade, nas missas de defuntos e celebração da penitência...

Róseo – O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento(Gaudete) e 4º domingo da quaresma (Laetare)...

Preto – Simboliza luto, raramente é usado

Azul – Usado na Solenidade da Imaculada Conceição, representa o manto azul de Nossa Senhora. Alguns padres não aceitam o uso desta cor.



A Cor das Roupas



Conforme o tipo físico do indivíduo, este deve escolher as cores mais apropriadas para o uso das roupas.



A pessoa Loira; Por Ter pele clara, pode vestir-se com tons suaves como, rosa, verde ou azul, pode usar o branco e o preto, que realçam sua tez clara.

A pessoa morena; devido ao tom cobreado da pele devem usar; vermelho, amarelo e dourado, o laranja pode seu usado, mas fica melhor em adornos e enfeites.

As diversas tonalidades de violeta e lilás podem ser usadas por pessoas loiras e morenas.

A pessoa negra, não deve usar branco, que é seu contraste, o marrom também não combina com a pele negra, as demais cores de todos os tons vestem com perfeição.

A pessoa amarela se harmoniza bem com as cores vivas e fortes, como o vermelho, o amarelo, o verde e o azul.

Tanto a mulher como o homem podem acentuar o encantamento de sua cútis usando as cores mais adequadas.



Magia - Dicas para cores de roupas:

Branco: Vista branco quando estiver necessitando de paz, calma e sentir necessidade de estar limpo e puro.

Vermelho: Vista vermelho quando precisar de coragem, força de vontade, quando sentir necessidade de atrair alguém. É um estímulo sexual e é muito atraente.

Amarelo: Vista amarelo quando for necessário tonificar o sistema nervoso, para estimular a intuição e atrair dinheiro

Laranja: Vista laranja para obter sucesso monetário.

Verde: Vista verde para ganhar um presente, e para diminuir o stress.

Azul: Vista azul para obter harmonia, paz e tranqüilidade

Violeta: Vista o violeta para buscar inspiração e imaginação

Rosa: Vista o rosa para encontrar a felicidade e obter simpatia.

Preto: Vista o preto para ter elegância e afastar os invejosos.

Marrom: É aconselhável evitar o uso desta cor em roupas.



Respiração das Cores

Ramanadi em seu livro de Cromosofia indica como realizar a respiração das cores;

Hora; das 6:30 até o meio dia

Local; janela aberta e preferencialmente ao sol

Postura; cômoda e de frete para o Oriente

Prece; a ser dita ao final da respiração das cores:

“A luz branca do Sol Eterno irradia suas sete cores sobre minhas células, vitalizando-as e energizando-as. Eu sou grato e gozo minha irradiante saúde. Eu sou bom, feliz, saudável e irradio bondade, felicidade e saúde para todos os seres viventes”.

Olhar para o sol, no momento de seu despontar no horizonte, fitá-lo por curto momento (ele se apresenta vermelho ao primeiro olhar e logo depois é dourado), fechar os olhos e pensar que o sol é a fonte de Vida terrena; símbolo visível do sol Central, do que somos emanações ou raios.

respostas mediunidade!

Respostas às questões propostas 

1. Por que a algumas pessoas é concedida a faculdade mediúnica? 
R.: A mediunidade é, na maioria das vezes, um dom que o Espírito pede diante da sua necessidade de, uma vez encarnado, se conscientizar de forma indelével de sua condição de Espírito eterno. Esse dom é também instrumento de agilização do seu progresso espiritual. Eis por que a faculdade mediúnica é concedida a determinadas pessoas.  
2. Quais são os sintomas precursores da mediunidade? 
R.: Os sintomas que anunciam a mediunidade variam ao infinito. Martins Peralva os enumera: reações emocionais insólitas, calafrios e mal-estar, sensação de enfermidade, irritações estranhas... Algumas vezes, porém, pode a faculdade mediúnica eclodir sem nenhum sintoma, espontânea, exuberante. É por isso que a paciência, a perseverança, a boa vontade, a humildade, o estudo e o trabalho constituem fatores de extrema valia na educação e no desenvolvimento da faculdade mediúnica. 
3. Por que a maioria dos médiuns, sobretudo no início das suas tarefas na mediunidade, se envolve com problemas diversos ligados às suas faculdades? 
R.: Esse fato não é difícil de compreender, uma vez que vivemos em um mundo de expiações e provas, habitado por seres encarnados e desencarnados com os quais nos afinizamos e em quem predomina a imperfeição moral, expressa na forma de inveja, ciúme, ódio, despeito, vingança e tantos outros filhos do orgulho e da ignorância. São as vibrações decorrentes dessas imperfeições que o médium iniciante, com a sensibilidade ampliada, passa a sentir, sem ter ainda condições de lhes oferecer resistência, o que lhe virá posteriormente com o trabalho nobre, a perseverança no bem, o estudo sério, a oração e a vigilância.  
4. Os médiuns, em sua generalidade, podem ser considerados missionários na acepção comum do termo? 
R.: Não. Embora existam no mundo médiuns que vieram ao orbe com tarefas importantes definidas, os médiuns não são, em sua generalidade, missionários na acepção comum do termo. São almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram sobremaneira o curso das leis divinas e que resgatam seu passado obscuro e delituoso, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, como informa Emmanuel em seu livro “Emmanuel”, que Chico Xavier psicografou. 
5. Por que a existência de muitos médiuns é pontilhada de dificuldades, provações e desventuras? 
R.: Conforme foi dito na resposta anterior, os Espíritos que fracassaram no passado, uma vez arrependidos, procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia. Eis por que as existências de muitos médiuns constituem-se, de um modo geral, em romances dolorosos, em vidas de amargurosas dificuldades, em histórias repletas de provações, continências e desventuras.  

Bibliografia: 
O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, itens 200, 205 e 210.
O Consolador, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, questão 383.
Emmanuel, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, pp. 66 e 67.
Encontro Marcado, de Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, p. 133.
Mediunidade e Evolução, de Martins Peralva, pp. 19 a 21.
Dimensões da Verdade, de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco, pp. 19 a 21

sintomas de mediunidade.

SINTOMAS-DA-MEDIUNIDADE
O primeiro sintoma da mediunidade é a facilidade em captar energias negativas no local. O médium começa a abrir a boca, sente dores de cabeça quando está em um lugar com grande aglomeração de pessoas, torna-se irritadiço por qualquer motivo e tem dificuldades no convívio com a família, chegando a pensar que ninguém o entende. 

Por ser mais sensível do que as outras pessoas, sente com mais freqüência as flutuações de humor, além de vivenciar situações estranhas e aflitivas. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. 

Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. 

Algumas vezes, ao eclodir a mediunidade, a pessoa costuma dar sinais de sofrimento, perturbação, desequilíbrio. Se a pessoa se perturba ante as manifestações mediúnicas é por sua falta de equilíbrio emocional e por sua ignorância do que seja a mediunidade, ou porque está sob a ação de espíritos ignorantes, sofredores ou maus. 

A pessoa que possui tais problemas precisa ser ajudada até se equilibrar psiquicamente através de passes, vibrações, esclarecimentos doutrinários. Também deve fazer uma consulta médica. Só depois, bem mais tarde, ir para uma mesa mediúnica. 

Enquanto no meio espírita utiliza-se a palavra médium para designar o indivíduo que serve de instrumento de comunicação entre os espíritos encarnados e espíritos desencarnados, outras doutrinas e correntes filosóficas utilizam termos como clarividente, intuitivo, sensitivo. 

No entanto, o significado desses termos pode ser considerado por alguns com o mesmo significado, porém cada um pode ser distinguido como uma faculdade mediúnica diferente.

Visitem essa pagina super interessante!!

http://www.curaeascensao.com.br/segredos_arquivos/segredos/segredos150.html

domingo, 23 de junho de 2013

CONGÁ O QUE É NA UMBANDA-REPOSTA PAR AMIGA DA( RUSSIA.)

Altar na Umbanda – Congá

Publicado por Administrador em março 29, 2007
É o lugar onde são colocados os assentamentos ou imãs dos Orixás e falanges. É ele o centro da imantação de um templo, pois é dali que emanam todas as vibrações através de seus imãs.
A parte onde são colocados os imãs é fechada, pois eles não podem ficar a mostra. Tocar nos imãs ou assentamentos só é permitido ao Babá, pois a ele pertence e somente no caso de algum problema com ele poderão ser tocados pela Mãe ou Pai pequeno.
Os assentamentos do Congá têm que ser limpos periodicamente. Os filhos de santo da casa tem obrigação de saldar este altar antes de começar o ritual e no seu término. Aos visitantes e consulentes a saudação só pode ser feita caso lhes tenha sido dada autorização.
Das extremidades do altar é que partem as vibrações para a corrente mediúnica.
——————————————————————————–
OUTRO TEXTO:
——————————————————————————–
CONSIDERAÇÕES SOBRE O CONGÁ
Ao chegarmos em um Templo de Umbanda, lugar sagrado onde a Espiritualidade se manifesta para bem e fielmente cumprir o que lhe é designado pelo Pai Maior (Tupã, Zambi, Olorum, Deus, Allah), via de regra observamos na posição frontal posterior do salão de trabalhos mediúnico-espirituais um ou mais objetos litúrgicos (cruz, imagens, símbolos, velas etc.), dispostos de modo bem visível e que despertam a atenção dos que alí se fazem presentes.
A este espaço especificamente destinado a recepcionar um conjunto de peças litúrgico-magísticas, afixadas sobre certas bases, na Umbanda nomeamos de Congá (Jacutá – Altar).
Um grande número de pessoas pertencentes a outros segmentos religiosos ou seitas, não conhecendo os fundamentos através dos quais a Umbanda se movimenta, o definem como sendo um local de idolatria e fetiches desnecessários. Já uma parte da coletividade umbandista, mais preocupada com a forma de apresentação do que com a essência, também não têm noção do quão importante é o Congá para as atividades do Terreiro, notadamente em seus aspectos Esotéricos e Exotéricos.
Não queremos dizer com a citação de tais palavras que exista Umbanda Exotérica e Umbanda Esotérica. Umbanda é Umbanda e só, sem os designativos que infelizmente estamos acostumados a ouvir, produto da vaidade e do modismo de alguns. O que existem sim é exoterismo e esoterismo dentro da ritualística umbandista, e isto é notório para aqueles que observam com atenção os trabalhos de terreiro.
Feitas estas considerações preliminares, comecemos por esclarecer que, embora os dois termos retrocitados (Exotérico – Esotérico) sejam pronunciadas da mesma forma (homofonia -mesma sonorização), ambas possuem significados apostos, diferentes.
Diz-se ESOtérico (Eso = Interno, velado, oculto) a todo o objeto, fato, ato, informação ou procedimento, cuja significação somente é acessível a uma plêiade de pessoas, que por outorga espiritual e/ou sacerdotal alcançaram tal conhecimento.
Sua publicidade é velada, pelo menos a priori.
Conceitua-se EXOtérico (Exo = Externo, aberto) a todo o objeto, fato, ato, informação ou procedimento, cuja significação é de conhecimento geral, alcançando a todos, de forma ostensiva, pública, vale dizer, sem nenhuma restrição quanto a sua razão de ser.
A nível EXOtérico, o Congá funciona como ponto de referência ou lugar de intermediação ou fixação psíquica, para o qual são direcionadas ondas mentais na forma de preces, rogativas, agradecimentos, meditações etc.
É sabido que as instituições umbandistas recebem pessoas dos mais diferentes degraus evolucionais, umas dispensando instrumentos materiais para elevarem seus pensamentos ao plano invisível, e outras tantas, a maioria, necessitando de elos tangíveis de ligação para concentração, afloramento, e direcionamento do teor mental das mesmas.
No quesito Sugestibilidade, o Congá, por sua arrumação, beleza, luminosidade, vibração etc., estimula médiuns e assistentes a elevarem seu padrão vibratório e a serem envolvidas por feixes cristalinos de paz, amor, caridade e fraternidade, emanados pela Espiritualidade Superior atuante.
Também é através do Congá que muitas pessoas que adentram pela primeira vez em um templo umbandista conseguem identificar de pronto quais forças que coordenam os trabalhos realizados. Para os não-umbandistas, como é saudável e balsâmico visualizar uma imagem representativa de Jesus, posicionada em destaque, como que os convidando a fazerem parte desta grande obra de caridade que é a Umbanda.
Sim amigos leitores, a Umbanda é uma religião inteligentemente estruturada pela Divina Espiritualidade.
Enquanto algumas religiões vaidosamente insistem em ficar em seus pedestais, fazendo apologias e proselitismos em causa própria, ora se intitulando como sendo o consolador prometido, ora como a única igreja de Deus, sem se importarem com os diferentes níveis de consciências encarnadas, a Umbanda, assim como Jesus, se integra as multidões, acolhendo a todos, sem distinção alguma, sem catequizar ou bitolar doutrinariamente ninguém. Religião é isto: é atender a todas as classes sociais, econômicas, religiosas, étnicas e consciências, atingindo-as, amparando-as e respeitando as diversas faixas espírito-evolutivas.
Passemos a falar do aspecto ESOtérico do Congá. E o faremos de maneira parcial, uma vez que não é nossa finalidade “pescar” para ninguém, mas tão somente estimular o estudo e uma maior habitualidade de raciocínio no que diz respeito a temas de fundamento dentro da Umbanda, a fim de termos médiuns mais bem preparados e aptos a dignificarem nossa sagrada religião.
Imaginem uma Usina de Força. Assim ‘e o Templo Umbandista. Agora imaginem esta usina com três ou mais núcleos de força, cada qual com uma ou mais funções neste espaço de caridade.
Pois bem, o Congá é um deste núcleos de força, em atividade constante, agindo como centro atrator, condensador, escoador, expansor, transformador e alimentador dos mais diferentes tipos e níveis de energia e magnetismo.
‘E Atrator porque atrai para si todas as variedades de pensamentos que pairam sobre o terreiro, numa contínua atividade magneto-atratora de recepção de ondas ou feixes mentais, quer positivos ou negativos.
É Condensador, na medida em que tais ondas ou feixes mentais vão se aglutinando ao seu redor, num complexo influxo de cargas positivas e negativas, produto da psicoesfera dos presentes.
É Escoador, na proporção em que, funcionando como verdadeiro fio-terra (pára-raio), comprime miasmas e cargas magneto-negativas e as descarrega para a Mãe-Terra, num potente efluxo eletromagnético.
É Expansor pois que, condensando as ondas ou feixes de pensamentos positivos emanados pelo corpo mediúnico e asistência, os potencializa e devolve para os presentes, num complexo e eficaz fluxo e refluxo de eletromagnetismo positivo.
É Transformador no sentido de que, em alguns casos e sob determinados limites, funciona como um reciclador de lixo astral, condensando-os, depurando-os e os vertendo, já reciclados, ao ambiente de caridade.
É Alimentador, pelo fato de ser um dos pontos do terreiro a receberem continuamente uma variedade de fluidos astrais, que além de auxiliarem na sustentação da egrégora da Casa, serão o combustível principal para as atividades do Congá (Núcleo de Força).
Não, irmãos umbandistas, o Congá não é mero enfeite; tão pouco se constitui num aglomerado de símbolos afixados de forma aleatória, atendendo a vaidade de uns e o devaneio de outros. Congá dentro dos Templos Umbandistas sérios tem fundamento, tem sua razão de ser, pois que pautado em bases e diretrizes sólidas, lógicas, racionais, magísticas, sob a supervisão dos mentores de Aruanda.