A Kabbalah é uma palavra hebraica que significa receber (kabal é o “capaz de receber”). Kabbalah é o ensinamento interno do Judaísmo cuja meta é o conhecimento
de Deus, do Universo e do Homem, bem como de seus relacionamentos
mútuos. A cabala é definida como uma sabedoria espiritual universal que
ensina as leis espirituais que regem a vida.
A Cabala tem o conhecimento de como uma força oculta
abrangente são estruturadas e as leis pelas quais elas nos influenciam. A
Cabala nos ensina como desenvolver nossa habilidade para sentir essas forças, e finalmente, descobrir o seu único propósito – trazer-nos a revelação do Criador.
As letras são muito importantes para a Cabala, nela cada letra
hebraica representa um conjunto de idéias, uma semente que ao ser
lançada na alma, se encontrar solo propício, germina dando os frutos da
sabedoria e da consciência.
A Cabala numerológica acredita que os números são os
únicos elementos do universo que sempre permanecem inalterados. Eles
guiam nossa vida, podendo influenciar nossa personalidade e interferir
em nosso caráter, no nosso destino, de forma surpreendente.
Cada século tem
indubitavelmente o seu mal. O passado, segundo os próprios Espíritos que
se manifestaram na época, era marcado pelo orgulho e pelo egoísmo,
apesar do avanço extraordinário do conhecimento humano de então. O
século presente, tem sido marcado, no lado bom, pelo avanço tecnológico,
mas no lado deficiente está cada vez mais crescentemente às voltas com
incontáveis conflitos materiais e morais. Mas, ao lado da fome, da
corrupção, da incredulidade, há um mal se enraizando de maneira
insidiosa e veloz; mais que um mal, um flagelo: as drogas.
É, sem dúvida, um dos maiores e dos piores flagelos de que a Humanidade tem notícia!
Os
vícios, de um modo geral, estão alterando o curso da história da
criatura humana, degradando o ser, aniquilando sua personalidade,
levando-o ao desequilíbrio total, à loucura, à violência e, não raro, ao
suicídio.
A base da culpa da sua disseminação está, sem dúvida,
na ausência de valores morais da sociedade dita moderna, na busca
imediatista de prazeres desconhecidos, num desejo de preencher o vazio
interior mediante métodos que efetivamente não conduzem aos efeitos
desejados.
USO E ABUSO:
A
indução inicial ao uso das drogas decorre, quase sempre, da influência
ou convivência com outros viciados, que acabam por despertar,
inicialmente, a curiosidade dos inexperientes, ou então, da “venda da
idéia” (falsa) de que devem defender-se da insatisfação com o mundo,
mediante o ganho de uma pretensa euforia, disposição e coragem.
Mas,
num plano mais amplo, o incentivo ao uso não se evidencia simplesmente
nos núcleos de insatisfeitos, mas está fortemente influenciado por um
gigantesco comércio ilegal, de poderosas organizações multinacionais em
busca de vultosos lucros, de ganhos fáceis e de manutenção de “presas”
vivas (os viciados), as quais, escravizadas, são impulsionadas a
alimentar o vício. É uma verdadeira “ação de guerra” traçada e
dimensionada por mercadores, traficantes e simples passadores das
drogas, nos pontos mais estratégicos da atividade humana.
Não
são poupadas criaturas de nenhuma idade, sexo, raça, profissão ou
situação social, as quais, depois de enredadas no uso constante, no
exercício da dependência, para satisfazer suas necessidades são levadas à
mentira, à venda de bens pessoais, e, num grau mais avançado, ao roubo,
ao assalto, ao seqüestro, chegando mesmo ao homicídio.
Passa a ser um flagelo sem limites e sem fronteiras! A
experimentação leva ao uso; o uso leva ao abuso; o abuso leva à
dependência; a dependência leva à morte moral e também física.
AÇÃO DA FAMÍLIA:
Lastimavelmente,
tem-se presenciado o esfacelamento da célula familiar, seja em razão de
pressões econômicas, seja pelo materialismo arraigado, seja pela
degradação de valores morais e ausência de valores espirituais, e seja,
até mesmo, pelo enfraquecimento da personalidade das criaturas
eternamente insatisfeitas com sua real posição no mundo e na sociedade.
Esse
cenário familiar é o caldo de cultura propício para empurrar os filhos
para as drogas: um pouco de facilidade, muito de desregrada liberdade,
bastante de desamor e um imenso NADA nas vidas.
Mas, ainda
assim, competirá exatamente à própria família a tarefa de resgatar o
jovem dos braços dos tóxicos. Somente ela poderá, com perspicácia, com
coragem e com muito amor, sobretudo, avaliar a situação, mudar o quadro
do comportamento familiar, e, afinal, buscar o caminho do tratamento
médico adequado, que, muitas vezes, exigirá o sacrifício doloroso (mas
redentor) do isolamento do viciado do convívio social.
CUIDADOS:
Como
Espíritas, temos o dever de lutar, com todas as armas, para combater os
vícios de toda a sorte, fortalecendo a fé, implantando princípios de
reta moral, tudo conseguido à custa do fortalecimento dos laços
familiares, alertando para os compromissos que todos têm uns para com os
outros, visando um futuro mais venturoso e menos penoso.
Jamais
poderemos pactuar com as falsas “teses libertárias” que grassam por aí,
tal como a da descriminação (descaracterização criminal) do uso das
drogas. Liberar não é combater; combater é tratar quem já precisa e
conscientizar quem ainda não entrou em tal triste caminho.
Fazemos
nossas as judiciosas e ponderadas palavras de Emmanuel (Lições de
Sabedoria, pg. 132): “Mesadas grandes que não são acompanhadas de
carinho e de calor humano paterno e materno geram conflitos muito
grandes. Muitas vezes a privação do dinheiro, o trabalho digno e o afeto
vão construir uma vida feliz.” E arremata, quanto ao movimento de
descriminação das drogas: “Se elas sempre foram prejudiciais até agora,
será com palavras que vamos torná-las úteis?”
Todos os homens da terra ,ainda os próprios materialistas crêem em alguma coisa .toda via ,são muitos poucos os que se iluminam.O que crê,apenas admite ,mas o que se ilumina vibra e sente .O primeiro depende dos elementos externos ,nos quais coloca o objetivo da sua crença.;o segundo é livre das influencias externa porque há bastante luz no seu interior.De modo a vencer corajosamente nas provações a que foi conduzido ao mundo.E por esta razão é que os espiritas devem compreender que não basta acreditar no fenômeno ou na verdade da comunicação com o alem, para que os seus sagrados deveres estejam totalmente cumpridos,pois a obrigação primordial é o esforço.O amor ao trabalho a serenidade nas provas da vida .O sacrifício de si mesmo,de modo a estender plenamente a exemplificação de Jesus Cristo ,buscando sua luz divina para a execução de todos os trabalhos que lhe compete no mundo.Pense nisso
Os
interesses recalcados, as aspirações frustradas, os tormentos íntimos,
complexos, mal conduzidos dormem temporariamente no inconsciente do
homem e assomam quando emoções de qualquer porte fazem-no desbordar,
facultando o predomínio de conflitos em formas perturbadoras, gerando
neuroses que se incorporam à personalidade, inquietando-a.
Da mesma forma os ideais de enobrecimento, os anelos de beleza, o hábito
das emoções elevadas, a mentalização de planos superiores, as
aquisições e lutas humanistas repousam nos departamentos da
subconsciência, acordando, freqüentemente, e produzindo euforia,
emulações no homem, ajudando-o os seu programa de paz interior e de
realizações externas.
O homem é sempre aquilo que armazena consciente ou inconscientemente nos complexos mecanismos da mente.
Quando se dá o parcial desprendimento da alma através do sono natural,
açodado pelos desejos e paixões que erguem ou envilecem, liberam-se aos
memórias arquivadas que o assaltam, em formas variadas de sonhos nos
quais se vê envolvido.
Permanecem nesse capítulo os estados oníricos da catalogação freudiana,
em que as fixações de ordem sexual assumem expressões de realidade,
dominando os múltiplos setores psíquicos da personalidade.
Além deles, há os que decorrem dos fenômenos digestivos, das
intoxicações de múltipla ordem por conseqüência dos estados
alucinatórios momentâneos, que produzem.
Concomitantemente, em decorrência do cultivo de idéias deprimentes ou
das otimistas, a alma em liberdade relativa sente-se atraída pelo locais
que lhe são inacessíveis, enquanto na lucidez corpórea e fortemente
arrastada por esse anseio de realização desloca-se do envoltório físico e
visita aqueles com os quais se compraz e onde se sente feliz. Disso
decorrem encontros agradáveis ou desditosos em que adquire informes
sobre ocorrências futuras, esclarecimentos valiosos, ou, conforme o
campo de interesse que cada qual prefira, experimenta as sensações
animalizantes, frui, em agonia, as taças vinagrosas dos desejos
inconfessáveis, continuando o comércio psíquico com Entidades vulgares,
perversas ou irresponsáveis que se lhe vinculam ao pensamento, dando
origem a longos e rudes processos obsessivos de curso demorado e de
difícil liberação.
Nos estados de desprendimento pelo sono natural, a alma pode recordar o
seu pretérito e tom ar conhecimento de seu futuro, fixando essas
impressões que assumem a forma de sonhos nos quais as reminiscências do
ontem, nem sempre claras, produzem singulares emoções. Outrossim, a
visão do porvir, as revelações que haure no intercâmbio com os
desencarnados manifestam-se como positivos sonhos premonitórios de
ocorrência cotidiana.
Quanto mais depurada a alma, possibilidades mais amplas depara,
sucedendo, no sentido inverso, pelo seu embrutecimento e materialização,
os desagradáveis e perturbadores sucessos na esfera dos sonhos.
Multiplicam-se e perpassam em todas as direções ondas mentais, que
percorrem distancias imensas, sintonizando com outras que lhe são afins e
que buscam intercâmbio.
Em decorrência, pouco importa o espaço físico que separa os homens,
desde que estes intercambiam mentalmente na faixa das aspirações,
interesses e gostos que os caracterizam e associam...
Quando dorme o corpo, não adormece o Espírito exceto quando profundas as
hebetações e anestesiamentos íntimos lhe perturbam os centros da
lucidez.
Automaticamente, inconscientemente, libera-se do corpo e arroja-se aos
recintos que o agradam, porque anseia e de que supõe necessitar...
Quando, porém, se exercita nos programas renovadores e preserva os
relevantes fatores da dignificação humana, sutilizam-se as suas
vibrações, sintonizando nas ondas que o erguem às esferas da Paz e da
Esperança, onde os Seres ditosos, encarregados dos labores excelentes
dos homens, facultam que se mantenham diálogos, recebendo recursos
terapêuticos e lições que se incorporam à individualidade,
indelevelmente...
Nas esferas dos sonhos - nos Círculos Espirituais elevados ou nos
tormentosos conforme a preferência individual - se engendram muitas,
incontáveis programações para o futuro humano, nascendo ali ou se
corporificando, quando já existentes, os eloqüentes capítulos das vidas
em santificação, como as tragédias, os vandalismos, as desditosa
inomináveis...
Vive no corpo físico considerando a possibilidade da desencarnação sem aviso prévio.
Cada noite em que adormeces, experimentas um fenômeno consentâneo ao da morte.
Dormir é morrer momentaneamente. Desse sono logo retornas, porque não se te desatam os liames que fixam o Espírito ao corpo.
Podes, porém, pelas ocorrências que experimentas na esfera dos sonhos,
ter uma idéia do que te sucederá nos Círculos da Vida, após o desenlace
definitivo.
Por tal imperativo, aprimora-te, eleva-te, supera-te, mediante o
exercício dos pensamentos salutares e das realizações edificantes.
Não apenas fruirás de paz por decorrência da consciência reta, como te
prepararás para a vida real, porquanto, examinada do Angulo imortalista,
o homem na Terra, se encontra numa esfera de sonhos, que normalmente,
transforma, por invigilância ou rebeldia, em desditoso pesadelo.
TERAPIA É a capacidade de através da doação de fluídos, interferir positivamente na saúde das pessoas, que pode ser: •Através do passe •Através da água fluída
PASSE
É uma transfusão de energias psíquicas e espirituais que alteram o campo celular. •Não é uma técnica. •É um ato de amor. •Não foi inventado pelo espiritismo, mas foi estudado por ele. •Jesus utilizava-o.
O PASSE ATUA COMO •REVITALIZADOR – recompondo energias perdidas, •DISPERSA FLUÍDOS NEGATIVOS •AUXILIA NA CURA DAS ENFERMIDADES
RECEPTIVIDADE NA HORA DO PASSE RECEPTIVOS: •fé •recolhimento •respeito DESCRENTES: •ironia •descrença •dureza de coração
RECEPTIVOS:
Na pessoa de fé, no momento de receber o passe, a sua mente e o seu
coração funcionam como um poderoso imã, atraindo as forças curativas. DESCRENTES:
O fenômeno se dá ao oposto. Ele repele os jorros de fluídos que o
médium canaliza para seu organismo. Podemos comparar com uma camada de
gelo.
ÁGUA FLUÍDA Nada mais é do que a água normal, acrescida
de fluídos curadores. Esses fluídos são introduzidos pelos espíritos
amigos, bem como pelo passista.
Na mediunidade estudada à luz da Doutrina Espírita, a psicometria é
uma variedade da psicoscopia, isto é, uma faculdade que tem o médium de
estabelecer contato com toda a vida psíquica de alguém, coisa ou
ambiente, podendo perscrutar o passado, presente e o futuro. O médium
localiza no tempo e no espaço o objeto de suas perquirições, seguindo-o
por uma espécie de “rastreamento” psíquico. (Grupo de Fenômenos
Psicométricos segundo Ernesto Bozzano – Enigmas da Psicometria, 1949).
Esta forma especial de vidência se caracteriza pela circunstância de
desenvolver-se no campo mediúnico uma série de visões de coisas passadas
desde que seja posto em presença do vidente um objeto qualquer ligado
àquelas cenas.
O objeto conserva as formas-pensamento de quem o possuiu. O objeto é
animado pelas reminiscências que reavivam no tempo, através dos laços
espirituais que ainda sustentam em torno do círculo afetivo que
deixaram. O objeto fica envolvido pelas correntes mentais daqueles –
encarnados ou desencarnados – que ainda se apegam a ele. Se
estivéssemos interessados em conhecer esses companheiros e encontrá-los,
um objeto nessas condições seria um mediador para a realização de
nossos desejos. Isto é, podemos usar, para isso, alguma coisa em que a
memória deles se concentram. Tudo o que se nos irradia do pensamento
serve para facilitar essa ligação.
O pensamento espalha nossas próprias emanações em toda parte a
que se projeta. Deixamos vestígios espirituais, onde arremessamos os
raios de nossa mente.
Quando libertados do corpo denso, aguçam-se-nos os sentidos e,
em razão disso, podemos atender, sem dificuldade, a esses fenômenos,
dentro da esfera em que se nos limitam as possibilidades evolutivas.
Isto é, não dispomos de recursos para alcançar o pensamento daqueles que
se fizeram superiores a nós, o pensamento deles vibra em outra
freqüência.
Os objetos, mormente os de uso pessoal, têm a sua história viva e, por
vezes, podem constituir o ponto de atenção das entidades perturbadas, de
seus antigos possuidores no mundo; razão por que parecem tocados, por
vezes, de singulares influências ocultas, porém, nosso esforço deve ser o
da libertação espiritual, sendo indispensável lutarmos contra os
fetiches, para considerar tão-somente os valores morais do homem na sua
jornada para o Perfeito.
O processo pelo qual é possível, ao psicômetra, entrar em relação com os
fatos remotos ou próximos, pode ser explicado de duas maneiras
principais, a saber:
Uma parte dos fatos e impressões é retirada da própria aura do objeto;
Outra parte é recolhida da subconsciência do seu possuidor mediante
relação telepática que o objeto psicometrado estabelece com o médium.
Mais no livro Dominios da Mediunidade de Andre Luiz
Esta é a grande chave para uma vida plena ,compreender que a escolha não deve ser apenas um ato racional ,mas ,sim,um ato baseado nas verdades mais profundas de cada um mesmo que as mesmas se contraponham a solida noção das tendencias de melhor escolhas no mundo .Assim,uma escolha não sera apenas uma escolha e sim uma escolha profunda e verdadeira e a razão cumprira o seu pequeno papel,que envolve a adaptação das verdades subjetivas na esfera objetiva.Desse modo todas as experiências resultantes das escolhas internas nos levarão a realização do nosso proposito pessoal.que em ultima instancia ,é o próprio proposito da vida.A RAZÃO pura e simples nos torna escravos de um mundo infeliz contaminado por modelos sociais estereotipados assim nos tornamos mais um no mundo .Pense nisso
Quando
nos identificamos com o pensamento do Cristo e nos impregnamos da mensagem de
que Ele se fez Messias, sempre temos algo que dar em Seu nome, àqueles que se
nos acercam em aflição.
Dentre
os recursos valiosos, de que podemos dispor em benefício do nosso próximo,
destaca-se a "imposição das mãos" em socorro da saúde
alquebrada ou das forças em deperecimento. A recuperação de pacientes,
portadores de diversas enfermidades, estava incluída na pauta das tarefas
libertadoras de Jesus.
De
acordo com a gênese do mal de que cada necessitado se fazia portador, Ele
aplicava o concurso terapêutico, restabelecendo o equilíbrio e favorecendo com
a paz.
"Impondo
as mãos" generosas, cegos e surdos, mudos e feridos renovavam-se, tornando
ao estado de bem-estar anterior. Estimuladas pela força invisível que Ele
transmitia, as células se refaziam, restaurando o organismo em carência.
Com
o seu auxílio, os alienados mentais eram trazidos de volta à lucidez e os obsedados
recobravam a ordem psíquica em face dos espíritos atormentadores que os
maltratavam, os deixarem.
Estáticos
e catalépticos obedeciam-Lhe à voz, quando chamados de retorno.
Esse
ministério, porém, que decorre do amor, Ele nos facultou realizar, para que
demos prosseguimento ao Seu trabalho entre os homens sofredores do mundo.
Certamente,
que não nos encontramos em condições de conseguir os feitos e êxitos que Ele
produziu. Sem embargo, interessados na paz e renovação do próximo, é-nos
lícito oferecer as possibilidades de que dispomos, na certeza de que os nossos
tentames não serão em vão.
Jesus
conhecia o passado daqueles que O buscavam, favorecendo-os de acordo com o
merecimento de cada um. Outrossim, doando misericórdia de acréscimo, mediante
a qual os beneficiados poderiam conquistar valores para o futuro, repartindo os
bens da alegria, estrada a fora, em festa de corações renovados.
Colocando-se,
o cristão novo, à disposição do bem, pode e deve "impor as mãos"
nos companheiros desfalecidos da luta, nos que tombaram, nos que se encontram
aturdidos por obsessões tenazes ou desalinhados mentalmente...
Ampliando
o campo de terapia espiritual, podemos aplicar sobre a água os fluídos
curadores que revitalizarão os campos vibratórios desajustados naqueles que a
sorveram, confiantes e resolutos à ação salutar da própria transformação
interior.
Tal
concurso, propiciado pela caridade fraternal, não só beneficia os padecentes
em provas e expiações redentoras, como ajuda aqueles que se aprestam ao labor,
em razão destes filtrarem as energias benéficas que promanam da
Espiritualidade através dos mentores desencarnados e que são canalizadas na
direção daqueles necessitados.
É
compreensível que se não devam aguardar resultados imediatos, nem efeitos
retumbantes, considerando-se a distância de evolução que medeia entre o
Senhor e nós, máxime na luta de ascensão e reparação dos erros conforme nos
encontramos.
Ninguém
se prenda, neste ministério, às fórmulas sacramentais ou a formas
estereotipadas, que distraem a mente que se deve fixar no objetivo do bem e não
na maneira de expressa-lo.
Toda
técnica é valiosa, quando a essência superior é preservada. Assim, distende
o passe socorrista com atitude mental enobrecida, procurando amparar o irmão
agoniado que te pede socorro.
Não
procures motivos para escusar-te.
Abre-te
ao amor e o amor te atenderá, embora reconheças as próprias limitações e
dificuldades, em cujo campo te movimentas.
Dentre
muitos que buscavam Jesus, para o toque curador, destacamos a força e
confiança expressa no apelo a que se refere Marcos, no capítulo cinco,
versículo vinte e três do Evangelho: "E rogava-Lhe muito, dizendo:
- Minha filha está moribunda; rogo-Te que venhas e Lhe imponhas as mãos para
que sare e viva."
Faze,
portando, a "imposição das mãos", com o amor e a "Fé que move
montanhas", em benefício do teu próximo, conforme gostarás que ele faça
contigo, quando for tua a vez da necessidade."
Mensagem
psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco no dia 2 de abril de 1983, em
Bucaramanga, Colômbia).
Dragões e Magos Negros (parte III) A Queda da Atlântida
A segunda e a primeira parte desse texto estão:
Nos dois textos anteriores foi explicado um pouco sobre a origem dos
dragões e magos negros (os magos da escuridão, que são também conhecidos
por magos negros pela preferência em usar roupas em tons mais escuros,
demonstrando oposição à luz), a indicação de algumas obras sobre o
assunto e a questão do exílio planetário.
Nesse texto buscarei esclarecer, segundo meu entendimento,
alguns dos eventos finais que envolveram a Atlântida, bem como o
desenrolar no resto do planeta, tanto do período final da guerra entre
as duas populações atlantes (brancos e vermelhos) como a colonização
realizada pelos sobreviventes atlantes, que levaram significativo avanço
tecnológico a várias partes do planeta.
A Atlântida da última Era de Ouro
(período que demarca o apogeu dessa civilização nos últimos 12 séculos
antes da chegada dos capelinos exilados à Atlântida para as suas
primeiras encarnações no orbe terrestre) era reduto de espíritos de
grande moral e de grande conhecimento, sobretudo na manipulação do
fluido universal através do uso de cristais e de metais como o ouro e o orichalco,
tecnologia criada pelos magos atlantes que encarnaram durante essa
última Era de Ouro e ficaram conhecidos como magos brancos em virtude
das vestes que usavam na cor branca. Foi justamente o reencarne em massa
na Atlântida de espíritos exilados de Capela que precipitou o fim da
Era de Ouro.
Tanto o fluido universal e o orichalco foram usados de forma negativa
pelos rebeldes capelinos encarnados na Atlântida na guerra entre os dois
povos. Como a manipulação do vril (fluido universal controlado mentalmente)
era restrita a um seleto grupo de magos negros nesse conflito, os
líderes dos dois povos arranjaram uma forma de proteger e dar força de
ataque aos exércitos com atlantes que não dominavam o vril e essa forma
foi exatamente o orichalco, talhado na forma de armaduras que respondiam
bem na defesa a ataques de vril, pois foi a manipulação do fluido universal que deu origem ao orichalco.
Material leve e extremamente resistente, o orichalco além de resistir a
ataques vindos de magos negros (que manipulavam amplamente o vril) tinha
outra vantagem e talvez tenha sido essa a decisiva para que o povo dos
vermelhos, liderados por Atlas, tenha vencido o conflito entre os dois
povos: era um material com propriedades semelhantes aos cristais de quartzo, ou seja, podiam ser programados e
foi exatamente essa ampla programação que foi realizada pelo maior mago
das sombras que estava encarado naquela época na Atlântida, no povo
vermelho: Atlas.
Além disso, Atlas possuía ampla ascendência mental sobre o povo
vermelho, que o admirava como um verdadeiro líder e isso facilitava uma
egrégora mental muito forte e amplamente usada por ele no confronto
contra o exército e magos negros da população de etnia branca.
A vantagem do exército de Atlas era tão absurda, em virtude dessa ampla
programação das armaduras e da egrégora mental que envolvia seu
exército, que numa atitude desesperada, o líder do exército dos brancos,
Gaderius, tentou invadir a Grécia para conseguir um contingente maior
de homens que pudessem usar as armaduras de orichalco e assim, quem
sabe, ter alguma chance contra o exército de Atlas.
Aproveito aqui para corrigir uma informação que coloquei no primeiro texto (parte I), pois na
verdade o povo formado pelos atlantes de etnia vermelha não ficava a
oriente da Atlântida, mas sim a ocidente, enquanto que os atlantes de
etnia branca, liderados por Gaderius, é que viviam a oriente.O
ocidente da Atlântida dava para os territórios das Américas, enquanto
que o oriente para a Europa e África, isso explica o desenvolvimento das
etnias européias, entre terrícolas e descendentes da etnia atlante
branca, enquanto nas Américas essa influência foi predominante da etnia
atlante vermelha, justamente por eles estarem no lado ocidental da
Atlântida.
Atlas era um mago das sombras tão poderoso na manipulação do vril e na
manipulação hipnótica que nem todos os magos negros da etnia branca
juntos poderiam fazer frente a sua força descomunal, até porque ele
usava habilmente a egrégora energética criada pelo povo vermelho que o
amava e admirava; diferente do líder da etnia branca Gaderius que não
possuía esse carisma junto ao seu povo. Apesar de ser um mago das
sombras, Atlas sabia que somente o amor incondicional do seu povo é que
poderia dar a força necessária para que enfrentasse a guerra contra a
etnia atlante branca e vencesse.
Atlas ficou conhecido como o mitológico Hércules, descrito na
mitologia como “um viril guerreiro com uma clava, de pele bronzeada e
grande barba, que se utilizava de trapaças e truques a seu favor e que
deixou o mundo seguro para a humanidade após destruir diversos
“monstros” e também como o mitológicoPoseidon ,
senhor supremo da Atlântida ou Poseidonis, visto como um Deus pelos
gregos após salvá-los das tropas de Gaderius. Inclusive a descrição
física de ambos, Poseidon e Hércules é bem semelhante, ambos possuem
aspecto forte, barba vasta e seguram em uma de suas mãos objetos
semelhantes, Hércules um clave e Poseidon um tridente.
Podemos
observar no mapa da Atlântida que existiam duas colônias (na verdade um
confronto entre as forças dos dois povos) exatamente na África onde
hoje é o Marrocos, com o exército de Atlas ao norte, mais numeroso
descrito como “Atlas” e abaixo um exército menor, descrito como “AntiAtlas”, pois Gaderius tentou realizar a invasão sobre o território grego exatamente através do norte da África .
Após os
vermelhos derrotarem por completo o exército de Gaderius, muitos
atlantes da etnia vermelha permaneceram na região, dando origem a
diversos povos, como os etruscos e os bascos, no entanto a maioria
preferiu retornar a Atlântida. Sobreviventes da etnia atlante dos
brancos se juntaram a um grupo de atlantes também da etnia branca que
havia fugido de barco da Atlântida perante a certeza da derrota para os
vermelhos. Os atlantes brancos se aglomeraram então na Península
Balcânica (Bálcãs) a sudeste da Europa e assim, nos séculos seguintes
junto aos remanescentes da civilização do Hiperbóreo (atual Groenlândia) que já viviam no continente europeu, se iniciou o desenvolvimento majoritário dos árias na Europa.
A guerra entre os dois povos atlantes, vermelhos e brancos, tinha
algumas peculiaridades. Gaderius, líder dos brancos, desejava exterminar
toda a população dos vermelhos quando vencesse o confronto, enquanto
Atlas não tinha esse mesmo desejo, apenas acreditava que a única forma
de defender a sobrevivência dos vermelhos na Atlântida seria
exterminando o líder e o exército dos atlantes brancos e foi exatamente
isso que Atlas fez, pois logo após a vitória sobre os brancos ele não
permitiu que a civilização vermelha realizasse uma chacina sobre os
cidadãos atlantes da etnia branca que viviam no lado oriental da
Atlântida
Esse desejo praticamente insano de extermínio que dominava Gaderius advinha da aliança que ele realizou com os Dragões
( descrito na parte I desse texto), que eram e são seres interessados
na destruição do planeta, diferentemente da maioria dos magos negros,
que desejavam exercer um controle sobre grupos de espíritos encarnados e
desencarnados. O que motivou a Alta Espiritualidade a destruir a
Atlântida através da queda de um meteoro vermelho no continente atlante,
foi basicamente impedir que a energia advinda do Sol Negro (descrito na página 66 do livro “Atlântida no Reino das Trevas”, Editora do Conhecimento) pudesse se espalhar na dimensão física da Terra.
O Sol Negro é uma poderosa egrégora
(um foco central onde são canalizadas emanações mentais que criam um
campo, uma forma pensamento que absorve todas as energias que se alinham
aquela vibração, bem como alimenta energeticamente o espírito que dela
saiba usar e manipular) desenvolvida pelos Dragões assim que eles foram
exilados pra Terra após o evento em Erg, sendo que essa egrégora emana
matéria astral (antimatéria, pra entender mais sobre antimatéria falo
sobre ela nesse texto: AQUI )
Essa matéria astral emanada pelo Sol Negro apresenta intensa radiação atômica,
e seria capaz de desagregar a matéria da dimensão material em
proporções inimagináveis, como se agisse como um micro buraco negro,
caso chegasse à dimensão física.
Sabendo disso, os magos da luz
(também conhecidos como magos brancos, pois se vestiam com roupas
brancas e não por serem de determinada etnia) que viviam na Atlântida
selaram o intenso fluxo de vril que partia do cume da grande pirâmide
Atlanteana feita com cristais, para impedir que ele fosse usado no
conflito entre os dois povos atlantes. Após o final da guerra, com Atlas
reinando sobre toda a Atlântida esse fluxo, que havia sido corrompido
durante a guerra, estava agora nas mãos da civilização vermelha e apesar
do carisma e esforços de Atlas pra evitar um genocídio contra o povo
atlante branco, cada vez mais rebeldes capelinos, encarnados no povo
vermelho, começavam a se insuflar desejando vingança completa pelos anos
de guerra entre os dois povos.
Com
o crescente sentimento de vingança sendo alimentado dentro do próprio
povo vermelho e a insistência de Atlas em não realizar um genocídio
sobre o povo branco, logo surgiu uma conspiração entre os próprios
vermelhos para eliminar Atlas, que já se preparava para deixar o poder
após aqueles anos de luta, deixando o reinado da Atlântida e seus
estados-governo na mão de uma de suas filhas, que era sacerdotisa do
vril. No entanto ambos, Atlas e a futura rainha, ja pressentiam que o
fim da Atlântida estava próximo.
No meio desse processo, dias antes da queda do meteorito vermelho na grande Poseidônis, um grupo de vermelhos descobriu a “pirâmide inversa”, uma formação feita de matéria astral (antimatéria)
que tinha as mesmas dimensões da Grande pirâmide Atlanteana, só que com
o cume apontando pro centro do planeta e era usada na última Era de
ouro pelos magos da luz em diversos processos tecnológicos para o bem da
civilização atlante, mas que vinha sendo estudada nos anos finais de
vida de Gaderius como forma de captar a energia do Sol Negro dos
Dragões.
Gaderius apenas não iniciou o uso dessa captação do Sol Negro pois não
soube como manipular essa energia enquanto era vivo, pois sabia que se
perdesse o controle, a energia causaria uma intensa destruição nas
imediações da Grande Pirâmide, que estava exatamente no território do
povo branco, o que poderia causar a destruição completa do seu reino
durante a guerra que travou com Atlas.
Os vermelhos que desejavam tirar Atlas do poder resolveram ativar a
pirâmide inversa, mesmo sem ter o conhecimento pleno de como manipular
aquela energia, pois sabiam que essa energia seria capaz de atingir
Atlas ou qualquer outra pessoa à distância, além de iniciar um processo
de destruição onde os atlantes brancos viviam.
Foi essa ativação a razão da morte de Atlas e a responsável por um
processo irreversível na grande pirâmide Atlanteana, que deu início a
emanação de cada vez mais radiação do Sol Negro, que era parcialmente
bloqueada pela programação existente nos cristais da grande pirâmide,
feita na época de ouro pelos magos da luz e não havia sido ainda
corrompida totalmente.
A radiação começou a se espalhar rapidamente mesmo com o bloqueio
parcial, pois os vermelhos não tinham o conhecimento necessário pra
controlar aquela energia, que vinha das profundezas da escuridão.
A anarquia se instalou na Atlântida, pois os conspiradores vermelhos
começaram a realizar uma chacina tanto entre membros da civilização dos
brancos como os próprios vermelhos que fossem fiéis aos ideais do já
falecido rei Atlas e de suas filhas.
A sacerdotisa e filha escolhida por Atlas para ser a rainha dos atlantes
foi morta e outras duas foram “ofertadas” aos deuses (os rebeldes
capelinos eram politeístas), acorrentadas num dos portos atlantes para
tentar acalmar a ira da natureza que já convulsionava, pois terremotos e
vulcanismo começaram a se tornar intensos com o grande desequilíbrio
energético produzido pela Grande Pirâmide.
Somente o intenso calor da lava vulcânica somada à pressão que a
pirâmide sofreria quando estivesse afundada a kilômetros no oceano seria
capaz de conter aquele verdadeiro portal aberto para o “inferno” e foi
exatamente isso que aconteceu: o meteoro vermelho caiu sobre a Atlântida
com um impacto tão violento que rachou a placa tectônica abaixo do
território atlante, produzindo inundação por magma dos vulcões e depois
da água do oceano invadindo o território que afundava em 2 grandes
pedaços.
Foi a única forma de selar a expansão energética da energia advinda do
Sol Negro através da grande pirâmide atlanteana, que permanece restrita
atualmente ao Triângulo das Bermudas, causando apenas alguns
desequilibrios magnéticos na região .
Podemos,
por fim , lembrar ainda a mitologia grego-romana (que inclusive coloca
Poseidon como uma divindade de origem etrusca) nos informando que
“Poseidon teve de enterrar seus filhos, tamanha suas atrocidades, para
assim evitar maior castigo”, o que denota de forma velada o afundamento
da Atlântida/Poseidônis em virtude do grande desregramento dos capelinos
rebeldes encarnados na Atlântida, a terra do rei Atlas.
Outra informação interessante, contida no livro “Atlântida no Reino das
Trevas” é o formato do trono do grande rei, exatamente na página 260,
descrevendo um trono que continha em cada um dos dois braços, a cabeça
de um leão esculpida. “Coincidentemente”, Hércules é retratado na
mitologia revestido pela pele de um leão inteiro com a cabeça do leão
normalmente sobre seu ombro ou sobre sua cabeça. O leão era o símbolo da
liderança de Atlas sobre o povo vermelho, que diferentemente do povo
branco que era imberbe, possuíam os vermelhos vasta e espessa barba e
corpo muito mais atlético, outra diferença da população dos atlantes de
etnia branca, que eram esguios e com traços físicos mais refinados. O
trono do rei atlante e a própria construção da Esfinge pelos atlantes no
formato de um gigantesco leão inteiro (que teve a cabeça quebrada após o
violento tsunami que atingiu o vale de Gizé quando do afundamento da
Atlântida) atestam a supremacia dos vermelhos e do seu rei Atlas no
período final da civilização atlante.
SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Conceito. 3.
Considerações Iniciais. 4. Emoção: 4.1. Emotividade; 4.2. Alguns Tipos de
Emoção; 4.3. Tensão entre Sentir e Expressar. 5. Emoção, Paixão e Razão: 5.1.
Origem da paixão; 5.2. Paixão: Boa ou Má?; 5.3. Emoção versus Razão. 6. Emoção e
Doutrina Espírita: 6.1. A Excitação Cerebral; 6.2. Cuidar do Corpo e do
Espírito; 6.3. Ferramentas Espíritas. 7. Conclusão. 8. Bibliografia Consultada.
1.
INTRODUÇÃO
Um
estado de desequilíbrio emocional poderá nos trazer dificuldades para a harmonia
familiar, a convivência no emprego e o relacionamento com o próximo.
Pergunta-se: o que se entende por emoção? Qual a sua natureza? Quais são
os tipos de emoção? As emoções são boas ou más? Que influência o Espiritismo
exerce sobre as emoções?
2.
CONCEITO
Emoção
– Designa, na psicologia moderna, um estado da mesma natureza com o sentimento,
mas muito mais forte que ele, pois surge de improviso e, durante certo período
de tempo, impõe-se ao espírito, paralisando a associação livre e natural das
representações.
Canus
acrescenta: “Creio que a emoção deve ser distinguida do sentimento pela sua
maior complexidade, no sentido que, enquanto no sentimento o homem é excitado
por uma simples percepção sensorial, na emoção é excitado por um complexo
ideológico”. (Monaco, 1967, p. 34)
É o
reverbero cortical do fenômeno perceptivo que ocorre na subcorticalidade, em
nível subliminar, e só posteriormente se delineia na consciência – no córtex –
assumindo a forma de conhecimento propriamente dito. (Equipe da Feb, 1995)
Paixão
– Do grego pathos, pena. Significa a disposição para receber alterações
ou comoções mais ou menos vivas e com elas corresponder. São reações às emoções,
produzidas por causas externas e internas. Inicialmente passiva, torna-se ativa
quando espontaneamente a elas adere e quase coopera com elas.
3.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
As
emoções são os determinantes de nossas ações, tanto para o bem quanto para o
mal. Às vezes elas nos incitam a produzir muito e outras vezes inibem todos os
nossos campos da vontade. Hoje, costuma-se apelar muito para os sentimentos
emocionais das pessoas, principalmente para a compra deste ou daquele produto.
A emoção
faz parte do indivíduo, mas é fortemente influenciada pela sociedade, por suas
regras e seus costumes. Observe que muitos governos querem ditar normas de
conduta aos seus cidadãos.
Há também
aquilo que sentimos particularmente, mas que não podemos expressá-lo em público,
pois morreríamos de vergonha.
Caso não
tenhamos força de vontade, acabamos nos desviando do nosso projeto de vida,
porque não soubemos controlar os nossos estados emotivos. O que dá prazer nem
sempre é o que deve ser seguido. O importante para o consumo pode ser um péssimo
negócio para o nosso crescimento moral e espiritual.
4.
EMOÇÃO
4.1.
EMOTIVIDADE
Emotividade é a reação excessiva diante de um acontecimento, idéia ou
sensação. Podemos distingui-la: sentimento, emoção e paixão.
No
sentimento, nossas reações permanecem organizadas, reguladas e
controladas;
Na
emoção, há descontrole; não conseguimos organizá-las ou regulá-las;
Na
paixão, temos um sentimento superdesenvolvido a expensas de outros,
exaltado, que nos pode conduzir ou a grandes realizações ou a grandes quedas,
segundo seu teor. (Curti, 1980, p. 44)
4.2.
ALGUNS TIPOS DE EMOÇÃO
Raiva – Sentimento
violento de ódio ou de rancor. Quando alguém se sente enraivecido toma atitudes
violentas. Por exemplo, atirar em alguém.
Medo – Fenômeno
psicológico marcado pela consciência de um perigo ou objeto ameaçador
determinado e identificável. Nessa situação, o sangue corre para todos os
músculos mais rapidamente permitindo a fuga e movimentos rápidos.
Termos correlatos:
ansiedade, apreensão, nervosismo, preocupação, consternação, cautela, escrúpulo,
inquietação, pavor, susto, terror e, como psicopatologia, fobia e pânico.
Amor
– É a totalidade dos sentimentos e desejos que estruturam o pensamento para a
liberação de energia e de forças que guiam a ação na produção do bem e
possibilitam a aquisição de qualidades, constituintes do crescimento do
Espírito. Provoca um estado geral de calma e satisfação, facilitando a
cooperação entre os seres humanos.
Felicidade – Em geral, é
um estado de satisfação devido à própria situação do mundo. Inibe o aparecimento
de sentimentos negativos e favorece o aumento da energia existente.
Tristeza – Estado afetivo
duradouro em que a consciência se vê invadida por um doloroso sentimento de
insatisfação, sendo acompanhada de uma ideia de desvalorização da existência e
do real. A tristeza acarreta uma perda de energia e de entusiasmo pelas
atividades da vida, em particular por diversões e prazeres. Quando a tristeza é
profunda aproxima-se de depressão.
Termos correlatos:
sofrimento, mágoa, desânimo, desalento, melancolia, autopiedade, solidão,
desamparo, desespero e, quando patológica, severa depressão.
4.3. TENSÃO ENTRE SENTIR E EXPRESSAR
Há, no
indivíduo, uma acepção interna e particular, que se distingue da sua
apresentação pública. Suponha a corrupção: internamente, o sujeito é contra,
pois o seu valor moral a reprime veemente. Na vida pública, é obrigado a
conviver com ela, o que lhe causa uma grande tensão entre os seus sentimentos de
pureza, de honestidade, de ético, com aqueles que é obrigado a enfrentar no seu
dia a dia.
5.
EMOÇÃO, PAIXÃO E RAZÃO
5.1.
ORIGEM DA PAIXÃO
As
paixões têm origem na emoção. Pode-se dizer que a paixão é um sentimento mais
duradouro do que a própria emoção. É um movimento da alma que nos arrasta pra
fora do nosso estado normal, provocado ou pela atração de um bem que se ama, ou
pela repulsa de um mal do qual se foge. Paixão é um desejo que não permite
outros. Rousseau dizia: “Todas as nossas paixões são boas quando nos tornam
senhores; todas são más quando nos tornam escravos”. Descuret acrescenta: “necessidades
desregradas que geralmente começam por nos seduzir para acabar
tiranizando-nos”. (Mônaco, 1967, p. 39)
5.2.
PAIXÃO: BOA OU MÁ?
A paixão,
se não for guiada para o bem, pode se descambar para mal. Os atos e os
movimentos das paixões são sempre acompanhados por um distúrbio físico no
organismo. A emoção é, inicialmente, orgânica, porque é a resposta a uma
sensação. No caso da paixão, é aquele ímpeto do nosso ser para realizar alguma
coisa, que geralmente emprestamos um valor extraordinário.
5.3.
EMOÇÃO VERSUS RAZÃO
Agimos
mais em função da emoção do que da razão. Observe um torcedor de futebol. Mesmo
que seu time seja mais fraco do que o do adversário, ele tem que ganhar de
qualquer jeito. Caso seu time não vença, o torcedor acaba xingando o juiz,
correndo atrás dos jogadores e punindo-os com as próprias mãos.
A fé é um
sentimento do coração, portanto emocional. Ele precisa ser melhorado, trabalhado
segundo a razão, para que não se transforme em fé cega, que pode gerar o
fanatismo. Não é sem razão que Allan Kardec escreveu no início de O Evangelho
Segundo o Espiritismo:
“Não
há fé inabalável senão aquela que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da
humanidade”.
6.
EMOÇÃO E DOUTRINA ESPÍRITA
6.1. A
EXCITAÇÃO CEREBRAL
As
decepções, os infortúnios e as afeições contrariadas excitam sobremaneira o
nosso cérebro, sendo as causas mais freqüentes de suicídio. “Ora, o verdadeiro
espírita vê as coisas deste mundo de um ponto de vista tão elevado; elas lhe
parecem tão pequenas, tão mesquinhas, a par do futuro que o aguarda; a vida se
lhe mostra tão curta, tão fugaz, que, aos seus olhos, as tribulações não passam
de incidentes desagradáveis, no curso de uma viagem. O que, em outro, produziria
violenta emoção, mediocremente o afeta”. (Kardec, 1995, Introdução, item 15)
6.2.
CUIDAR DO CORPO E DO ESPÍRITO
Devemos
cuidar do corpo e do Espírito. Os dois estão de tal modo inter-relacionados que
não podemos nos dar ao luxo das fortes emoções sem as respectivas consequências
para o nosso estado espiritual. Observe a obsessão. Ela acontece porque nos
desregramos com alimentação, os prazeres e outras excitações da carne, com
coisas que nos trazem a influência desses Espíritos menos felizes.
6.3.
FERRAMENTAS ESPÍRITAS
A
Doutrina Espírita oferece-nos as ferramentas racionais para enfrentarmos
qualquer tipo de problema, inclusive os de cunho emocional, que nos fazem entrar
em contato com Espíritos inferiores. Estes se aproveitam de nossa fraqueza
momentânea para nos incutir o remorso, o medo, a raiva e outros tipos de
emoções, que devemos defender com a prece e os pensamentos voltados para o bem.
7.
CONCLUSÃO
Saibamos
dosar emoção, paixão e razão. Caso estejamos em dúvida, conclamemos a presença
dos benfeitores do espaço, para nos guiar no caminho do bem e da verdade.
8.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
CURTI, R. Espiritismo e Evolução. São Paulo: Feesp, 1980.
EQUIPE DA FEB. O Espiritismo de A a Z. Rio de Janeiro: FEB, 1995.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed. São Paulo: Feesp, 1995.
MONACO, Nicola. As Paixões e os Caracteres. Tradução de Miguel Zaupa. 2.
ed. São Paulo: Paulinas, 1967. (Psicologia Maior)
Vencer as más tendências "O
homem poderia sempre vencer as suas más tendências pelos seus próprios
esforços? - Sim, e às vezes com pouco esforço; o que lhe falta é a
vontade. Ah, como são poucos os que se esforçam." - (Questão 909 de "O
Livro dos Espíritos", de Allan Kardec.)
Quando Jesus, em Sua
reconhecida sabedoria, sentenciou a célebre frase: "Ajuda-te que o céu
te ajudará", estava informando à humanidade inteira a lei do esforço,
pois ninguém, em época alguma, encontrará o sucesso ou as realizações
que almeja sem oferecer sua cota de dedicação e perseverança.
É
do nosso conhecimento que fomos criados por Deus, simples e ignorantes,
com a estrada aberta para conquistarmos a luminosidade de uma vida
dentro dos padrões do equilíbrio ou para mergulharmos nas trevas da
inércia, onde surgem os monstros vorazes da dor e do sofrimento.
Em
verdade, a escolha é totalmente nossa. A bondade divina nos assegura os
recursos e nos oferece as condições devidas para que trabalhemos nossas
potencialidades, mas a obrigação de fazer, ou o descuido de deixar de
fazer determinadas coisas, será deliberação exclusivamente particular,
própria de cada ser humano. Portanto, superar as más tendências que
ainda insistem em nos manter no fundo do abismo dos desajustes é tarefa
definitivamente nossa, onde deve entrar a força de vontade e o idealismo
de sepultar os defeitos que temos e sairmos à cata das virtudes que
ainda não possuímos.
E ninguém, em sã consciência e perfeita
lucidez de raciocínio, poderá afirmar que não tenha inúmeras falhas a
serem sanadas, pois todos as temos, e com freqüência, de forma
abundante.
Aqui é a nossa língua que tem grande ansiedade em
comentar sobre a vida alheia, cuidando de problemas que não são nossos,
quase sempre deixando de lado os defeitos que possuímos e que estão a
rogar corrigenda.
Ali é a preguiça que ainda carregamos, criando
dificuldades e nos prostrando no comodismo, ante as tarefas a serem
realizadas, onde, via de regra, cobramos dos outros aquilo que também
não fazemos.
Mais além surgem a indisciplina e a maledicência
gerando em nossa volta o desregramento natural de quem deseja viver sem
rédeas, freios e limites, como se tudo pudéssemos e tudo nos fosse
permitido.
Noutro lugar aparece o inconformismo e mesmo a revolta
contra os desígnios de Deus, onde por vezes gostaríamos que a mundo se
curvasse aos nossos pés e que todos nossos sonhos e caprichos
encontrassem a realização.
Enfim, como criaturas imperfeitas que
ainda somos, são tantos os defeitos a serem corrigidos, tantas as falhas
a serem sanadas, que precisamos dispensar enormes esforços para que
possamos obter êxito na batalha contra nossas más tendências.
Assim,
ao invés de ficarmos observando como vivem as pessoas, como procedem os
homens, como atuam as criaturas, declinemos a mesma força, o mesmo
ímpeto e a mesma dedicação para descobrir em nós mesmos onde estamos
errando, quais são as nossas falhas e lancemo-nos, urgentemente, a
saná-las, visando o nosso próprio bem.
Jamais olvidemos que o
esforço de cada um será sempre a alavanca firme que nos impulsionará
pelos caminhos das conquistas e das realizações. Esforcemo-nos,
portanto, e a paz e a felicidade que queremos estarão cada vez mais
próximas.
Lamentar
aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que possuímos, afirma um
antigo provérbio chinês, lembrando que esta máxima é válida para
situações ou coisas, sentimentos ou posições sociais.
O
problema da queixa é que ela vai construindo uma personalidade naquele
que usa da lamentação, como uma máscara sobre sua postura natural.
Com
o passar do tempo, se permanecemos fazendo uso da queixa, ela é
incorporada pela nossa postura natural que passa a ser queixosa.
Uma
vez que absorvemos a lamentação em nosso patrimônio comportamental ela,
a queixa, começa a se exteriorizar através de nossos pensamentos e
nossas palavras, passando assim a ser nossa característica pessoal,
nossa marca.
Este
processo é perigoso pelo fato de que muitas vezes ele ocorre de maneira
inconsciente, por automatismo.Reclamamos seguidas vezes, independente
de termos razão ou não, e o que inicialmente é uma escolha ou um ato
involuntário, torna-se um hábito.
Desde
a antiguidade, Sócrates* asseverava de que somos “escravos do hábito”
pelo fato de que ficamos presos àquilo que fazemos repetidas vezes.
Por
este fato, constantemente, aquele que reclama da vida ou das situações
impostas por ela, não percebe que age assim pois reclamar passa a ser
uma segunda natureza do indivíduo.
Geralmente
quando alguém diz a outra pessoa que ela reclama muito, que queixar-se
passou a ser comum nas suas expressões, ela assusta-se crendo ser
absurda tal situação.
A reclamação é sempre uma surpresa àquele que a possui e que acabou por condicionar-se a ela..
Lembre-se
de quando você sai dirigindo seu carro, de tanto passar por determinado
caminho, ele ganha familiaridade em nossa mente assim, algumas vezes, o
percorremos sem nos darmos conta do trajeto.
Com
nossos comportamentos acontece o mesmo. De tanto agir de determinada
forma, ele passa a ser a diretriz das nossas ações ou a base onde elas
se assentam para servir de ponto de partida para as demais situações.
Partindo
daí, tudo o que pensamos ou falamos sofre a influência da queixa e é
assim que lamentar torna-se uma armadilha psicológica que aprisiona quem
a possui. Estabelecer uma nova proposta comportamental exige esforço e
um processo de reprogramação de nossas reações em torno dos
acontecimentos da vida.
Muitas
vezes, reagimos às intempéries que nos ocorrem dizendo que não
agüentamos mais a vida, entretanto, o que não agüentamos mais não é a
vida mas nossa postura diante dela.
Se
admitimos que a vida é obra direta de Deus e sua precisão mostra
claramente sua grandeza, ela, a vida, não pode ser o problema, é apenas a
oportunidade de fazermos dela um problema ou não.
Em
boa definição, a pequenez moral do homem é marcada pelas suas horas de
lamentação. Quanto mais lastimamos nossa vida, mais ela ganha uma
aparência amarga e triste. O queixoso depõe constantemente contra a
própria vida e sempre está achando culpados para isso, seja pessoas ou
situações.
Alguém
poderia contestar afirmando que não é reclamação mas, sim, a verdade!
Ora, não interessa o nome que vamos dar quando divulgamos ou mesmo
exaltamos as situações menos felizes de nossa vida. O que não deu certo e
usamos isso para justificar nossa situação, isso nos faz mal.
O
pessimismo, que é pai de toda reclamação, reflete sempre nossa
incapacidade de lidar com a vida e conosco mesmo. Ao reclamar, nos
colocamos pré-dispostos a adoecer do espírito até ao corpo que, afinal,
reflete nossa condição interna.
Toda
lamentação espelha uma queda moral onde, responsáveis pelas próprias
ações, somos impulsionados a agir pela realidade que criamos.
Herdeiros de nós mesmos, esta realidade deve estar sempre em nossa mente a qualquer suspeita de queixa aparecer.
O Espiritismo é o portal excelente por
onde podem adentrar todos quantos estejam dispostos a executar, com
segurança, o programa da própria encarnação.
Em cada hora, em
cada experiência humana, apresentam-se inúmeros desafios que exigem o
indispensável descortino de todas as razões que nos trouxeram às novas
lidas do mundo corpóreo.
É no conhecimento espírita que achamos, com lucidez e simplicidade,
os motivos pelos quais todos os encarnados devem utilizar do melhor modo
as oportunidades benditas de estarem usufruindo as horas importantes da
atividade terrena.
Quantas dúvidas, quantas inseguranças,
quantos temores se espalham pelas pautas da exuberante vida? É na
Doutrina Espírita que temos o locus em que desfazemos dúvidas, galgamos
os campos da segurança e solucionamos o drama dos medos humanos, pelas
explicações de todo convincentes que nos oferta.
O ensejo de
conhecer as nossas origens e de saber, de fato, quem somos, o papel que
devemos desempenhar ao largo da trajetória no mundo bem como a
destinação da alma, após o despojamento carnal, são elementos
grandíssimos de ajustamento da nossa razão ao sumo bem, incentivando-nos
a aderir às práticas dos atos enobrecidos em toda e qualquer relação
social, pelo mundo afora.
Há, em múltiplos setores da vida na
Terra, a concepção de que, por si mesma, a matéria propriamente dita
seja apta a conceder todas as respostas ansiadas pelo indivíduo enredado
no campo das suas provações terrestres. Nos fundamentos do Espiritismo,
no entanto, identificamos a sobrevalência do ser espiritual que
responde pela própria dinâmica da matéria bruta, desfigurando de modo
expressivo toda a empafiosa manifestação das teses materialistas,
irrompidas aqui e ali.
Pelos movimentos sociais do mundo, nas
relações entre as criaturas, vulgarizou-se a ideia de que se vive bem
quando se pode acumular bens materiais, produtos, moedas, jóias, fama ou
poder. É o Espiritismo, no entanto, que alumia esses territórios das
mentes e comprova, por sua imbatível logicidade e pelo bom senso em que
se exprime, que todas as coisas servem apenas para as nossas lidas do
mundo, ajudando-nos a desenvolver aptidões e mentalidade. Deverão
permanecer no chão terrestre, nada obstante, sem qualquer chance de
adentrar com as almas os campos da Vida Imortal.
O Espiritismo
demonstra a utilidade do uso de todas as coisas, desde que com grandeza
moral, para o progresso da individualidade imortal, tendo-se em
consideração que elas existem para que possam auxiliar o ser perene em
sua escalada ascensional.
Vemos porque vale a pena considerar o
Espiritismo como portal luminoso, por onde sonham adentrar os Espíritos
ansiosos por viver melhor e por tornarem sua vida bem-aventurada, mais
plena e significativa para si mesmos.
Sem embargo, não nos
deverão faltar o bom senso eminentemente kardequiano nem a firmeza de
propósitos, que nos capacitam ao bom aproveitamento do tempo que a todos
nos é concedido.
Espiritismo: conhecimento – trabalho – amor –
renovação. Uma vez que nos ponhamos atentos a essas dimensões
pertinentes à eminente Doutrina, conseguiremos participar dos programas
do Cristo, com relação à regeneração planetária e à emancipação
espiritual de cada um de nós.
Camilo Chaves
Os Pontos Vibracionais são, toda e qualquer forma material de
magnetização, em determinado local, de freqüências adequadas à proteção do
ambiente.
Se dividem em três grandes grupos, à saber: Internos , Externos e Defesa.
I – Externos
1.Tronqueira.
Firmeza para o Exu guardião
da casa, chamado por nós de Exu da Porteira, embora seu nome verdadeiro só seja
conhecido pela hierarquia mais alta da casa.
2.Ogum de Ronda
Assentamento de Ogum de
Ronda. Junto com a tronqueira, são destinados a barrar fora do terreiro as
influências espirituais negativas.
3.“Casa dos Exus”
É o local destinado aos
assentamentos dos Exus dos Médiuns, e das oferendas feitas aos mesmos. Assim
como na “Casa dos Orixás”, o médium deve manter uma atitude de extremo
respeito, falando apenas o estritamente necessário e trajando seu uniforme,
quando lá entrar.
4.“Casa de Obaluaiê”
Assentamento de Obaluaiê
5.Cruzeiro das Almas
Local destinado às oferendas
aos Pretos Velhos, e onde são acesas as velas para os desencarnados. Onde
deixamos as velas da prece dos desencarnados.
6.Anjo da Guarda
Local onde as pessoas
acendem as velas aos anjos-de-guarda.
7.Quartinha de Oxalá
Fica acima da porta, que
fica ao lado do anjo de guarda. Representa um ponto de atração de energias
positivas vindas de Oxalá, e que são irradiadas a todos os que passem.
8.“Casa” do Caboclo (Ventania de Aruanda,
fundador do nosso centro)
Local onde é Homenageado o Caboclo
Fundador da casa, e onde são acesas velas para os demais caboclos.
9.Cozinha
Onde são feitas as comidas a
serem ofertadas aos orixás. Quando a cozinha estiver sendo usada com esta
finalidade, nenhum médium deve entrar sem autorização. O médium se convidado a
ajudar, deve manter uma atitude de extremo respeito, falando apenas o
estritamente necessário e trajando seu uniforme, e OJÁ (pano na cabeça) quando
lá entrar. Os médiuns que estiverem próximos devem falar baixo e só se dirigir
ao médiuns que estão na cozinha se estritamente necessário. Antes de começar a
ser utilizada com fins religiosos uma vela deve ser acendida junto a um copo
d’água na cozinha em local apropriado a este fim.
II – Internos
É toda aquela que é feita no interior do recinto de trabalho:
1.Centro do terreiro, no chão
2.Ariaxé (No nosso caso Iansã) ao
centro do terreiro, no alto.
Estes dois juntos formam a
coluna energética do terreiro.
3.Gongá
Altar dos Orixás, onde ficam
os otás, e elementos litúrgicos, oferendas dos mesmos, imagens, etc...
4.Sob o Gongá (Pára-Raio)
Local para descargas de
energias negativas que possam ocorrer durante as sessões. Consiste de diversos
elementos protegidos, encimados por uma barra de aço que atravessa uma tábua
com um ponto riscado de descarga. No pára-raio é onde descarregamos o bastão
utilizado na limpeza de aura.
5.Atabaques.
6.“Casa dos Orixás”
É um local de alta vibração,
onde ficam os assentamentos de Orixá dos médiuns, e onde às vezes também ficam
oferendas. O médium deve manter uma atitude de extremo respeito, falando apenas
o estritamente necessário e trajando seu uniforme, quando lá entrar.
III - Defesa
Para evitar interferência espiritual de visitantes mal intencionados,
invasores, etc. Estes estão colocados em vários locais do centro espírita,
sendo de conhecimento apenas da hierarquia mais alta da casa.